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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Mazembe escreve mais um capitulo da historia do futebol
E o Internacional de Porto Alegre fez história...
Desde 1960, primeiro ano da disputa intercontinental, que europeus e sul-americanos disputam o título de melhores do mundo. O monopólio chegou ao fim em 2004, pois no ano seguinte a disputa agregava times dos demais continentes e assim o título mundial ganhava mais sentido. Em 2000, ano piloto dessa forma de disputa, o Corinthians foi o primeiro Campeão Mundial da era FIFA, apesar das criticas e das contestações.
A diretoria colorado investiu muito esse ano. Ganhou a Libertadores quando trocou o técnico e aproveitou a janela de transferências para repatriar Rafael Sobis, Tinga e o goleiro Renan. Pela primeira vez o Internacional se preparava para esse mundial como favorito, já que o “maior” adversário, a Inter de Milão, não atravessa um bom momento. Tudo estava programado para o bi em Abu DhaBI. Ou pelo menos quase tudo...
Quando o time congolense derrotou o Pachuca, o torcedor colorado sorriu. Era o universo conspirando a favor do time brasileiro. Mas o futebol não dá muita atenção para o universo, equilíbrio e favoritismo. O Mazembe venceu o jogo histórico com dois gols que pareiam duas estocadas no coração guerreiro do futebol sul-americano. A África, depois de abrigar a Copa do Mundo, tem seu filho na final do Mundial de Clubes.
Qual será o ônus dessa derrota do Internacional? Ser o primeiro sul-americano a não participar da grande final coloca até a FIFA em maus lençóis. Celso Roth voltará a ser questionado e seu trabalho será colocado em xeque, mesmo fazendo o possível durante a partida com substituições corretas. Seu time jogou melhor, mas a objetividade foi do adversário.
Quem sabe que a zebra africana também não apronte na Copa do Mundo, em 2014, aqui mesmo no Brasil. Um torneio de tiro curto, ao contrário dos pontos corridos, nem sempre premia o melhor time.
Realmente não existe mais time bobo no futebol e ninguém ganha na véspera de uma partida.
Esse foi mais um capitulo da história do futebol mundial...
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 0 X 2 MAZEMBE
Local: Mohammad Bin Zayed Stadium, em Abu Dhabi (EAU)
Data/Hora: 14/12/2010 às 14h (horário de Brasília)
Árbitro: Bjorn Kluipers(HOL)
Auxiliares: Sander Von Roekel (HOL) e Berry Simons (HOL)
Renda/Público: Não divulgados.
Cartões amarelos: Índio(INT); Nkulukuta e Kasusula (MAZ).
Cartões vermelhos: Não houve.
Gols: Kabangu, 7'/2ºT (0-1); Kaluyituka, 40'/2ºT (0-2).
INTERNACIONAL: Renan, Nei, Bolívar, Índio e Kleber; Wilson Mathias, Guiñazu, Tinga(Giuliano, 18'/2ºT) e D'Alessandro; Rafael Sobis(Oscar, 27'/2ºT) e Alecsandro(Leandro Damião, 17'/2ºT). Técnico: Celso Roth.
MAZEMBE: Kidiaba, Nkulukuta, Kimwaki, Ekanga e Kasusula; Mihayo, Bedi, Kasongo e Kaluyituka; Singuluma e Kabamgu(Kanda, 39'/2ºT). Técnico: Lmine N'Diaye.
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Campeão Mundial pelo Internacional reforça o Linense
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| Ediglê com a taça do Mundial da FIFA |
“É um jogador bem experiente que vai nos ajudar muito. Estamos estudando bem os nomes para não errarmos na formação do grupo”, comentou Tadei.
De volta à elite após 54 anos, o Elefante da Noroeste, como é chamado o Linense pela sua torcida, manteve o elenco Campeão Paulista da Série A2 desse ano e ainda contratou, além de Ediglê, o volante Simão, ex-América Mineiro e o atacante Fausto, um dos maiores goleadores do futebol brasileiro na atualidade e dono da incrível façanha de 24 gols em 25 jogos, pelo próprio Linense, entre janeiro e abril desse de 2010.
A estreia do time de Lins no Paulistão será contra o Santos, no dia 16 de janeiro, em casa.
Video do gol de Ediglê pelo Maritimo
Video do gol de Ediglê pelo Maritimo
Ficha técnica
Ediglê Quaresma Farias
Data de Nascimento: 13/05/78 – 32 anos
Natural: Fortaleza CE
Peso: 79 kg
Altura: 1,85
Clubes
Ferroviário (1997)
Nacional (1998)
Ceará (1998)
Americano (1999)
Atlético Roraima (1999-2000)
Nacional (2001)
São Raimundo (2002-2003)
15 de Novembro (2004)
Internacional (2005-2007)
Maritimo-Portugal (2007-2008)
Portuguesa (2008-2009)
Náutico (2010)
Marcadores:
Campeonato Paulista,
Ediglê,
Internacional,
Linense
domingo, 14 de novembro de 2010
O campeonato brasileiro da emoção!
No futebol erros sempre acontecem e sempre acontecerão. Quem agradece é o Corinthians, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro no ano de seu centenário. Polemica e sofrimento bem ao estilo da torcida corintiana que vê em Ronaldo o responsável pelo respaldo de vencedor.
Mais uma vez o nosso campeonato nacional causa inveja nos gigantes europeus. A cada rodada, uma história diferente com diversos protagonistas. O título, a vaga para a Libertadores e a luta da permanência na elite são ingredientes que valorizam cada vez mais a conquista. Oxalá um dia uma organização condizente ao nosso espetáculo dentro de campo venha administrar o futebol brasileiro.
Na partida entre Corinthians e Cruzeiro, muita reclamação. Um pênalti duvidoso em Ronaldo no final do jogo, coloca momentaneamente o Cruzeiro como azarão na briga pelo título. Embalado, o time corintiano aguarda o penta, pois só depende de suas próprias forças.
O farol está aceso!
Já o Fluminense tropeçou contra o Goiás e não é mais o primeiro da tabela. O empate em 1 a 1 leva os rivais a ressuscitarem a mala branca, o apoio da CBF e o complô pró Corinthians. Tudo isso vende jornais, mas não justifica nada até que seja provado.
No ano passado, o primeiro colocado na trigésima quinta rodada era o São Paulo com 62 pontos. O Flamengo era o vice-líder com 60 pontos, dois a menos que o líder. O terceiro colocado era o Palmeiras com 59 pontos e o Internacional era o quarto colocado com 56 pontos. No final do campeonato, o Cruzeiro foi o quarto colocado com 62 pontos desbancando o Palmeiras na luta pela ultima vaga para Libertadores. O São Paulo terminou em terceiro com 65 pontos, perdendo a liderança depois de duas derrotas seguidas na 36ª e 37ª rodadas. O Internacional foi o vice-campeão com 65 pontos e o Flamengo levou a taça com 67 pontos conquistados em 38 rodadas.
Nesse ano o líder Corinthians tem 63 pontos, apenas um a mais que o Fluminense e três a mais que o Cruzeiro. Uma rodada de vantagem.
Nada está perdido para esses três times como também nada está ganho.
Faltam nove pontos em três rodadas condenando milhões de torcedores rivais para a glória ou para a frustração.
Esse é o nosso futebol, caminhando com suas próprias pernas apesar do calendário e da desorganização.
Estanislau de Oliveira Lima Junior
MSN estanislau.10@hotmail.com
Blog http://www.blogdolaujr.blogspot.com/
Twitter www.twitter.com/blogdolau
São José do Rio Preto SP
Mais uma vez o nosso campeonato nacional causa inveja nos gigantes europeus. A cada rodada, uma história diferente com diversos protagonistas. O título, a vaga para a Libertadores e a luta da permanência na elite são ingredientes que valorizam cada vez mais a conquista. Oxalá um dia uma organização condizente ao nosso espetáculo dentro de campo venha administrar o futebol brasileiro.
Na partida entre Corinthians e Cruzeiro, muita reclamação. Um pênalti duvidoso em Ronaldo no final do jogo, coloca momentaneamente o Cruzeiro como azarão na briga pelo título. Embalado, o time corintiano aguarda o penta, pois só depende de suas próprias forças.
O farol está aceso!
Já o Fluminense tropeçou contra o Goiás e não é mais o primeiro da tabela. O empate em 1 a 1 leva os rivais a ressuscitarem a mala branca, o apoio da CBF e o complô pró Corinthians. Tudo isso vende jornais, mas não justifica nada até que seja provado.
No ano passado, o primeiro colocado na trigésima quinta rodada era o São Paulo com 62 pontos. O Flamengo era o vice-líder com 60 pontos, dois a menos que o líder. O terceiro colocado era o Palmeiras com 59 pontos e o Internacional era o quarto colocado com 56 pontos. No final do campeonato, o Cruzeiro foi o quarto colocado com 62 pontos desbancando o Palmeiras na luta pela ultima vaga para Libertadores. O São Paulo terminou em terceiro com 65 pontos, perdendo a liderança depois de duas derrotas seguidas na 36ª e 37ª rodadas. O Internacional foi o vice-campeão com 65 pontos e o Flamengo levou a taça com 67 pontos conquistados em 38 rodadas.
Nesse ano o líder Corinthians tem 63 pontos, apenas um a mais que o Fluminense e três a mais que o Cruzeiro. Uma rodada de vantagem.
Nada está perdido para esses três times como também nada está ganho.
Faltam nove pontos em três rodadas condenando milhões de torcedores rivais para a glória ou para a frustração.
Esse é o nosso futebol, caminhando com suas próprias pernas apesar do calendário e da desorganização.
Estanislau de Oliveira Lima Junior
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Internacional reconquista a América
Coloradamente merecido!
Pela segunda vez o Internacional de Porto Alegre pinta a América de vermelho coroando a competência dentro e fora de campo. A diretoria soube contratar certo na hora certa, trocou o comando na parada da Copa do Mundo e deu todo o respaldo para o desacreditado, porém competente, novo técnico Celso Roth. Dentro de campo os jogadores foram guerreiros, porém não abriram mão de jogar o fino da bola. Exemplo para muita gente.
O adversário derrotado pelo colorado na final entrou no meio da competição, devido à gripe suína do ano passado. Por ser um time mexicano, o Chivas não poderia desfrutar da vaga para o Mundial de Clubes da FIFA, caso vencesse. Uma mirabolante estratégia da submissa Conmebol que o Internacional salvou de um vexame histórico.
O jogo final, disputado na grama natural do estádio Beira-Rio, foi emocionante do começo ao fim. Um meio campo sabiamente preenchido pelo Internacional obrigava o Chivas a arriscar com jogadas de profundidade. Taison aliou habilidade com velocidade e chegava facilmente na linha de fundo.
No final do primeiro tempo Fabian fez o gol que dava esperanças para os mexicanos.
Na etapa final o colorado empatou com Sobis, aos 16 minutos. Entregue o Chivas apelava para a violência. Aos 30 minutos, Leandro Damião, que acabara de entrar no lugar de Sobis, virou o jogo em uma jogada de contra-ataque. Estrela de Celso Roth.
Giuliano, para o Internacional aos 44 minutos, e Araujo, aos 47 minutos, deram números finais para o jogo que quebrou uma sequência de vices que o Brasil amargava. Apesar dos títulos do São Paulo, em 2005, e o próprio Inter, em 2006, os brasileiros são vice-campeões há seis anos seguidos.
Sem muita cerimônia, podemos destacar o Internacional como o time da década a ser batido.
Que venham os italianos...
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 3 X 2 CHIVAS
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).
Data/Hora: 18/8/2010, às 22h (de Brasília).
Árbitro: Oscar Ruiz (COL).
Auxiliares: Abraham González (COL) e Humberto Clavijo (COL).
Renda/público: R$ 2.148.430,00 / 53.124 pagantes.
Cartões amarelos: Bolívar, Giuliano (INT); De Luna, Fabian, Bautista, Omar Bravo (CHI).
Cartões vermelhos: Araujo (CHI, 41'/2ºT).
Gols: Fabian, 42'/2ºT (0-1); Rafael Sobis, 16'/2ºT (1-1); Leandro Damião, 30'/2ºT (2-1); Giuliano, 44'/2ºT (3-1); Araujo, 47'/2ºT (3-2).
INTERNACIONAL: Renan, Nei, Bolívar, Indio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Mathias, 38'/2ºT) e D'Alessandro; Taison (Giuliano, 20'/2ºT) e Rafael Sobis (Leandro Damião, 27'/2º).
Técnico: Celso Roth.
CHIVAS: Luis Michel, De Luna, Reynoso, Magallón e Ponce (Escalante, 34'/2ºT); Báez (Vázquez, 36'/2ºT), Araújo e Fabian; Arellano, Bautista e Omar Bravo.
Técnico: José Luís Real.
Pela segunda vez o Internacional de Porto Alegre pinta a América de vermelho coroando a competência dentro e fora de campo. A diretoria soube contratar certo na hora certa, trocou o comando na parada da Copa do Mundo e deu todo o respaldo para o desacreditado, porém competente, novo técnico Celso Roth. Dentro de campo os jogadores foram guerreiros, porém não abriram mão de jogar o fino da bola. Exemplo para muita gente.
O adversário derrotado pelo colorado na final entrou no meio da competição, devido à gripe suína do ano passado. Por ser um time mexicano, o Chivas não poderia desfrutar da vaga para o Mundial de Clubes da FIFA, caso vencesse. Uma mirabolante estratégia da submissa Conmebol que o Internacional salvou de um vexame histórico.
O jogo final, disputado na grama natural do estádio Beira-Rio, foi emocionante do começo ao fim. Um meio campo sabiamente preenchido pelo Internacional obrigava o Chivas a arriscar com jogadas de profundidade. Taison aliou habilidade com velocidade e chegava facilmente na linha de fundo.
No final do primeiro tempo Fabian fez o gol que dava esperanças para os mexicanos.
Na etapa final o colorado empatou com Sobis, aos 16 minutos. Entregue o Chivas apelava para a violência. Aos 30 minutos, Leandro Damião, que acabara de entrar no lugar de Sobis, virou o jogo em uma jogada de contra-ataque. Estrela de Celso Roth.
Giuliano, para o Internacional aos 44 minutos, e Araujo, aos 47 minutos, deram números finais para o jogo que quebrou uma sequência de vices que o Brasil amargava. Apesar dos títulos do São Paulo, em 2005, e o próprio Inter, em 2006, os brasileiros são vice-campeões há seis anos seguidos.
Sem muita cerimônia, podemos destacar o Internacional como o time da década a ser batido.
Que venham os italianos...
FICHA TÉCNICA:
INTERNACIONAL 3 X 2 CHIVAS
Estádio: Beira-Rio, em Porto Alegre (RS).
Data/Hora: 18/8/2010, às 22h (de Brasília).
Árbitro: Oscar Ruiz (COL).
Auxiliares: Abraham González (COL) e Humberto Clavijo (COL).
Renda/público: R$ 2.148.430,00 / 53.124 pagantes.
Cartões amarelos: Bolívar, Giuliano (INT); De Luna, Fabian, Bautista, Omar Bravo (CHI).
Cartões vermelhos: Araujo (CHI, 41'/2ºT).
Gols: Fabian, 42'/2ºT (0-1); Rafael Sobis, 16'/2ºT (1-1); Leandro Damião, 30'/2ºT (2-1); Giuliano, 44'/2ºT (3-1); Araujo, 47'/2ºT (3-2).
INTERNACIONAL: Renan, Nei, Bolívar, Indio e Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga (Wilson Mathias, 38'/2ºT) e D'Alessandro; Taison (Giuliano, 20'/2ºT) e Rafael Sobis (Leandro Damião, 27'/2º).
Técnico: Celso Roth.
CHIVAS: Luis Michel, De Luna, Reynoso, Magallón e Ponce (Escalante, 34'/2ºT); Báez (Vázquez, 36'/2ºT), Araújo e Fabian; Arellano, Bautista e Omar Bravo.
Técnico: José Luís Real.
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