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terça-feira, 3 de maio de 2011
Melhores Momentos de Palmeiras 1 Corinthians 1 (Semifinal do Campeonato Paulista da Série A1)
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
domingo, 27 de março de 2011
Rogério Ceni, três dígitos de gols e competência
O jogo não valia título, mas se tornou especial. Com um tabu de 11 jogos, que castigava a torcida são-pauilina por quatro anos, e uma esperança de imortalizar o maior ídolo do São Paulo, Rogério Ceni, o dia 27 de março de 2011 entrou para a história do futebol. Pela primeira vez um goleiro marca pela centésima vez. Assim é Rogério Ceni, o maior de todos, mais uma vez, pela centésima vez...
Dentro de campo, as equipes buscaram a vitória minuto a minuto. Os goleiros trabalhavam bem e as defesas estavam levando vantagem sobre os atacantes. Sem Lucas, o tricolor centralizava o seu jogo. No lado corintiano, o levezinho recebia uma marcação implacável.
Mas aos 39 minutos do primeiro tempo Dagoberto acertou um belo chute. Era o primeiro gol do São Paulo e o começo do fim do tabu corintiano.
Na etapa final, o camisa 01 brilhou. Aos oito minutos, de falta, Rogério marcou o centésimo. Imortalizou o goleiro Julio Cesar, que ao lado de Andrada e Magrão, recebeu a marca da marca. A roleta russa “ceniana” achou o jovem corintiano. Festa do tricolor e do futebol.
Dentinho ainda descontou, aos 22 minutos, mas não passou disso. Protagonizou, como Dagoberto o momento acéfalo prejudicando seus times. Saíram de cena para Rogério brilhar sozinho.
Rogério Ceni revolucionou a posição de goleiro. Faz gols, lançamentos e dribles. Orienta o time, ajuda nas contratações e treina exaustivamente, como se fosse um menino que subiu para o time de cima. Quando está diante dos microfones, fala corretamente e define a sua posição. Ceni é o 18º maior artilheiro do São Paulo. Por não fazer questão de agradar politicamente a todos, Rogério é taxado injustamente de antipático. Tudo que não é espelho, a imprensa acha feio.
Diante de tantas colisões que o São Paulo vem sofrendo ultimamente, a torcida comemora feliz. Luis Fabiano está de volta, o time venceu, finalmente, o rival e Rogério Ceni é único.
Para alegria dos apaixonados, essa página na história do futebol mostrou que o normal às vezes pode ser diferente e competente.
Enquanto todos têm goleiros, somente o São Paulo tem Rogério “Air” Ceni.
Cem mais palavras...
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2X1 CORINTHIANS
Data: 27/03/2011 - 16:00
Estádio: Arena Barueri Cidade, Barueri (SP)
Arbitro: Guilherme Ceretta de Lima
Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari.
Renda/público: R$ 449.201,00 / 17.633 pagantes
Cartões amarelos: Dagoberto, Rogério Ceni, Junior Cesar, Rhodolfo, Ilsinho (SPO); Jorge Henrique (COR)
Cartões vermelhos: Alessandro, 18'/2ºT (COR); Dagoberto, 23'/2ºT (SPO); Dentinho, 27'/2ºT (COR)
GOLS: Dagoberto, 39'/1ºT (1-0); Rogério Ceni, 8'/2ºT (2-0); Dentinho, 22'/2ºT (2-1)
SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto (Casemiro, 36'/2ºT), Jean, Carlinhos e Ilsinho (Marlos, 25'/2ºT); Fernandinho (Rivaldo, 42'/2ºT) e Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani.
CORINTHIANS: Julio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos (Danilo, 39'/2ºT); Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez, 16'/2ºT) e Jorge Henrique (Willian, 16'/2ºT); Dentinho e Liedson. Técnico: Tite.
sexta-feira, 18 de março de 2011
Adriano, o imperador de vidas infinitas
Acompanhando o interesse de alguns clubes que insistem em contratar o imperador Adriano, me lembro dos tempos que eu era “viciado” em vídeos games, Super Nintendo e Play Stadion, e para “zerar” alguns jogos eu apelava para as vidas infinitas. Pois bem, o “disputado” Adriano parece ter conseguido o código das vidas infinitas ficando invencível, mesmo com tantas bobagens, escândalos e quebras de contratos no currículo.
Contratar o Adriano é jogar fora a tranqüilidade do grupo. É conceder privilégios para um pseudo-astro que não tem juízo, responsabilidade e comprometimento. É relacionar a marca do clube com facções criminosas e ganhar passe livre nas paginas policiais dos jornais.
Adriano ainda não explicou direito o caso da tal moto doada para a mãe de um traficante. E também jogar com a camisa 105, quando estava no Roma, não foi uma simples homenagem para os amigos, foi homegear o CV, pois essas são as letras de 105 em algarismo romano. Sem falar das brigas com namoradas e dirigir embriagado nas ruas do Rio quando o objetivo era se recuperar de uma lesão. Adriano é marketing puro, só que pelo avesso.
O que faz um dirigente sonhar com a contratação do Adriano?
Ronaldo, ex-jogador, empresário e dono do Corinthians, quer seu cliente no clube. Ele não pensa em títulos e sim em negócio. E vai conseguir o tal feito. Mais uma ilusão para a fiel.
Adriano é mimado por causa de seu talento e não é exemplo para nenhuma criança, mesmo assim segue faturando milhões.
Então vamos esperar a oportunidade de numero 65.758.757 que o imperador vai gastar, mas lembre-se amigo leitor, na sua vida você certamente não terá tantas chances assim, a não ser se estiver jogando vídeo game...
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Apesar de ferido, o Corinthians ainda é grande
Um gigante nunca vira anão de uma hora para outra. Alias, um gigante não se apequena nunca. Apesar dos ferimentos, o Corinthians ainda é grande. Como são grandes os outros clubes tradicionais do país cinco vezes campeão do mundo.
Eu li, ouvi e assisti muitas coisas falando da eliminação do Corinthians. Observei que os mesmos que idolatravam Ronaldo, Roberto Carlos e Bruno Cesar, agora miram suas metralhadoras giratórias colocando em dúvida o profissionalismo e o caráter desses homens. O que era exemplo de superação, o peso do maior artilheiro de todas as Copas passou a ser vergonha.
Todos sabem que tudo que acontece envolvendo o nome Corinthians tem uma proporção enorme. E esse é o grande problema. O Corinthians não tem mais nome e sim uma marca. Marca não registrada e multifacetada por muitos.
Sinceramente eu não sei porque Ronaldo ainda se mantém na vidraça. Depois de seis meses fenomenais, o mito vem adiando o seu adeus. Não seguiu o exemplo do capitão Willian, que aposentou e hoje é lembrado com saudade mesmo em um curto período de inatividade. Entre ações, investimentos e glamour, Ronaldo achou que poderia administrar sua vida, seu nome e sua história. Não pôde e não pode...
No mesmo lado do pendulo, o presidente Andrés Sanches assumiu o clube depois da dinastia Dualib. Dinastia essa que o próprio Andrés fez parte. Caiu e subiu com o time. Tentou transformar o Corinthians em uma empresa mágica. Vendeu ilusões, aumentou a dívida do clube, poluiu o uniforme e cobrou um reconhecimento que desgastou a imagem do clube. Sem subsídios, não tem mais dinheiro e nem fonte para continuar essa epopéia. Dos 130 jogadores contratados em sua gestão, 98% não entenderam o que é “Corinthians”. Criticar e anular o rival São Paulo, construir um estádio e vencer uma Libertadores, são as obsessões de Andrés. Tudo com gula, ira e inveja em doses cavalares.
Por fim, perder um jogo de Libertadores não é o fim do mundo, porém não lutar em campo é decepcionante.
É chegada a hora de se desprender da história e da vaidade de alguns e voltar a ser o bom e velho clube corintiano, que merece gente e ideias voltadas para o bem da instituição e deixando de ser uma passarela de egos, negociatas e irresponsabilidades narcisistas.
Em pleno século XXI, o Corinthians precisa da pureza e da hombridade dos tempos de Vicente Matheus, essa sim a verdadeira história...
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
Presidente do Corinthians recebe vaia na festa "Craque do Brasileirão"
A arrogância do senhor Andrés Sanches é potencializada com o fracasso do Centenário Corintiano.
Ridículo...
Video Globo.com
Ridículo...
Video Globo.com
domingo, 21 de novembro de 2010
Doce derrota...
Dessa vez o desempenho do São Paulo não ajudou o Corinthians como em 2004. Não faltou profissionalismo do tricolor, apenas o Fluminense atualmente é melhor e briga pelo título. Jogar sem motivação contra um bom time é complicado.
Rogério Ceni falhou em um dos quatro gols sofridos, mas fez milagres no primeiro tempo. Sem Ricardo Oliveira e Dagoberto o ataque tentou sem êxito. As duas expulsões, Xandão e Richarlyson, foram corretas e normais, principalmente do chiliquento camisa 20.
O Corinthians poderia estar em outra situação se fosse tão regular fora de casa quando é no Pacaembu. Se houve má vontade em 2008, o universo se encarregou de equilibrar as coisas e o castigo chegou.
Sem ter nada a ver com isso, o Fluminense de Muricy, Conca, Deco, Fred e Mariano, retoma a liderança sonha com o título.
A notícia da possível proposta do Corinthians para o zagueiro Miranda, na ultima sexta-feira, foi um tiro no pé. Não é momento para esse confronto das duas diretorias que se odeiam. Não é momento para o Corinthians deixar vazar essa informação, pois só eles contariam para alguém.
No esporte não há lugar para soberba, o São Paulo está pagando por isso há dois anos, e não há lugar para amadorismo como o do Corinthians que paga muito para jogadores que não produzem ou por deficiência técnica ou por jogar de menos (Souza, Defederico, Ronaldo, etc).
Nada está definido ainda, mas restam apenas seis pontos para o final do campeonato mais emocionante do mundo.
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domingo, 14 de novembro de 2010
O campeonato brasileiro da emoção!
No futebol erros sempre acontecem e sempre acontecerão. Quem agradece é o Corinthians, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro no ano de seu centenário. Polemica e sofrimento bem ao estilo da torcida corintiana que vê em Ronaldo o responsável pelo respaldo de vencedor.
Mais uma vez o nosso campeonato nacional causa inveja nos gigantes europeus. A cada rodada, uma história diferente com diversos protagonistas. O título, a vaga para a Libertadores e a luta da permanência na elite são ingredientes que valorizam cada vez mais a conquista. Oxalá um dia uma organização condizente ao nosso espetáculo dentro de campo venha administrar o futebol brasileiro.
Na partida entre Corinthians e Cruzeiro, muita reclamação. Um pênalti duvidoso em Ronaldo no final do jogo, coloca momentaneamente o Cruzeiro como azarão na briga pelo título. Embalado, o time corintiano aguarda o penta, pois só depende de suas próprias forças.
O farol está aceso!
Já o Fluminense tropeçou contra o Goiás e não é mais o primeiro da tabela. O empate em 1 a 1 leva os rivais a ressuscitarem a mala branca, o apoio da CBF e o complô pró Corinthians. Tudo isso vende jornais, mas não justifica nada até que seja provado.
No ano passado, o primeiro colocado na trigésima quinta rodada era o São Paulo com 62 pontos. O Flamengo era o vice-líder com 60 pontos, dois a menos que o líder. O terceiro colocado era o Palmeiras com 59 pontos e o Internacional era o quarto colocado com 56 pontos. No final do campeonato, o Cruzeiro foi o quarto colocado com 62 pontos desbancando o Palmeiras na luta pela ultima vaga para Libertadores. O São Paulo terminou em terceiro com 65 pontos, perdendo a liderança depois de duas derrotas seguidas na 36ª e 37ª rodadas. O Internacional foi o vice-campeão com 65 pontos e o Flamengo levou a taça com 67 pontos conquistados em 38 rodadas.
Nesse ano o líder Corinthians tem 63 pontos, apenas um a mais que o Fluminense e três a mais que o Cruzeiro. Uma rodada de vantagem.
Nada está perdido para esses três times como também nada está ganho.
Faltam nove pontos em três rodadas condenando milhões de torcedores rivais para a glória ou para a frustração.
Esse é o nosso futebol, caminhando com suas próprias pernas apesar do calendário e da desorganização.
Estanislau de Oliveira Lima Junior
MSN estanislau.10@hotmail.com
Blog http://www.blogdolaujr.blogspot.com/
Twitter www.twitter.com/blogdolau
São José do Rio Preto SP
Mais uma vez o nosso campeonato nacional causa inveja nos gigantes europeus. A cada rodada, uma história diferente com diversos protagonistas. O título, a vaga para a Libertadores e a luta da permanência na elite são ingredientes que valorizam cada vez mais a conquista. Oxalá um dia uma organização condizente ao nosso espetáculo dentro de campo venha administrar o futebol brasileiro.
Na partida entre Corinthians e Cruzeiro, muita reclamação. Um pênalti duvidoso em Ronaldo no final do jogo, coloca momentaneamente o Cruzeiro como azarão na briga pelo título. Embalado, o time corintiano aguarda o penta, pois só depende de suas próprias forças.
O farol está aceso!
Já o Fluminense tropeçou contra o Goiás e não é mais o primeiro da tabela. O empate em 1 a 1 leva os rivais a ressuscitarem a mala branca, o apoio da CBF e o complô pró Corinthians. Tudo isso vende jornais, mas não justifica nada até que seja provado.
No ano passado, o primeiro colocado na trigésima quinta rodada era o São Paulo com 62 pontos. O Flamengo era o vice-líder com 60 pontos, dois a menos que o líder. O terceiro colocado era o Palmeiras com 59 pontos e o Internacional era o quarto colocado com 56 pontos. No final do campeonato, o Cruzeiro foi o quarto colocado com 62 pontos desbancando o Palmeiras na luta pela ultima vaga para Libertadores. O São Paulo terminou em terceiro com 65 pontos, perdendo a liderança depois de duas derrotas seguidas na 36ª e 37ª rodadas. O Internacional foi o vice-campeão com 65 pontos e o Flamengo levou a taça com 67 pontos conquistados em 38 rodadas.
Nesse ano o líder Corinthians tem 63 pontos, apenas um a mais que o Fluminense e três a mais que o Cruzeiro. Uma rodada de vantagem.
Nada está perdido para esses três times como também nada está ganho.
Faltam nove pontos em três rodadas condenando milhões de torcedores rivais para a glória ou para a frustração.
Esse é o nosso futebol, caminhando com suas próprias pernas apesar do calendário e da desorganização.
Estanislau de Oliveira Lima Junior
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Quando manipular resultado é crime ou legítimo?
O esporte mundial vive um momento emblemático em pleno começo de século. A ética e o espírito esportivo são destaques nas rodas de bares e na imprensa de um modo geral e formam duas teses que colocam a paixão cara a cara com a razão. Quando a decisão de manipular me favorece, é legitimo, caso contrário é um crime.
Que sempre existiu manipulação de resultados é um fato tão certo quanto 2+2 =4. O ser humano é passível de erro e por causa da sua imperfeição, é corrupto por natureza.
Agora o Corinthians, que não foi tão empenhado no ano passado na partida contra o Flamengo em Campinas prejudicando os rivais São Paulo e Palmeiras, está nas mãos deles. Por não depender apenas de suas forças, o único título do centenário está ameaçado pela vingança motivada pelas torcidas. Marmelada em favor do líder Fluminense ganha força.
Quem aceita a mala branca para ganhar uma partida, que é a obrigação do atleta profissional, pode muito bem aceitar mala preta para entregar uma partida.
Quem perde uma partida profissional para prejudicar o rival, pode muito bem perder uma partida para derrubar o técnico. Em todos esses casos, a falta de caráter e honestidade é predominante.
Formula 1
Na Formula 1 é comum ver os tão falados jogos de equipes, ou seja, pseudônimos de marmeladas. Ayrton Senna deixou o seu companheiro Berger passar, Rubinho fez o mesmo com Schumacher, Kimi Raikkonen com Felipe Massa e mesmo Massa com Fernando Alonso. Em todos os casos, seja por gratidão ou luta pelo título, quem participou errou. É contra a ética.
No GP de Cingapura, em 2008, Nelsinho Piquet bateu o carro de propósito para forçar a entrada do carro de segurança na pista. Alonso foi para o pit stop antes de todo mundo e ganhou a prova. No ano seguinte a farsa caiu e Flavio Briatore, mentor dessa marmelada, foi banido do esporte.
Postura desejada e esperada
A equipe RBR pode fechar com chave de ouro essa temporada sem utilizar dessa manipulação, pois seus pilotos disputam o título com Alonso e o mundial de construtores já foi ganho por antecipação. É possível ganhar legitimamente.
Vôlei
Esse ano a equipe de Bernardinho se envolveu nessa polemica. Revoltados com o regulamento que beneficiava a Itália e com problemas de levantadores, um time reserva foi colocado em quadra e a má vontade de vencer culminou na derrota a Bulgária. Com o resultado, o Brasil seguiu no torneio em uma chave mais tranqüila e conquistou o terceiro título seguido do Campeonato Mundial de Vôlei. E não precisava de nada disso, pois a equipe comandada por Bernardinho é a melhor seleção do mundo e venceria em qualquer chave.
Futebol
Campeonato Paulista de 77. Até hoje festejado pelos corintianos, foi marcado pela expulsão de Rui Rey, da Ponte Preta. Com um a menos, o Timão quebrou um longo jejum de títulos que durava 23 anos. Rui Rey foi contratado pelo Corinthians logo em seguida.
Na Copa do Mundo de 1978, a anfitriã Argentina, que vivia uma forte crise política, venceu o Peru por 6 a 0 e se classificou para a final pelo saldo de gols. A Copa não poderia ficar com o Brasil, melhor equipe, e foi então que os bastidores entraram em cena e a vergonha foi eternizada para a história.
Espanha 1982. A Copa do Mundo novamente é destaque mundial, não pela beleza do esporte, mas pela falta de seriedade. Uma vitória simples da Alemanha sobre a Áustria classificaria as duas seleções e eliminaria a sensação Argélia. Ainda no primeiro tempo os alemães fizeram 1 a 0 e depois tocaram a bola até o jogo acabar.
Em 1986, América e XV de Jaú fizeram o jogo da marmelada no Campeonato Paulista. Não jogaram futebol e o empate em 0 a 0 beneficiou os dois times e prejudicou o Comercial de Ribeirão Preto, que caiu para a divisão intermediaria.
Se não desejarmos uma postura ética e correta no esporte, também poderemos esquecer de cobrar honestidade dos governantes e caráter dos nossos filhos.
Perder de propósito não é malandragem, é muito mais sério.
Profissional, a decisão é sua. E a consciência também...
Que sempre existiu manipulação de resultados é um fato tão certo quanto 2+2 =4. O ser humano é passível de erro e por causa da sua imperfeição, é corrupto por natureza.
Agora o Corinthians, que não foi tão empenhado no ano passado na partida contra o Flamengo em Campinas prejudicando os rivais São Paulo e Palmeiras, está nas mãos deles. Por não depender apenas de suas forças, o único título do centenário está ameaçado pela vingança motivada pelas torcidas. Marmelada em favor do líder Fluminense ganha força.
Quem aceita a mala branca para ganhar uma partida, que é a obrigação do atleta profissional, pode muito bem aceitar mala preta para entregar uma partida.
Quem perde uma partida profissional para prejudicar o rival, pode muito bem perder uma partida para derrubar o técnico. Em todos esses casos, a falta de caráter e honestidade é predominante.
Algumas manchas do Esporte
Formula 1
Na Formula 1 é comum ver os tão falados jogos de equipes, ou seja, pseudônimos de marmeladas. Ayrton Senna deixou o seu companheiro Berger passar, Rubinho fez o mesmo com Schumacher, Kimi Raikkonen com Felipe Massa e mesmo Massa com Fernando Alonso. Em todos os casos, seja por gratidão ou luta pelo título, quem participou errou. É contra a ética.
No GP de Cingapura, em 2008, Nelsinho Piquet bateu o carro de propósito para forçar a entrada do carro de segurança na pista. Alonso foi para o pit stop antes de todo mundo e ganhou a prova. No ano seguinte a farsa caiu e Flavio Briatore, mentor dessa marmelada, foi banido do esporte.
Postura desejada e esperada
A equipe RBR pode fechar com chave de ouro essa temporada sem utilizar dessa manipulação, pois seus pilotos disputam o título com Alonso e o mundial de construtores já foi ganho por antecipação. É possível ganhar legitimamente.
Vôlei
Esse ano a equipe de Bernardinho se envolveu nessa polemica. Revoltados com o regulamento que beneficiava a Itália e com problemas de levantadores, um time reserva foi colocado em quadra e a má vontade de vencer culminou na derrota a Bulgária. Com o resultado, o Brasil seguiu no torneio em uma chave mais tranqüila e conquistou o terceiro título seguido do Campeonato Mundial de Vôlei. E não precisava de nada disso, pois a equipe comandada por Bernardinho é a melhor seleção do mundo e venceria em qualquer chave.
Futebol
Campeonato Paulista de 77. Até hoje festejado pelos corintianos, foi marcado pela expulsão de Rui Rey, da Ponte Preta. Com um a menos, o Timão quebrou um longo jejum de títulos que durava 23 anos. Rui Rey foi contratado pelo Corinthians logo em seguida.
Na Copa do Mundo de 1978, a anfitriã Argentina, que vivia uma forte crise política, venceu o Peru por 6 a 0 e se classificou para a final pelo saldo de gols. A Copa não poderia ficar com o Brasil, melhor equipe, e foi então que os bastidores entraram em cena e a vergonha foi eternizada para a história.
Espanha 1982. A Copa do Mundo novamente é destaque mundial, não pela beleza do esporte, mas pela falta de seriedade. Uma vitória simples da Alemanha sobre a Áustria classificaria as duas seleções e eliminaria a sensação Argélia. Ainda no primeiro tempo os alemães fizeram 1 a 0 e depois tocaram a bola até o jogo acabar.
Em 1986, América e XV de Jaú fizeram o jogo da marmelada no Campeonato Paulista. Não jogaram futebol e o empate em 0 a 0 beneficiou os dois times e prejudicou o Comercial de Ribeirão Preto, que caiu para a divisão intermediaria.
Se não desejarmos uma postura ética e correta no esporte, também poderemos esquecer de cobrar honestidade dos governantes e caráter dos nossos filhos.
Perder de propósito não é malandragem, é muito mais sério.
Profissional, a decisão é sua. E a consciência também...
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domingo, 7 de novembro de 2010
Clássico Majestoso: Um trauma são-paulino
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| Isabella, musa do Corinthians 2010 |
O que será que passa na cabeça dos jogadores do São Paulo quando jogam contra o Corinthians?
Respeito, medo ou algum trauma de infância?
Depois de uma partida taticamente perfeita contra o Cruzeiro, o elenco tricolor teve tempo para treinar e se preparar para enfrentar um rival que não superava há três anos e 10 meses. Porém, trinta e nove mil são-paulinos viram seu time falhar mais uma vez.
Com a chegada do técnico Carpegiani, o São ganhou um padrão de jogo, detalhe que não tinha desde o tempo de Ricardo Gomes. É mais consciente no meio de campo e mais organizado na zaga. Mas o ataque ainda não agride o adversário com personalidade. Dagoberto e Lucas se arriscam em jogadas individuais enquanto Ricardo Oliveira se desdobra para finalizar nas poucas oportunidades que recebe. Fernandão, armando, é um jogador medíocre está apagando o seu futebol e sua história vai se perdendo melancolicamente.
Do outro lado, o Corinthians mostrou que vai brigar pelo titulo. A experiência dos consagrados Ronaldo Roberto Carlos faz a diferença durante o jogo. Jucilei e Elias tiraram todas as dúvidas, se é que existiam, quanto as suas convocações por Mano Menezes. Dentinho é o retrato da irreverência que incomoda os fregueses. Maduro, o time alvinegro praticamente assegurou a vaga para a Libertadores.
O clássico foi nervoso bastante estudado. O empate não era um resultado ruim para o Corinthians, mas era desastroso para o São Paulo. Marcando duas vezes aos 39 minutos, um gol em cada tempo (Elias e Dentinho), o timão controlou o jogo a sua maneira.
Essa foi a sétima vitória corintiana nesse período que incomoda o time e a torcida do São Paulo.
No Majestoso, o soberano é o Corinthians.
Resumindo, nos dois últimos jogos do São Paulo nesse brasileiro (Cruzeiro e Corinthians), seis pontos para o rival.
Para o São Paulo, apesar de ainda poder sonhar, a Libertadores está cada vez mais longe do seu estádio Morumbi. Um desastre financeiro para o ano que vem.
FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS
Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 7 de novembro de 2010, domingo
Horário: 17 horas (de Brasília)
Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)
Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)
Cartões amarelos: Alex Silva, Dagoberto (São Paulo). Roberto Carlos, Ronaldo, William (Corinthians)
Público: 42.667 pagantes
Renda: R$ 1.262.401,59
GOLS: CORINTHIANS: Elias, aos 39 minutos do primeiro tempo. Dentinho, aos 39 minutos do segundo tempo
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Diogo (Jorge Wagner); Rodrigo Souto, Casemiro (Ilsinho), Lucas e Fernandão (Marlos); Dagoberto e Ricardo Oliveira
Técnico: Paulo César Carpegiani
CORINTHIANS: Júlio César; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias (Paulinho) e Bruno César (Danilo); Dentinho (Iarley) e Ronaldo
Técnico: Tite
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sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Formula 1 e o Clássico Majestoso: Cuidado com o trabalho de equipe...
Domingo será um dia especial para o estado de São Paulo, principalmente no âmbito esportivo. O Grande Prêmio do Brasil, por exemplo, tem possibilidades de consagrar o piloto Fernando Alonso como campeão da temporada. No futebol, o clássico Majestoso coloca frente a frente o sonho corintiano de ganhar um título no centenário e a frustração do são-paulino em poder ficar de fora da festa da Libertadores 2011. Muitos interesses na pista e no campo.
A Ferrari e seus pilotos foram colocados em xeque nessa temporada por aderirem ao famoso “jogo de equipe”. Uma manipulação clara de resultado que concedeu ao espanhol a vantagem de chegar ao Brasil dependendo apenas de sua colocação para garantir ou decidir no próximo GP o campeonato. Felipe Massa, de orgulho brasileiro para mais um fiel segundo piloto, admitiu ajudar (armar) para favorecer o companheiro. Já os pilotos da RBR não pensam em filantropia, apenas honram o espírito esportivo e vão disputar centímetro a centímetro de Interlagos.
Seja qual for o resultado, a Formula 1 é negócio, um grande negócio e não um esporte.
No futebol um confronto marcará os amigos da CBF contra seus desafetos. O Corinthians tem passe livre com Ricardo Teixeira e o São Paulo é persona non grata pelo ditador. Os erros de arbitragem serão mais questionados do que nunca nessa partida. Carlos Eugenio Simon, arbitro mediano que apitou em três Copas do Mundo, será o homem de confiança da entidade. Sua fama em interpretar com competência as mensagens extra-campo preocupa.
Para um torcedor comum, que não acompanha a Formula 1 e não se deixa envolver com as falcatruas dos nossos dirigentes de futebol, o domingo será diferente. Para os demais, muita discussão em torno dos balcões dos bares (e espero que seja só isso).
O momento é de decisão e deixando de lado esses detalhes obscuros, a cidade de São Paulo será a capital mundial do esporte.
A Ferrari e seus pilotos foram colocados em xeque nessa temporada por aderirem ao famoso “jogo de equipe”. Uma manipulação clara de resultado que concedeu ao espanhol a vantagem de chegar ao Brasil dependendo apenas de sua colocação para garantir ou decidir no próximo GP o campeonato. Felipe Massa, de orgulho brasileiro para mais um fiel segundo piloto, admitiu ajudar (armar) para favorecer o companheiro. Já os pilotos da RBR não pensam em filantropia, apenas honram o espírito esportivo e vão disputar centímetro a centímetro de Interlagos.
Seja qual for o resultado, a Formula 1 é negócio, um grande negócio e não um esporte.
No futebol um confronto marcará os amigos da CBF contra seus desafetos. O Corinthians tem passe livre com Ricardo Teixeira e o São Paulo é persona non grata pelo ditador. Os erros de arbitragem serão mais questionados do que nunca nessa partida. Carlos Eugenio Simon, arbitro mediano que apitou em três Copas do Mundo, será o homem de confiança da entidade. Sua fama em interpretar com competência as mensagens extra-campo preocupa.
Para um torcedor comum, que não acompanha a Formula 1 e não se deixa envolver com as falcatruas dos nossos dirigentes de futebol, o domingo será diferente. Para os demais, muita discussão em torno dos balcões dos bares (e espero que seja só isso).
O momento é de decisão e deixando de lado esses detalhes obscuros, a cidade de São Paulo será a capital mundial do esporte.
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quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Vitória tricolor em Minas: Libertadores e São Paulo é um caso de amor antigo
O São Paulo, da gestão Juvenal Juvêncio, parece que só acorda mesmo no segundo semestre. Foi assim com Muricy Ramalho, Ricardo Gomes e agora com Paulo Cesar Carpegiani. E na partida de ontem, a quinta vitória em seis jogos, o tricolor mostrou que está mais vivo do que nunca para disputar a sua oitava Libertadores seguida.
Ofensivo, equilibrado e com personalidade. O mandante era o Cruzeiro, mas quem estava à vontade eram os jogadores do São Paulo, mesmo jogando em Uberlândia. O tabu de seis anos sem perder para a raposa permaneceu e o bom futebol, enfim, voltou.
No começo da partida o Cruzeiro bem que buscou o gol. Foram 20 minutos de pressão cruzeirense e Rogério Ceni evitou a melhor chance do gol, até então, defendendo um forte chute de Fabrício.
Carlinhos Paraíba, ignorado pelo ex-comandante Ricardo Gomes, vive seu melhor momento no clube. Consegue armar as jogadas no meio de campo e ainda aparece com precisão na defesa. Quem diria que o meia seria um desfalque muito sentido para o próximo jogo contra o Corinthians.
Miranda, aos 30 minutos do primeiro tempo, aproveitou uma cobrança de falta de Dagoberto e marcou de cabeça, mas o gol é invalidado corretamente pelo bandeira. O melhor estava por vir.
E veio! O garoto Lucas abriu o placar aos sete minutos do segundo tempo. Acreditou em uma jogada individual, avançou até a área, tabelou com Dagoberto, driblou o goleiro Fábio e chutou sem chances para o gol. Golaço!
No segundo tempo o goleiro-artilheiro, Rogério Ceni, marcou o seu nonagésimo segundo gol da carreira. O feito aconteceu na cobrança de um pênalti, em Ricardo Oliveira, que não existiu. O camisa 99 sofreu a falta fora da área. Golpe fatal para o time mineiro que assumiu a passividade de seu treinador e perde força na reta final de um campeonato que esteve nas mãos.
Podemos afirmar que o São Paulo investiu pesado nesse segundo semestre, sem gastar muito. Trouxe o técnico Paulo Cesar Carpegiani, lançou os garotos Lucas e Casemiro, finalmente aproveitou Carlinhos Paraíba, corrigiu o Dagoberto e acertou o ataque com Ricardo Oliveira.
A Libertadores parece que também gosta do São Paulo, por isso, o sonho continua mais vivo do que nunca.
No clássico contra o Corinthians, o fim do tabu sem vitórias contra o arquirrival será mais desejado do que nunca. Tite está no comando do lado de lá, talvez seja um sinal...
Ofensivo, equilibrado e com personalidade. O mandante era o Cruzeiro, mas quem estava à vontade eram os jogadores do São Paulo, mesmo jogando em Uberlândia. O tabu de seis anos sem perder para a raposa permaneceu e o bom futebol, enfim, voltou.
No começo da partida o Cruzeiro bem que buscou o gol. Foram 20 minutos de pressão cruzeirense e Rogério Ceni evitou a melhor chance do gol, até então, defendendo um forte chute de Fabrício.
Carlinhos Paraíba, ignorado pelo ex-comandante Ricardo Gomes, vive seu melhor momento no clube. Consegue armar as jogadas no meio de campo e ainda aparece com precisão na defesa. Quem diria que o meia seria um desfalque muito sentido para o próximo jogo contra o Corinthians.
Miranda, aos 30 minutos do primeiro tempo, aproveitou uma cobrança de falta de Dagoberto e marcou de cabeça, mas o gol é invalidado corretamente pelo bandeira. O melhor estava por vir.
E veio! O garoto Lucas abriu o placar aos sete minutos do segundo tempo. Acreditou em uma jogada individual, avançou até a área, tabelou com Dagoberto, driblou o goleiro Fábio e chutou sem chances para o gol. Golaço!
No segundo tempo o goleiro-artilheiro, Rogério Ceni, marcou o seu nonagésimo segundo gol da carreira. O feito aconteceu na cobrança de um pênalti, em Ricardo Oliveira, que não existiu. O camisa 99 sofreu a falta fora da área. Golpe fatal para o time mineiro que assumiu a passividade de seu treinador e perde força na reta final de um campeonato que esteve nas mãos.
Podemos afirmar que o São Paulo investiu pesado nesse segundo semestre, sem gastar muito. Trouxe o técnico Paulo Cesar Carpegiani, lançou os garotos Lucas e Casemiro, finalmente aproveitou Carlinhos Paraíba, corrigiu o Dagoberto e acertou o ataque com Ricardo Oliveira.
A Libertadores parece que também gosta do São Paulo, por isso, o sonho continua mais vivo do que nunca.
No clássico contra o Corinthians, o fim do tabu sem vitórias contra o arquirrival será mais desejado do que nunca. Tite está no comando do lado de lá, talvez seja um sinal...
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010
A grande revelação do Campeonato Brasileiro será...
O Campeonato Brasileiro é realmente um fenômeno mundial. Sem a organização e o comprometimento dos dirigentes brasileiros, em relação ao calendário as e datas FIFA, esse certame é o único no mundo que oferece uma emoção sem limite devido ao equilíbrio e a imprevisibilidade que quem será campeão ou rebaixado.
Como o cachorro vira-lata, o Brasileirão sobrevive mesmo sem o carinho do dono enquanto os Campeonatos Europeus são tratados com ração de primeira qualidade e levados ao veterinário freqüentemente.
Uma magia que só o nosso campeonato tem é a quantidade de bons jogadores revelados durante as 38 rodadas. Temos um cardápio completo com todas as posições sendo abastecidas com garotos talentosos que, por muitas vezes, desbancam medalhões de carreiras consagradas.
Só nós temos isso!
Dentre as revelações de 2010, quem será o destaque no final do campeonato?
Mesmo com a experiência de Fabio Costa e Aranha para defender o gol do Galo, Renan Ribeiro (20 anos) agarrou a chance que Dorival Junior ofereceu e é o símbolo da ressurreição do time na competição. Seguro e bem colocado, a seleção é questão de tempo, pois no mínino tem vaga garantida para disputar os jogos olímpicos de Londres.
Mesmo não tendo a grande seqüência do xará mineiro, Renan Reuter, (20 anos) já é destaque por ter sido convocado por Mano Menezes para vestir a amarelinha.
Amuleto de Joel na campanha vitoriosa no estadual, Caio (20 anos) tem habilidade e velocidade a seu favor. Poderia ser o titular absoluto se Loco Abreu e Jobson não estivessem em boa fase.
Parecido com Tevez, Bruno Cesar (22 anos) veio do Santo André, vestiu a pesada camisa corintiana e se sentiu à vontade. É um dos artilheiros do Brasileirão e desbancou Danilo e Tcheco, agora no Coritiba, que foram contratados a peso de ouro.
No gol, depois da saída conturbada de Felipe e da contratação fantasma de Bobadilha, o tranqüilo Julio César (26 anos), virou titular e deixou de ser uma eterna promessa. É um forte concorrente para ficar entre os três melhores goleiros desse campeonato.
Fisicamente é uma mistura de Oséias com Denis Marques. O jovem atacante Diego Mauricio (19 anos) é muito mais habilidoso que os dois jogadores mencionados. Mais uma joia do Flamengo que arrumou o ataque do Flamengo, tão desorientado desde a saída de Vagner Love e Adriano. É dinheiro vivo em caixa.
Wellington Silva (17 anos) poderia ser a grande revelação do campeonato, pois o seu futebol chamou a atenção do Arsenal (Inglaterra). Mas o garoto não conseguiu manter o foco no Fluminense e desagradou o técnico Muricy Ramalho.
“Eu também não estou muito satisfeito com ele. Falta a treino, não chega no horário, briga com o pai, não é do Fluminense... Precisa ser jogador, porque ainda não é”, afirmou o treinador ao saber por um repórter que Wellington Silva estava satisfeito por não ter oportunidades no time.
O jogador é do São Paulo, mas foi emprestado para o Guarani para adquirir experiência. Esse é Mazola, 21 anos. Habilidoso e com faro de gol, o garoto luta para ser reconhecido e não queimado como vários jogadores que o São Paulo empresta e não aproveita. Tem o perfil de seleção brasileira.
Leandro Damião, 21 anos, é oportunista, habilidoso e veloz. Provou que tem estrela fazendo gols decisivos na Libertadores e no Brasileirão.
Deola, 27 anos, não é mais um garoto, porém só teve oportunidade mesmo nessa temporada. Substituindo o eterno ídolo Marcos, Deola não compromete o trabalho do técnico Luis Felipe Scolari e justifica a fábrica de grandes goleiros que o Palmeiras sempre produziu. Merece ser um dos três melhores goleiros do campeonato.
Falar de revelação no Santos é covardia. Cada dia nasce um craque mais impressionante que o outro. Devemos fazer um estude cientifico para tal excelência. Para representar essa geração, nesse campeonato, o meia Alan Patric, 21 anos, é uma grande aposta. Precisa jogar mais, porém quando entrou em campo mostrou que é craque.
Antes era Marcelinho, agora é Lucas, 22 anos. Começou na escolinha do Marcelinho Carioca, treinou no Corinthians, mas preferiu a estrutura do São Paulo. Habilidoso, Lucas poderá formar um grande ataque em 2014 com Neymar e Ganso. Já é referencia no time tricolor.
Por isso o Brasil é impar no futebol. Imaginem se os donos do futebol fossem sérios, competentes e honestos...
Como o cachorro vira-lata, o Brasileirão sobrevive mesmo sem o carinho do dono enquanto os Campeonatos Europeus são tratados com ração de primeira qualidade e levados ao veterinário freqüentemente.
Uma magia que só o nosso campeonato tem é a quantidade de bons jogadores revelados durante as 38 rodadas. Temos um cardápio completo com todas as posições sendo abastecidas com garotos talentosos que, por muitas vezes, desbancam medalhões de carreiras consagradas.
Só nós temos isso!
Dentre as revelações de 2010, quem será o destaque no final do campeonato?
Atlético Mineiro
Mesmo com a experiência de Fabio Costa e Aranha para defender o gol do Galo, Renan Ribeiro (20 anos) agarrou a chance que Dorival Junior ofereceu e é o símbolo da ressurreição do time na competição. Seguro e bem colocado, a seleção é questão de tempo, pois no mínino tem vaga garantida para disputar os jogos olímpicos de Londres.
Avaí
Mesmo não tendo a grande seqüência do xará mineiro, Renan Reuter, (20 anos) já é destaque por ter sido convocado por Mano Menezes para vestir a amarelinha.
Botafogo
Amuleto de Joel na campanha vitoriosa no estadual, Caio (20 anos) tem habilidade e velocidade a seu favor. Poderia ser o titular absoluto se Loco Abreu e Jobson não estivessem em boa fase.
Corinthians
Parecido com Tevez, Bruno Cesar (22 anos) veio do Santo André, vestiu a pesada camisa corintiana e se sentiu à vontade. É um dos artilheiros do Brasileirão e desbancou Danilo e Tcheco, agora no Coritiba, que foram contratados a peso de ouro.
No gol, depois da saída conturbada de Felipe e da contratação fantasma de Bobadilha, o tranqüilo Julio César (26 anos), virou titular e deixou de ser uma eterna promessa. É um forte concorrente para ficar entre os três melhores goleiros desse campeonato.
Flamengo
Fisicamente é uma mistura de Oséias com Denis Marques. O jovem atacante Diego Mauricio (19 anos) é muito mais habilidoso que os dois jogadores mencionados. Mais uma joia do Flamengo que arrumou o ataque do Flamengo, tão desorientado desde a saída de Vagner Love e Adriano. É dinheiro vivo em caixa.
Fluminense
Wellington Silva (17 anos) poderia ser a grande revelação do campeonato, pois o seu futebol chamou a atenção do Arsenal (Inglaterra). Mas o garoto não conseguiu manter o foco no Fluminense e desagradou o técnico Muricy Ramalho.
“Eu também não estou muito satisfeito com ele. Falta a treino, não chega no horário, briga com o pai, não é do Fluminense... Precisa ser jogador, porque ainda não é”, afirmou o treinador ao saber por um repórter que Wellington Silva estava satisfeito por não ter oportunidades no time.
Guarani
O jogador é do São Paulo, mas foi emprestado para o Guarani para adquirir experiência. Esse é Mazola, 21 anos. Habilidoso e com faro de gol, o garoto luta para ser reconhecido e não queimado como vários jogadores que o São Paulo empresta e não aproveita. Tem o perfil de seleção brasileira.
Internacional
Leandro Damião, 21 anos, é oportunista, habilidoso e veloz. Provou que tem estrela fazendo gols decisivos na Libertadores e no Brasileirão.
Palmeiras
Deola, 27 anos, não é mais um garoto, porém só teve oportunidade mesmo nessa temporada. Substituindo o eterno ídolo Marcos, Deola não compromete o trabalho do técnico Luis Felipe Scolari e justifica a fábrica de grandes goleiros que o Palmeiras sempre produziu. Merece ser um dos três melhores goleiros do campeonato.
Santos
Falar de revelação no Santos é covardia. Cada dia nasce um craque mais impressionante que o outro. Devemos fazer um estude cientifico para tal excelência. Para representar essa geração, nesse campeonato, o meia Alan Patric, 21 anos, é uma grande aposta. Precisa jogar mais, porém quando entrou em campo mostrou que é craque.
São Paulo
Antes era Marcelinho, agora é Lucas, 22 anos. Começou na escolinha do Marcelinho Carioca, treinou no Corinthians, mas preferiu a estrutura do São Paulo. Habilidoso, Lucas poderá formar um grande ataque em 2014 com Neymar e Ganso. Já é referencia no time tricolor.
Por isso o Brasil é impar no futebol. Imaginem se os donos do futebol fossem sérios, competentes e honestos...
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Trio de Ferro: sete rodadas e três diferentes destinos
Juntos, Corinthians, Palmeiras e São Paulo possuem 14 títulos nacionais, quatro Libertadores e quatro Mundiais de clubes. Agregam também 54,2 milhões de torcedores, segundo a pesquisa do Lance!, em agosto de 2010. Tradição, patrimônio e sofrimento, alegria e metas. Vida e (ou) morte a cada temporada.
O clássico entre Corinthians e Palmeiras, pela 31ª rodada do Brasileirão, colocou vários detalhes em um jogo tecnicamente fraco. Tite (re) estreava como técnico do timão, Ronaldo entrava em campo para a segunda partida seguida (fato raro em 2010), o time corintiano queria quebrar uma indigesta sequência de sete jogos sem vencer e voltar a sonhar com o título.
Para o Palmeiras, Felipão ainda estava dividido entre Sul Americana e Brasileirão, Valdívia, debilitado, jogaria até de muletas e o time vinha de uma série de oito jogos sem perder.
A possibilidade de título falou mais alto e o Corinthians sufocou o Palmeiras no primeiro tempo. O que era previsível se fez realidade e Bruno Cesar, aos 22 minutos, chutou forte a bola, que desviou em Marcos Assunção e enganou o goleiro Deola. Um gol três pontos e já bastava para o Corinthians, que seria beneficiado com a derrota do Cruzeiro e o empate do Fluminense.
Sem esboçar uma reação, agravada pela saída de Valdivia, o alviverde tentava sem competência enquanto o alvinegro esperava o tempo passar. O Corinthians luta pelo primeiro do título Campeonato Brasileiro pós cem anos e o Palmeiras agora foca, declaradamente, a Copa Sul Americana.
No mesmo horário paulista e às três horas da tarde em Ceará, o São Paulo, tentava a quarta vitória seguida. Com uma zaga remendada e sem Dagoberto, que foi preservado por tomar um medicamento sem consultar os médicos do clube, o tricolor foi presa fácil do Ceará. Fernandão voltava à equipe titular, mas sua lentidão não agradou a torcida e nem o técnico Paulo Cesar Carpegiani. Ricardo Oliveira apagado pouco criou. O meio campo carece de mais inteligência. (Hernanes faz muita falta e a líder Lazio agradece).
O vovô Ceará, que não tinha nada a ver com os problemas do rival, marcou com Magno Alves, aos 20 minutos do primeiro tempo e Diego Sarcoman, 15 minutos depois.
Após oito anos seguidos, o São Paulo parece que vai reencontrar a Copa do Brasil, fato que adia o projeto principal do clube para 2012, no mínino.
O Corinthians, com chances reais de título brasileiro, o Palmeiras, com chances reais de sucesso na Sul Americana e o São Paulo, praticamente confirmando na Copa do Brasil, compõe o atual quadro de força da capital paulista.
Paro ano de 2011, sonhos, ambições, investimentos e destinos diferentes para a segunda, terceira e quarta maiores torcidas do Brasil.
O clássico entre Corinthians e Palmeiras, pela 31ª rodada do Brasileirão, colocou vários detalhes em um jogo tecnicamente fraco. Tite (re) estreava como técnico do timão, Ronaldo entrava em campo para a segunda partida seguida (fato raro em 2010), o time corintiano queria quebrar uma indigesta sequência de sete jogos sem vencer e voltar a sonhar com o título.
Para o Palmeiras, Felipão ainda estava dividido entre Sul Americana e Brasileirão, Valdívia, debilitado, jogaria até de muletas e o time vinha de uma série de oito jogos sem perder.
A possibilidade de título falou mais alto e o Corinthians sufocou o Palmeiras no primeiro tempo. O que era previsível se fez realidade e Bruno Cesar, aos 22 minutos, chutou forte a bola, que desviou em Marcos Assunção e enganou o goleiro Deola. Um gol três pontos e já bastava para o Corinthians, que seria beneficiado com a derrota do Cruzeiro e o empate do Fluminense.
Sem esboçar uma reação, agravada pela saída de Valdivia, o alviverde tentava sem competência enquanto o alvinegro esperava o tempo passar. O Corinthians luta pelo primeiro do título Campeonato Brasileiro pós cem anos e o Palmeiras agora foca, declaradamente, a Copa Sul Americana.
No mesmo horário paulista e às três horas da tarde em Ceará, o São Paulo, tentava a quarta vitória seguida. Com uma zaga remendada e sem Dagoberto, que foi preservado por tomar um medicamento sem consultar os médicos do clube, o tricolor foi presa fácil do Ceará. Fernandão voltava à equipe titular, mas sua lentidão não agradou a torcida e nem o técnico Paulo Cesar Carpegiani. Ricardo Oliveira apagado pouco criou. O meio campo carece de mais inteligência. (Hernanes faz muita falta e a líder Lazio agradece).
O vovô Ceará, que não tinha nada a ver com os problemas do rival, marcou com Magno Alves, aos 20 minutos do primeiro tempo e Diego Sarcoman, 15 minutos depois.
Após oito anos seguidos, o São Paulo parece que vai reencontrar a Copa do Brasil, fato que adia o projeto principal do clube para 2012, no mínino.
O Corinthians, com chances reais de título brasileiro, o Palmeiras, com chances reais de sucesso na Sul Americana e o São Paulo, praticamente confirmando na Copa do Brasil, compõe o atual quadro de força da capital paulista.
Paro ano de 2011, sonhos, ambições, investimentos e destinos diferentes para a segunda, terceira e quarta maiores torcidas do Brasil.
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domingo, 10 de outubro de 2010
Acabou a festa corintiana?
Da liderança para o terceiro lugar e a cabeça de Adilson Batista de bandeja
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| Art Estanislau Junior |
Ainda de ressaca da festa do mês passado, quando o clube comemorou seu centenário muito bem vivido, o Corinthians assiste seu castelo de areia ruir nesse final de temporada. Muito marketing e muitas promessas transformaram o ambiente profissional em um palanque de Andrés Sanches, que comemorava e alfinetava seus rivais. Utopia que manobrou a massa corintiana escondendo dela os verdadeiros problemas.
Como no ano passado, o rendimento do time caiu bruscamente no segundo semestre. Da liderança para o terceiro lugar e a cabeça de Adilson Batista de bandeja. Ronaldo, para fiel, somente no Twitter mesmo. O jovem Dentinho não se recupera e a torcida insiste em cobrar, de forma ameaçadora, os jogadores se esquecendo de Mario Gobbi e Andrés Sanches. Irracionalidade contra o próprio patrimônio.
Quando o Corinthians coloca seus 11 titulares em campo é um time muito forte. Mas precisou mexer na zaga, meio campo e ataque e pronto, acaba virando um time comum. E para uma folha de pagamento alta, não é aceitável uma deficiência como essa. Ronaldo, Souza, Danilo, Bobadilha e Defederico ganham muito e produzem pouco.
É certo que o campeonato não está definido e uma mudança de postura, pelo menos dentro de campo, poderá levar o Corinthians novamente à liderança.
O título poderá fazer o mesmo estrago que fez no Flamengo, mas para torcida, seria bem vindo. Se continuar sem rumo, nem a vaga para a Libertadores será alcançada.
Ser grande tem o seu preço e o Corinthians não pode ser usado de maneira doentia e nada transparente de Andrés - discípulo de Dualib - amigo de Kia - escudeiro de Ricardo Teixeira e cabo eleitoral de Lula.
A vida é feita de escolhas e algumas delas começaram a cobrar o alto preço do clube...
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quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Em qual Muricy devemos confiar?
Com apenas três vagas para a Libertadores do ano que vem, a frustração poderá ser muito maior para as duas maiores folhas de pagamento do futebol brasileiro.
Essa reta final de campeonato brasileiro está com cara de filme reprisado. Vários postulantes ao título insistem em não aproveitar as chances de chegar à glória. Fluminense e Corinthians parecem apenas esquentar a ponta da tabela para o surgimento de um campeão de fato. Cruzeiro, Santos, Internacional, Atlético Paranaense e Grêmio correm por fora.
O tricolor carioca vive um momento de muita euforia. Sem brigar contra o rebaixamento, situação comum nos últimos anos, o time se sustenta na liderança e dribla os desfalques. Muricy Ramalho ganha outra oportunidade com um clube que investiu pesado nessa temporada. Conca, Fred, Deco, Mariano, Emerson e Rodriguinho são jogadores capazes que decidir uma partida a qualquer momento. Um elenco forte e com qualidade.
Quando esteve no São Paulo, Muricy Ramalho conquistou três campeonatos brasileiros seguidos. Um legítimo tri-campeonato. Reclamava a ausência de um meia armador, porém se garantia com uma zaga forte e compacta. Foi eleito o melhor treinador do país nesse período.
Ao deixar o Morumbi, Muricy assumiu o rival Palmeiras com muita expectativa da torcida e do presidente Luiz Gonzaga Belluzzo. Foi líder por dezenove rodadas, mas no final do campeonato não conquistou o título e, pior, não classificou o time para a Libertadores.
Em qual Muricy devemos confiar, no são-paulino vencedor em três anos, ou no palmeirense que fracassou?
Restando 10 rodadas para o final do Brasileirão 2010, o Fluminense terá pela frente dois clássicos (Botafogo e Vasco), três adversários diretos pelo título (Cruzeiro, Internacional e Atlético Paranaense), o melhor time do segundo turno (Grêmio), três times em posições intermediárias (São Paulo, Palmeiras e Guarani) e apenas um time na zona de rebaixamento (Goiás).
Seu principal rival na luta pelo título, o Corinthians, terá um caminho teoricamente mais fácil. Serão dois clássicos (São Paulo e Palmeiras), um adversário direto pelo título (Cruzeiro), quatro times em posições intermediarias em cinco jogos (Vasco 2x, Guarani, Flamengo e Vitória) e dois times ameaçados pelo rebaixamento (Avaí e Goiás).
Em uma competição de pontos corridos, a regularidade é determinante para o sucesso. Fluminense e Corinthians pecam pela queda de rendimento no segundo turno.
Com apenas três vagas para a Libertadores do ano que vem, a frustração poderá ser muito maior para as duas maiores folhas de pagamento do futebol brasileiro.
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010
Quem realmente manda nos clubes de futebol?
Com a demissão de Dorival Jr. a imprensa e os torcedores ficaram indignados com o poder que o atleta Neymar exerce no clube. O interessante que esse pseudo-comando é comum na maioria dos clubes do Brasil. Na hora que tem que optar por alguém, a diretoria sempre vai pender a balança para o patrimônio e não para o comandante. Por isso eu não entendo tal alvoroço.
Adriano e Pet mandavam e desmandavam no clube. O imperador treinava quando bem entendesse e o Sérvio, mesmo com uma ação na justiça contra o clube, confrontou com um diretor gerando a demissão do mesmo.
Mesmo com uma liderança positiva, Rogério Ceni é a extensão da voz do presidente Juvenal Juvêncio. Ele escala o time e, quando necessário, promove as substituições durante o jogo. Todo técnico em pauta para uma possível contratação tem que passar pelo critério do goleiro-artilheiro.
Ele é sócio, garoto-propaganda e embaixador do Corinthians. Joga quando quer e não se preocupa, como antes, com o físico. As contratações passam por seu aval, como foi o caso de seu amigo Roberto Carlos. Quando ele joga, nos raros momentos, todos do clube correm por ele. Esse é o Ronaldo Nazário, um fenômeno dentro e fora de campo.
Fred é o maior nome, pelo menos na visão do atleta, do clube. Jogou muita bola no ano passado, mas as seguidas contusões vêm tirando o sono da torcida e esticando a vida noturna do atleta. Recentemente ele praticamente mandou o médico do clube embora depois de várias críticas. Quando se recuperar é bom o Muricy escalá-lo para não se desgastar com o patrocinador do Fluminense...
Carlos Alberto é o símbolo do renascimento do Vasco. Até aprendeu a se controlar, mas ainda consegue criar alguns problemas para o elenco e para a diretoria. Dos comandantes citados, talvez seja o mais passivo, porém não deixa de mandar.
No caso do Galo o comando é do técnico Vanderlei Luxemburgo. Seria normal se esse poder não ultrapassasse as barreiras da comissão técnica e passaria a contratar jogadores, profissionais da comissão técnica, juízes (Wagner Tardelli), etc. Luxa é arquiteto, político, comentarista, modelo, atriz, manager, diretor e, às vezes, técnico.
Ultimamente ninguém manda lá, nem o São Marcos.
Futebol não é só paixão, é muito, mais muito negócio...
Vejam alguns casos da nossa Série A
Flamengo Campeão Brasileiro 2009
Adriano e Pet mandavam e desmandavam no clube. O imperador treinava quando bem entendesse e o Sérvio, mesmo com uma ação na justiça contra o clube, confrontou com um diretor gerando a demissão do mesmo.
São Paulo Futebol Clube de 20 longos anos
Mesmo com uma liderança positiva, Rogério Ceni é a extensão da voz do presidente Juvenal Juvêncio. Ele escala o time e, quando necessário, promove as substituições durante o jogo. Todo técnico em pauta para uma possível contratação tem que passar pelo critério do goleiro-artilheiro.
Corinthians desde 2009
Ele é sócio, garoto-propaganda e embaixador do Corinthians. Joga quando quer e não se preocupa, como antes, com o físico. As contratações passam por seu aval, como foi o caso de seu amigo Roberto Carlos. Quando ele joga, nos raros momentos, todos do clube correm por ele. Esse é o Ronaldo Nazário, um fenômeno dentro e fora de campo.
Fluminense/ Unimed
Fred é o maior nome, pelo menos na visão do atleta, do clube. Jogou muita bola no ano passado, mas as seguidas contusões vêm tirando o sono da torcida e esticando a vida noturna do atleta. Recentemente ele praticamente mandou o médico do clube embora depois de várias críticas. Quando se recuperar é bom o Muricy escalá-lo para não se desgastar com o patrocinador do Fluminense...
Vasco da Gama
Carlos Alberto é o símbolo do renascimento do Vasco. Até aprendeu a se controlar, mas ainda consegue criar alguns problemas para o elenco e para a diretoria. Dos comandantes citados, talvez seja o mais passivo, porém não deixa de mandar.
Atlético Mineiro
No caso do Galo o comando é do técnico Vanderlei Luxemburgo. Seria normal se esse poder não ultrapassasse as barreiras da comissão técnica e passaria a contratar jogadores, profissionais da comissão técnica, juízes (Wagner Tardelli), etc. Luxa é arquiteto, político, comentarista, modelo, atriz, manager, diretor e, às vezes, técnico.
Palmeiras
Ultimamente ninguém manda lá, nem o São Marcos.
Futebol não é só paixão, é muito, mais muito negócio...
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Análise ácida: Os personagens do primeiro turno
A seleção da rodada conta com o iluminado Elias, do caçula Atlético Goianiense
Mesmo o primeiro turno não ter concluído todas as partidas, Corinthians, Santos, Internacional e Vasco da Gama tiveram jogos adiados, alguns personagens se destacaram em um campeonato imprevisível que teve parada para a Copa do Mundo, trocas de técnicos e muito time grande brigando para não ser rebaixado.
Na parte de cima da tabela o Corinthians ainda pode ser o campeão do turno. Para conquistar o primeiro título do centenário, basta apenas vencer o Vasco da Gama. Na parte de baixo, o Galo Mineiro parece querer muito o bi-campeonato da Série B. Camisa sozinha não ganha jogo.
Então, senhoras e senhores, vamos aos personagens desse BR-10, até esse momento:
O Mico
Val Baiano não é melhor que o Adriano, como canta o jornalista Tiago Leifert. No ano passado, pelo Grêmio Barueri, o atacante marcou 18 gols. Transferiu-se para o México e esse ano teve a maior oportunidade da sua carreira me vestir a camisa do Flamengo. Não convenceu e, de esperança, virou motivo de piada com o apelido Valbulani. Dificilmente vai reverter essa situação, principalmente porque o time da Gávea investiu em Diego e Deivid.
O Aniversariante
O ano de 2010 marcou o centenário do clube mais popular do Brasil. É uma honra para o nosso futebol ter uma entidade tão rica em tradições e títulos. Só resta parabenizar nessa data querida!
O Fanfarrão
O presidente corintiano, Andrés Sanches, está rindo à toa. Conseguiu o projeto para o estádio do Timão, colocou o técnico Mano Menezes na seleção, comemorou o centenário corintiano e ainda manteve o tabu contra seu principal rival, o São Paulo. Sorridente ele esbanja o seu péssimo português em todas as emissoras de TV. Mas ainda falta justificar a estranha amizade com o Kia J. e com Ricardo Teixeira.
Sua rede de influencias navega em mares não muito cristalinos e uma hora a casa poderá cair.
O Turista
Ronaldo Fenômeno continua com o alto salário, prestigio e fora de forma. Ainda não sabe se aposenta ou joga pelo Corinthians. Sem ele o time ganhou entrosamento e vem brilhando nos gramados. Com ele a visibilidade mundial aumenta de forma assustadora. O certo mesmo é que o maior artilheiro de todas as Copas se divide em treinos e festas da alta sociedade.
O final do túnel está próximo...
Highlander
Rogério Ceni se confunde com o São Paulo. São 20 anos de serviços muito bem prestados com títulos e marcas pessoais. Pela determinação e profissionalismo, poderá renovar o seu contrato e jogar com mais de 40 anos.
Alguém duvida?
O Professor Pardal
Sergio Baresi quer garantir um contrato de gente grande no São Paulo. Para isso ele aposta nas “invenções” que tanto agradam a mídia. Quatro gols em campo reduzido, times com 12 jogadores, dvd’s dos adversários são algumas ideias do jovem treinador que, no momento, está apenas esquentando o banco de treinador.
Dom Pedro I
Neymar não fez como o Robinho e decidiu ficar no Santos. Recusou uma oferta milionária dos ingleses deixando seu empresário bastante, digamos, chateado e decretou o Dia do Fico. Marco para o nosso futebol que difere a administração de Luis Álvaro Ribeiro com a anterior.
O Iluminado
Elias, do Atlético Goianiense, é o grande nome desse primeiro turno. Empatado na artilharia com o Tevez “made in Brazil”, Bruno Cesar, vem salvando a honra dos goianos nesse campeonato. Valorizado, logo terá uma chance em um grande clube. Resta saber se ele não será um Val Baiano com vidro elétrico.
A Surpresa
O Botafogo do papai Joel tem incomodado os grandes do Brasil. Sob a batuta da prancheta mais famosa do Rio de Janeiro, o Fogão sonha com uma vaga para a Libertadores. Para um time que nos últimos anos lutou para não cair, essa campanha é uma agradável surpresa do time do seo Armando Nogueira.
Marajás
Ganhando muito dinheiro e produzindo muito pouco, o que não significa que não trabalhem bastante, Vanderlei Luxemburgo e Luis Felipe Scolari vem decepcionando duas torcidas tradicionais do Brasil. O Palmeiras não consegue uma boa sequencia no campeonato, é escalado com três zagueiros e cinco volantes e não tem o apoio da parceira Traffic para futuras contratações.
Já o Galo mineiro namora a zona de rebaixamento desde o começo da competição. Fica a pergunta: Vale a pena pagar tanto para os técnicos e não em jogadores diferenciados?
Pet 2 litros
O milionário time do Fluminense começou encantando a sua torcida com um futebol leve e ofensivo, mas vem caindo de produção a cada jogo e já permitiu que o Corinthians o ameaçasse a ponta da tabela. Perdeu o gás no meio da competição e agora luta contra a desconfiança dos críticos para conquistar um troféu que não vem desde 1984.
Mineiros Chilenos Cover
Como os amigos chilenos, Grêmio Prudente, Atlético Mineiro, Goiás e Atlético Goianiense lutam para sair do escuro buraco do rebaixamento. O Grêmio ainda namora o descenso e poderemos ter uma Série B de respeito em 2011. Para os reincidentes, não adianta mais fazer campanhas publicitárias, gravar DVD e convocar a torcida. Como time pequeno, subir e cair não faz parte da tradição dos grandes do nosso futebol.
Seleção do primeiro turno
1-Fernando Prass (Vasco da Gama)
2- Mariano (Fluminense)
3- Chicão (Corinthians)
4- Bolívar (Internacional)
5- Arouca (Santos)
6- Roberto Carlos (Corinthians)
7- Neymar (Santos)
8- Bruno Cesar (Corinthians)
9- Kleber (Palmeiras)
10- Conca (Fluminense)
11- Elias (Atlético Goianiense)
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