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quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sete motivos para o são-paulino não torcer pelo Santos na Libertadores

1.     Em caso de conquista santista, o São Paulo não será mais o soberano brasileiro na Libertadores e dividirá esse posto de tri-campeão com o Santos.

2.     O técnico Muricy Ramalho perdeu uma final com o São Paulo em 2006 e vencendo esse torneio demonstrará que a estrutura tricolor não é tão diferenciada como insistem em divulgar.

3.     A final será disputada no Pacaembu, fazendo do Santos cúmplice do boicote de Andrés Sanches, da Federação Paulista e da CBF no Morumbi.

4.     O Peñarol é do Uruguai, pátria de grandes ídolos do São Paulo como Pedro Rocha, Dario Pereira, Forlan e Lugano.

5.     O técnico do Peñarol é Diego Vicente Aguirre Camblor, jogador do São Paulo na década de 90.

6.     Caso vença a Libertadores, o Santos não se dedicará no Campeonato Brasileiro e não atrapalhará os rivais Corinthians, Cruzeiro, Internacional, Grêmio, Flamengo e Palmeiras, sempre favoritos a uma vaga no G-4.

7.     Imaginem se a final do Mundial Interclubes for entre Barcelona e Santos e o Neymar, em dia inspirado, superar o Messi... 


    Mesmo com todos esses motivos, deixando de lado a rivalidade, o Santos tem o melhor futebol e merece esse título e a sua conquista valorizará o futebol brasileiro sendo benéfico a todos.

terça-feira, 17 de maio de 2011

O São Paulo de Juvenal Juvêncio não é mais exemplo para ninguém



O que era doce acabou. Assim caminha o São Paulo Futebol Clube nas mãos sedentas e tremulas do presidente Juvenal Juvêncio.







A fama de time mais organizado do Brasil, que se consolidou na gestão do saudoso Marcelo Portugal Gouveia, deu lugar para falta de planejamento, brigas politicas que minaram o poder do clube e confrontos de jogadores, dirigentes e treinadores pela imprensa. Tudo que era orgulho, agora é apenas lembrança. O São Paulo desceu ao patamar brasileiro.






Juvenal Juvêncio já foi vencedor. Ganhou três campeonatos nacionais fazendo do clube, até então, o soberano do Brasil. Porém essa soberania transformou-se em soberba cegando os olhos do presidente. Há dois anos e meio sem comemorar títulos, o Morumbi não estará na Copa do Mundo e nem a vaga para a Libertadores parece tão perto quanto antes. O orgulho tricolor está ferido.






O estatuto do clube foi rasgado. A reeleição que aconteceu no dia 19 de abril foi uma vergonha. Sem uma oposição atuante, o clube é dirigido de maneira centralizadora e equivocada. Mas a pose continua intacta.






A saída de Marco Aurélio Cunha escancarou a fragilidade da diretoria. Todo mundo se sente no direito de falar o que bem entende, seja via twitter, rádio ou TV. A ética deu lugar ao barraco.






Depois de tanto blindar a joia Oscar, uma ação trabalhista levou o garoto para o Internacional. Diogo, grande promessa na lateral esquerda, não jogará mais no clube, apesar da vigência de seu contrato com o tricolor. Hernanes, André Dias e Arouca foram vendidos por valores aquém da realidade. Já Rodrigo Souto e Cleber Santana vieram a peso de ouro. Luis Fabiano, que também rendeu alguns milhares de Euros, ainda não estreou. Ainda Baleado, tomara não decepcione quando entrar em campo.






Enfim, ao invés da torcida jogar ovos e chutar a porta de carro dos jogadores, que bem ou mal entram em campo e cumpre seus compromissos pelo clube, a torcida deveria questionar a legitimidade do atual mandato de Juvenal Juvêncio e sua diretoria na justiça.






O problema não está em campo ou no banco de reservas, está nos bastidores obscuros de um ditador perdido na obsessão regada a um legítimo e caro whisky escocês.

terça-feira, 3 de maio de 2011

Melhores Momentos de São Paulo 0 x 2 Santos (Semifinal do Campeonato Paulista da Série A1 (2011)

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Melhores momentos de São Paulo 2 x 0 Portuguesa



domingo, 27 de março de 2011

Rogério Ceni, três dígitos de gols e competência



O jogo não valia título, mas se tornou especial. Com um tabu de 11 jogos, que castigava a torcida são-pauilina por quatro anos, e uma esperança de imortalizar o maior ídolo do São Paulo, Rogério Ceni, o dia 27 de março de 2011 entrou para a história do futebol. Pela primeira vez um goleiro marca pela centésima vez. Assim é Rogério Ceni, o maior de todos, mais uma vez, pela centésima vez...




Dentro de campo, as equipes buscaram a vitória minuto a minuto. Os goleiros trabalhavam bem e as defesas estavam levando vantagem sobre os atacantes. Sem Lucas, o tricolor centralizava o seu jogo. No lado corintiano, o levezinho recebia uma marcação implacável.


 Mas aos 39 minutos do primeiro tempo Dagoberto acertou um belo chute. Era o primeiro gol do São Paulo e o começo do fim do tabu corintiano.



Na etapa final, o camisa 01 brilhou. Aos oito minutos, de falta, Rogério marcou o centésimo. Imortalizou o goleiro Julio Cesar, que ao lado de Andrada e Magrão, recebeu a marca da marca. A roleta russa “ceniana” achou o jovem corintiano. Festa do tricolor e do futebol.


 Dentinho ainda descontou, aos 22 minutos, mas não passou disso. Protagonizou, como Dagoberto o momento acéfalo prejudicando seus times. Saíram de cena para Rogério brilhar sozinho.



Rogério Ceni revolucionou a posição de goleiro. Faz gols, lançamentos e dribles. Orienta o time, ajuda nas contratações e treina exaustivamente, como se fosse um menino que subiu para o time de cima. Quando está diante dos microfones, fala corretamente e define a sua posição. Ceni é o 18º maior artilheiro do São Paulo. Por não fazer questão de agradar politicamente a todos, Rogério é taxado injustamente de antipático. Tudo que não é espelho, a imprensa acha feio.



Diante de tantas colisões que o São Paulo vem sofrendo ultimamente, a torcida comemora feliz. Luis Fabiano está de volta, o time venceu, finalmente, o rival e Rogério Ceni é único.



Para alegria dos apaixonados, essa página na história do futebol mostrou que o normal às vezes pode ser diferente e competente.



Enquanto todos têm goleiros, somente o São Paulo tem Rogério “Air” Ceni.



Cem mais palavras...






FICHA TÉCNICA


SÃO PAULO 2X1 CORINTHIANS


Data: 27/03/2011 - 16:00


Estádio: Arena Barueri Cidade, Barueri (SP)


Arbitro: Guilherme Ceretta de Lima


Auxiliares: Celso Barbosa de Oliveira e Carlos Alberto Funari.


Renda/público: R$ 449.201,00 / 17.633 pagantes


Cartões amarelos: Dagoberto, Rogério Ceni, Junior Cesar, Rhodolfo, Ilsinho (SPO); Jorge Henrique (COR)


Cartões vermelhos: Alessandro, 18'/2ºT (COR); Dagoberto, 23'/2ºT (SPO); Dentinho, 27'/2ºT (COR)


GOLS: Dagoberto, 39'/1ºT (1-0); Rogério Ceni, 8'/2ºT (2-0); Dentinho, 22'/2ºT (2-1)


SÃO PAULO: Rogério Ceni, Rhodolfo, Alex Silva, Miranda e Junior Cesar; Rodrigo Souto (Casemiro, 36'/2ºT), Jean, Carlinhos e Ilsinho (Marlos, 25'/2ºT); Fernandinho (Rivaldo, 42'/2ºT) e Dagoberto. Técnico: Paulo César Carpegiani.


CORINTHIANS: Julio César, Alessandro, Chicão, Leandro Castan e Fábio Santos (Danilo, 39'/2ºT); Ralf, Paulinho, Morais (Luis Ramírez, 16'/2ºT) e Jorge Henrique (Willian, 16'/2ºT); Dentinho e Liedson. Técnico: Tite.







terça-feira, 1 de março de 2011

Choque-Rei na visão do Globo Esporte




sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Primeiro gol de Rivaldo com a camisa (manto) tricolor + Os gols da rodada










quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Os gols de São Paulo 3 x 0 São Bernardo

Miranda e Maikon Leite: Exemplos de profissionalismo


Dois jogadores nesse começo de Campeonato Paulista estão esbanjando profissionalismo e caráter. Miranda, pelo São Paulo e Maikon Leite, pelo Santos. Ambos estão com suas vidas resolvidas a partir do segundo semestre e mesmo assim estão jogando o fino da bola.


O zagueiro Miranda assinou um pré-contrato com o Atlético de Madri e foi acusado de deixar o São Paulo a ver navios. Incompetência da diretoria tricolor que não o vendeu quando ofereceram uma boa quantia e insistiram no erro ao não renovar o contrato.

 
Jogar qualquer culpa em Miranda é desviar o foco de um presidente que tem a mentalidade equivocada. Perdeu o garoto Oscar, vendeu Hernanes muito abaixo que o profeta vale e, quando contratou, apostou no bom e de graça. Juvenal Juvêncio parou no tempo e merece férias, definitivas, do comando são-paulino. Miranda sempre honrou seus compromissos e as cores do São Paulo.

 No caso do atacante Maikon Leite, a ferida é maior. O jogador sofreu uma grave lesão e se tratou no Santos. Quando se recuperou, muitos torceram o nariz e não acreditaram na sua carreira. Achavam que ele seria um novo Pedrinho, ex-Santos, Palmeiras, Vasco, etc. Emprestaram para o Atlético Paranaense e o garoto ressurgiu das cinzas. Nesse período o Palmeiras, por incrivel que pareça, contratou o atacante para o segundo semestre. Chapéu do rival e agora, com cara de bobos, os dirigentes santistas tentam arrumar o estrago.


Apostar e errar faz parte dos negócios que agitam o mundo do futebol, mas quando o assunto é um jogador que qualidade que já está no clube é inadmissível perde-lo sem lucrar.
 Miranda e Maikon Leite, alheios a toda cortina de fumaça, entram em campo desfilando suas técnicas e aumentando ainda mais o arrependimento dos visionários dirigentes de São Paulo e Santos.

 Apesar da amarga lição, outros capítulos estão por vir, pois P.H. Ganso e Dagoberto se queixam de reconhecimento e, mesmo com contratos vigentes, por render bem menos do esperado aos cofres de seus clubes.








quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

São Paulo F.C. recalculando a rota para 2011




A ausência do São Paulo na Libertadores fará bem ao clube. Sem a obsessão cega de ganhar o torneio e esquecer que existe vida no Paulista, na Copa do Brasil, Sul-Americana e Brasileirão, o tricolor de 2011 será o Santos de 2010. Material humano e técnico tem para tal feito.




Sem contratar jogadores medianos pelo simples fato de não pagar multa rescisória, o São Paulo lançará, FINALMENTE, os meninos da base. Lucas, Lucas Gaúcho, Casemiro, Diogo, Henrique e o recém-contratado, Willian José, terão a chance de provar que o caminho é a renovação mesclada com a experiência de Rogério Ceni, Fernandão, Alex Silva e Miranda. Marlos e Fernandinho, bom, eles correm por fora.

 O Campeonato Paulista, tão desdenhado pela diretoria, agora é visto como redenção da fase fosca do São Paulo. Já a Copa do Brasil vale vaga para a Libertadores e representará um título inédito. Mas, como é no caso da CBF, não adianta renovar o elenco e permanecer com os mesmo coronéis. Juvenal Juvêncio tem que largar o osso e dar oportunidade para uma liderança inovadora, quem sabe parecida com a do presidente do Santos.



Quem ganha com essa nova postura, que só veio á tona devido à perda da vaga para a Libertadores, são os torcedores do interior. Eu me lembro que no ano passado apenas o Richarlysson era o titular que viajou para Mirassol e jogou contra o Leão da Araraquarense. Essa atitude foi um desrespeito com a torcida, pois o clube poupou tanto os jogadores que eles não adquiriram o entrosamento no restante da temporada. E deu no que deu...



"E é por essas e outras" que a humildade poderá ganhar força no “soberano” que, nos últimos anos, confundiu competência com soberba.



quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Copa São Paulo: O golaço do dia!

O golaço desta quarta-feira (12) na Copa São Paulo de Futebol Júnior foi de Alfredo, do São Paulo. Jogador recebeu na pequena área, dominou e marcou o terceiro do Tricolor na partida. A derrota por 3 a 0 eliminou o time de Limeira da Copinha









Fonte:   Sportv

domingo, 21 de novembro de 2010

Doce derrota...



Dessa vez o desempenho do São Paulo não ajudou o Corinthians como em 2004. Não faltou profissionalismo do tricolor, apenas o Fluminense atualmente é melhor e briga pelo título. Jogar sem motivação contra um bom time é complicado.



Rogério Ceni falhou em um dos quatro gols sofridos, mas fez milagres no primeiro tempo. Sem Ricardo Oliveira e Dagoberto o ataque tentou sem êxito. As duas expulsões, Xandão e Richarlyson, foram corretas e normais, principalmente do chiliquento camisa 20.



O Corinthians poderia estar em outra situação se fosse tão regular fora de casa quando é no Pacaembu. Se houve má vontade em 2008, o universo se encarregou de equilibrar as coisas e o castigo chegou.



Sem ter nada a ver com isso, o Fluminense de Muricy, Conca, Deco, Fred e Mariano, retoma a liderança sonha com o título.



A notícia da possível proposta do Corinthians para o zagueiro Miranda, na ultima sexta-feira, foi um tiro no pé. Não é momento para esse confronto das duas diretorias que se odeiam. Não é momento para o Corinthians deixar vazar essa informação, pois só eles contariam para alguém.



No esporte não há lugar para soberba, o São Paulo está pagando por isso há dois anos, e não há lugar para amadorismo como o do Corinthians que paga muito para jogadores que não produzem ou por deficiência técnica ou por jogar de menos (Souza, Defederico, Ronaldo, etc).



Nada está definido ainda, mas restam apenas seis pontos para o final do campeonato mais emocionante do mundo.

domingo, 14 de novembro de 2010

O campeonato brasileiro da emoção!

No futebol erros sempre acontecem e sempre acontecerão. Quem agradece é o Corinthians, que assumiu a liderança do Campeonato Brasileiro no ano de seu centenário. Polemica e sofrimento bem ao estilo da torcida corintiana que vê em Ronaldo o responsável pelo respaldo de vencedor.




Mais uma vez o nosso campeonato nacional causa inveja nos gigantes europeus. A cada rodada, uma história diferente com diversos protagonistas. O título, a vaga para a Libertadores e a luta da permanência na elite são ingredientes que valorizam cada vez mais a conquista. Oxalá um dia uma organização condizente ao nosso espetáculo dentro de campo venha administrar o futebol brasileiro.



Na partida entre Corinthians e Cruzeiro, muita reclamação. Um pênalti duvidoso em Ronaldo no final do jogo, coloca momentaneamente o Cruzeiro como azarão na briga pelo título. Embalado, o time corintiano aguarda o penta, pois só depende de suas próprias forças.






O farol está aceso!



Já o Fluminense tropeçou contra o Goiás e não é mais o primeiro da tabela. O empate em 1 a 1 leva os rivais a ressuscitarem a mala branca, o apoio da CBF e o complô pró Corinthians. Tudo isso vende jornais, mas não justifica nada até que seja provado.



No ano passado, o primeiro colocado na trigésima quinta rodada era o São Paulo com 62 pontos. O Flamengo era o vice-líder com 60 pontos, dois a menos que o líder. O terceiro colocado era o Palmeiras com 59 pontos e o Internacional era o quarto colocado com 56 pontos. No final do campeonato, o Cruzeiro foi o quarto colocado com 62 pontos desbancando o Palmeiras na luta pela ultima vaga para Libertadores. O São Paulo terminou em terceiro com 65 pontos, perdendo a liderança depois de duas derrotas seguidas na 36ª e 37ª rodadas. O Internacional foi o vice-campeão com 65 pontos e o Flamengo levou a taça com 67 pontos conquistados em 38 rodadas.



Nesse ano o líder Corinthians tem 63 pontos, apenas um a mais que o Fluminense e três a mais que o Cruzeiro. Uma rodada de vantagem.



Nada está perdido para esses três times como também nada está ganho.



Faltam nove pontos em três rodadas condenando milhões de torcedores rivais para a glória ou para a frustração.



Esse é o nosso futebol, caminhando com suas próprias pernas apesar do calendário e da desorganização.



















 
 
 
 
 
 
Estanislau de Oliveira Lima Junior

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São José do Rio Preto SP

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Quando manipular resultado é crime ou legítimo?

O esporte mundial vive um momento emblemático em pleno começo de século. A ética e o espírito esportivo são destaques nas rodas de bares e na imprensa de um modo geral e formam duas teses que colocam a paixão cara a cara com a razão. Quando a decisão de manipular me favorece, é legitimo, caso contrário é um crime.




Que sempre existiu manipulação de resultados é um fato tão certo quanto 2+2 =4. O ser humano é passível de erro e por causa da sua imperfeição, é corrupto por natureza.



Agora o Corinthians, que não foi tão empenhado no ano passado na partida contra o Flamengo em Campinas prejudicando os rivais São Paulo e Palmeiras, está nas mãos deles. Por não depender apenas de suas forças, o único título do centenário está ameaçado pela vingança motivada pelas torcidas. Marmelada em favor do líder Fluminense ganha força.



Quem aceita a mala branca para ganhar uma partida, que é a obrigação do atleta profissional, pode muito bem aceitar mala preta para entregar uma partida.



Quem perde uma partida profissional para prejudicar o rival, pode muito bem perder uma partida para derrubar o técnico. Em todos esses casos, a falta de caráter e honestidade é predominante.








Algumas manchas do Esporte


Formula 1


Na Formula 1 é comum ver os tão falados jogos de equipes, ou seja, pseudônimos de marmeladas. Ayrton Senna deixou o seu companheiro Berger passar, Rubinho fez o mesmo com Schumacher, Kimi Raikkonen com Felipe Massa e mesmo Massa com Fernando Alonso. Em todos os casos, seja por gratidão ou luta pelo título, quem participou errou. É contra a ética.



No GP de Cingapura, em 2008, Nelsinho Piquet bateu o carro de propósito para forçar a entrada do carro de segurança na pista. Alonso foi para o pit stop antes de todo mundo e ganhou a prova. No ano seguinte a farsa caiu e Flavio Briatore, mentor dessa marmelada, foi banido do esporte.



Postura desejada e esperada



A equipe RBR pode fechar com chave de ouro essa temporada sem utilizar dessa manipulação, pois seus pilotos disputam o título com Alonso e o mundial de construtores já foi ganho por antecipação. É possível ganhar legitimamente.



Vôlei



Esse ano a equipe de Bernardinho se envolveu nessa polemica. Revoltados com o regulamento que beneficiava a Itália e com problemas de levantadores, um time reserva foi colocado em quadra e a má vontade de vencer culminou na derrota a Bulgária. Com o resultado, o Brasil seguiu no torneio em uma chave mais tranqüila e conquistou o terceiro título seguido do Campeonato Mundial de Vôlei. E não precisava de nada disso, pois a equipe comandada por Bernardinho é a melhor seleção do mundo e venceria em qualquer chave.



Futebol



Campeonato Paulista de 77. Até hoje festejado pelos corintianos, foi marcado pela expulsão de Rui Rey, da Ponte Preta. Com um a menos, o Timão quebrou um longo jejum de títulos que durava 23 anos. Rui Rey foi contratado pelo Corinthians logo em seguida.



Na Copa do Mundo de 1978, a anfitriã Argentina, que vivia uma forte crise política, venceu o Peru por 6 a 0 e se classificou para a final pelo saldo de gols. A Copa não poderia ficar com o Brasil, melhor equipe, e foi então que os bastidores entraram em cena e a vergonha foi eternizada para a história.



Espanha 1982. A Copa do Mundo novamente é destaque mundial, não pela beleza do esporte, mas pela falta de seriedade. Uma vitória simples da Alemanha sobre a Áustria classificaria as duas seleções e eliminaria a sensação Argélia. Ainda no primeiro tempo os alemães fizeram 1 a 0 e depois tocaram a bola até o jogo acabar.



Em 1986, América e XV de Jaú fizeram o jogo da marmelada no Campeonato Paulista. Não jogaram futebol e o empate em 0 a 0 beneficiou os dois times e prejudicou o Comercial de Ribeirão Preto, que caiu para a divisão intermediaria.

 Se não desejarmos uma postura ética e correta no esporte, também poderemos esquecer de cobrar honestidade dos governantes e caráter dos nossos filhos.



Perder de propósito não é malandragem, é muito mais sério.



Profissional, a decisão é sua. E a consciência também...









domingo, 7 de novembro de 2010

Clássico Majestoso: Um trauma são-paulino

Isabella, musa do Corinthians 2010


O que será que passa na cabeça dos jogadores do São Paulo quando jogam contra o Corinthians?




Respeito, medo ou algum trauma de infância?



Depois de uma partida taticamente perfeita contra o Cruzeiro, o elenco tricolor teve tempo para treinar e se preparar para enfrentar um rival que não superava há três anos e 10 meses. Porém, trinta e nove mil são-paulinos viram seu time falhar mais uma vez.



Com a chegada do técnico Carpegiani, o São ganhou um padrão de jogo, detalhe que não tinha desde o tempo de Ricardo Gomes. É mais consciente no meio de campo e mais organizado na zaga. Mas o ataque ainda não agride o adversário com personalidade. Dagoberto e Lucas se arriscam em jogadas individuais enquanto Ricardo Oliveira se desdobra para finalizar nas poucas oportunidades que recebe. Fernandão, armando, é um jogador medíocre está apagando o seu futebol e sua história vai se perdendo melancolicamente.



Do outro lado, o Corinthians mostrou que vai brigar pelo titulo. A experiência dos consagrados Ronaldo Roberto Carlos faz a diferença durante o jogo. Jucilei e Elias tiraram todas as dúvidas, se é que existiam, quanto as suas convocações por Mano Menezes. Dentinho é o retrato da irreverência que incomoda os fregueses. Maduro, o time alvinegro praticamente assegurou a vaga para a Libertadores.



O clássico foi nervoso bastante estudado. O empate não era um resultado ruim para o Corinthians, mas era desastroso para o São Paulo. Marcando duas vezes aos 39 minutos, um gol em cada tempo (Elias e Dentinho), o timão controlou o jogo a sua maneira.






Essa foi a sétima vitória corintiana nesse período que incomoda o time e a torcida do São Paulo.



No Majestoso, o soberano é o Corinthians.



Resumindo, nos dois últimos jogos do São Paulo nesse brasileiro (Cruzeiro e Corinthians), seis pontos para o rival.



Para o São Paulo, apesar de ainda poder sonhar, a Libertadores está cada vez mais longe do seu estádio Morumbi. Um desastre financeiro para o ano que vem.

 
 
FICHA TÉCNICA



SÃO PAULO 0 X 2 CORINTHIANS

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)

Data: 7 de novembro de 2010, domingo

Horário: 17 horas (de Brasília)

Árbitro: Carlos Eugênio Simon (Fifa-RS)

Assistentes: Altemir Hausmann (Fifa-RS) e Carlos Berkenbrock (Fifa-SC)

Cartões amarelos: Alex Silva, Dagoberto (São Paulo). Roberto Carlos, Ronaldo, William (Corinthians)

Público: 42.667 pagantes

Renda: R$ 1.262.401,59

GOLS: CORINTHIANS: Elias, aos 39 minutos do primeiro tempo. Dentinho, aos 39 minutos do segundo tempo


SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Diogo (Jorge Wagner); Rodrigo Souto, Casemiro (Ilsinho), Lucas e Fernandão (Marlos); Dagoberto e Ricardo Oliveira


Técnico: Paulo César Carpegiani

CORINTHIANS: Júlio César; Alessandro, Chicão, William e Roberto Carlos; Ralf, Jucilei, Elias (Paulinho) e Bruno César (Danilo); Dentinho (Iarley) e Ronaldo


Técnico: Tite

 

sábado, 6 de novembro de 2010

Raí é homenageado no Clássico Majestoso

Se o eterno capitão Raí não é o maior camisa 10 do São Paulo, com certeza é o ultimo grande que vestiu esse manto. Nos braços do mestre Telê, Raí fez história no clube e elevou a marca São Paulo em níveis internacionais que até hoje rendem o prestigio ao tricolor.




O craque Raí merecia um jogo de despedida no palco que sempre desfilou elegância, o Morumbi. Mas, sem explicação, não teve esse jogo pelo São Paulo e sim pelo Paris Sant-Germain, onde também brilhou na Europa.



Essa falta de mistificação dos ex-jogadores nos clubes brasileiros deixa a memória da torcida um pouco ingrata com quem construiu e fez história no futebol penta-campeão.




Para amenizar um pouco e valorizar a história do clube, o embaixador são-paulino Raí será homenageado no ingresso do clássico São Paulo x Corinthians. Careca e Kaká já tiveram essa honra que faz parte da comemoração dos 50 anos do estádio Morumbi. Golaço da diretoria tricolor.



Raí é, ao lado de Leonardo, é dono de um projeto maravilhoso que é a Fundação Gol de Letra. Além de amparar jovens e crianças, o Gol de Letra forma cidadãos de bem para melhorar o futuro do nosso país.






Raí Souza Vieira de Oliveira

Data de nascimento 15 de maio de 1965


Local de nascimento Ribeirão Preto


Site oficial http://www.rai10.com.br/










Frases sobre Raí

"A fase dele está tão boa que ele ganha qualquer coisa que estiver em jogo"


(Ronaldo, goleiro do Corinthians que tomou 3 gols de Raí na final do Campeonato Paulista de 1991)






"Não há jogador insubstituível e nem treinador. Mas sempre que um profissional do nível de Raí sai, é certo que será difícil encontrar outro para o lugar, por causa das qualidades e do homem em si. Eu nunca tive problema com o Raí no São Paulo. Foi um jogador que não olhou apenas o seu lado, mas defendia e ajudava os companheiros. Ele sempre respeitou as normas e deu exemplos"


(Telê Santana, treinador de Raí no São Paulo)






"O São Paulo é uma equipe de mestres! Um time iluminado!"


(Ignácio Prieto, técnico da Universidad Católica, do Chile, após a derrota de sua equipe para o São Paulo por 5 a 1, na final da Libertadores de 93)






"Depois de um tempo, fui eu que virei o irmão do Raí"


(Sócrates, craque da seleção brasileira na década de 80, sobre o fato de, no início da carreira, Raí ser chamado de "o irmão de Sócrates" e, depois, a situação ter se invertido)






"Raí acabou com meu time. Desequilibrou. Fez a diferença"


(Wanderley Luxemburgo, técnico do Corinthians, derrotado pelo São Paulo na final do Paulistão 1998)






"Raí não ganhou títulos como Ronaldão e Müller, não desequilibrou como Careca ou Pedro Rocha, não encantou como Leônidas ou Gérson, mas fez um pouco disso tudo. Por isso, pode ser considerado o craque são-paulino de todos os tempos"


(Revista Placar, edição 1165, Junho de 2000 - 581 craques do Brasil)






"Raí e Sócrates juntos dão quase um Pelé. E Raí é líder"


(Telê Santana, treinador de Raí no São Paulo)

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Formula 1 e o Clássico Majestoso: Cuidado com o trabalho de equipe...

Domingo será um dia especial para o estado de São Paulo, principalmente no âmbito esportivo. O Grande Prêmio do Brasil, por exemplo, tem possibilidades de consagrar o piloto Fernando Alonso como campeão da temporada. No futebol, o clássico Majestoso coloca frente a frente o sonho corintiano de ganhar um título no centenário e a frustração do são-paulino em poder ficar de fora da festa da Libertadores 2011. Muitos interesses na pista e no campo.



A Ferrari e seus pilotos foram colocados em xeque nessa temporada por aderirem ao famoso “jogo de equipe”. Uma manipulação clara de resultado que concedeu ao espanhol a vantagem de chegar ao Brasil dependendo apenas de sua colocação para garantir ou decidir no próximo GP o campeonato. Felipe Massa, de orgulho brasileiro para mais um fiel segundo piloto, admitiu ajudar (armar) para favorecer o companheiro. Já os pilotos da RBR não pensam em filantropia, apenas honram o espírito esportivo e vão disputar centímetro a centímetro de Interlagos.



Seja qual for o resultado, a Formula 1 é negócio, um grande negócio e não um esporte.



No futebol um confronto marcará os amigos da CBF contra seus desafetos. O Corinthians tem passe livre com Ricardo Teixeira e o São Paulo é persona non grata pelo ditador. Os erros de arbitragem serão mais questionados do que nunca nessa partida. Carlos Eugenio Simon, arbitro mediano que apitou em três Copas do Mundo, será o homem de confiança da entidade. Sua fama em interpretar com competência as mensagens extra-campo preocupa.



Para um torcedor comum, que não acompanha a Formula 1 e não se deixa envolver com as falcatruas dos nossos dirigentes de futebol, o domingo será diferente. Para os demais, muita discussão em torno dos balcões dos bares (e espero que seja só isso).



O momento é de decisão e deixando de lado esses detalhes obscuros, a cidade de São Paulo será a capital mundial do esporte.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Vitória tricolor em Minas: Libertadores e São Paulo é um caso de amor antigo

O São Paulo, da gestão Juvenal Juvêncio, parece que só acorda mesmo no segundo semestre. Foi assim com Muricy Ramalho, Ricardo Gomes e agora com Paulo Cesar Carpegiani. E na partida de ontem, a quinta vitória em seis jogos, o tricolor mostrou que está mais vivo do que nunca para disputar a sua oitava Libertadores seguida.




Ofensivo, equilibrado e com personalidade. O mandante era o Cruzeiro, mas quem estava à vontade eram os jogadores do São Paulo, mesmo jogando em Uberlândia. O tabu de seis anos sem perder para a raposa permaneceu e o bom futebol, enfim, voltou.



No começo da partida o Cruzeiro bem que buscou o gol. Foram 20 minutos de pressão cruzeirense e Rogério Ceni evitou a melhor chance do gol, até então, defendendo um forte chute de Fabrício.



Carlinhos Paraíba, ignorado pelo ex-comandante Ricardo Gomes, vive seu melhor momento no clube. Consegue armar as jogadas no meio de campo e ainda aparece com precisão na defesa. Quem diria que o meia seria um desfalque muito sentido para o próximo jogo contra o Corinthians.



Miranda, aos 30 minutos do primeiro tempo, aproveitou uma cobrança de falta de Dagoberto e marcou de cabeça, mas o gol é invalidado corretamente pelo bandeira. O melhor estava por vir.



E veio! O garoto Lucas abriu o placar aos sete minutos do segundo tempo. Acreditou em uma jogada individual, avançou até a área, tabelou com Dagoberto, driblou o goleiro Fábio e chutou sem chances para o gol. Golaço!



No segundo tempo o goleiro-artilheiro, Rogério Ceni, marcou o seu nonagésimo segundo gol da carreira. O feito aconteceu na cobrança de um pênalti, em Ricardo Oliveira, que não existiu. O camisa 99 sofreu a falta fora da área. Golpe fatal para o time mineiro que assumiu a passividade de seu treinador e perde força na reta final de um campeonato que esteve nas mãos.



Podemos afirmar que o São Paulo investiu pesado nesse segundo semestre, sem gastar muito. Trouxe o técnico Paulo Cesar Carpegiani, lançou os garotos Lucas e Casemiro, finalmente aproveitou Carlinhos Paraíba, corrigiu o Dagoberto e acertou o ataque com Ricardo Oliveira.



A Libertadores parece que também gosta do São Paulo, por isso, o sonho continua mais vivo do que nunca.



No clássico contra o Corinthians, o fim do tabu sem vitórias contra o arquirrival será mais desejado do que nunca. Tite está no comando do lado de lá, talvez seja um sinal...

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Trio de Ferro: sete rodadas e três diferentes destinos

Juntos, Corinthians, Palmeiras e São Paulo possuem 14 títulos nacionais, quatro Libertadores e quatro Mundiais de clubes. Agregam também 54,2 milhões de torcedores, segundo a pesquisa do Lance!, em agosto de 2010. Tradição, patrimônio e sofrimento, alegria e metas. Vida e (ou) morte a cada temporada.




O clássico entre Corinthians e Palmeiras, pela 31ª rodada do Brasileirão, colocou vários detalhes em um jogo tecnicamente fraco. Tite (re) estreava como técnico do timão, Ronaldo entrava em campo para a segunda partida seguida (fato raro em 2010), o time corintiano queria quebrar uma indigesta sequência de sete jogos sem vencer e voltar a sonhar com o título.



Para o Palmeiras, Felipão ainda estava dividido entre Sul Americana e Brasileirão, Valdívia, debilitado, jogaria até de muletas e o time vinha de uma série de oito jogos sem perder.



A possibilidade de título falou mais alto e o Corinthians sufocou o Palmeiras no primeiro tempo. O que era previsível se fez realidade e Bruno Cesar, aos 22 minutos, chutou forte a bola, que desviou em Marcos Assunção e enganou o goleiro Deola. Um gol três pontos e já bastava para o Corinthians, que seria beneficiado com a derrota do Cruzeiro e o empate do Fluminense.



Sem esboçar uma reação, agravada pela saída de Valdivia, o alviverde tentava sem competência enquanto o alvinegro esperava o tempo passar. O Corinthians luta pelo primeiro do título Campeonato Brasileiro pós cem anos e o Palmeiras agora foca, declaradamente, a Copa Sul Americana.



No mesmo horário paulista e às três horas da tarde em Ceará, o São Paulo, tentava a quarta vitória seguida. Com uma zaga remendada e sem Dagoberto, que foi preservado por tomar um medicamento sem consultar os médicos do clube, o tricolor foi presa fácil do Ceará. Fernandão voltava à equipe titular, mas sua lentidão não agradou a torcida e nem o técnico Paulo Cesar Carpegiani. Ricardo Oliveira apagado pouco criou. O meio campo carece de mais inteligência. (Hernanes faz muita falta e a líder Lazio agradece).



O vovô Ceará, que não tinha nada a ver com os problemas do rival, marcou com Magno Alves, aos 20 minutos do primeiro tempo e Diego Sarcoman, 15 minutos depois.



Após oito anos seguidos, o São Paulo parece que vai reencontrar a Copa do Brasil, fato que adia o projeto principal do clube para 2012, no mínino.



O Corinthians, com chances reais de título brasileiro, o Palmeiras, com chances reais de sucesso na Sul Americana e o São Paulo, praticamente confirmando na Copa do Brasil, compõe o atual quadro de força da capital paulista.



Paro ano de 2011, sonhos, ambições, investimentos e destinos diferentes para a segunda, terceira e quarta maiores torcidas do Brasil.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Crônica do clássico SanSão: Um jogo para entrar na história


O que as torcidas viram ontem no Morumbi não será apagado da memória, pelo menos, nos próximos 30 anos





A semana inteira que o técnico Paulo Cesar Carpegiani teve para treinar o time deu resultado. Há tempos o São Paulo não jogava tão bem, aliando técnica e raça, como no clássico de ontem. Um presente para a torcida que tanto sofreu nos momentos mais decisivos dessa temporada. Se o professor tivesse chegado antes, talvez as projeções do tricolor fossem diferentes.




O clássico começou em um ritmo alucinante. Em 20 minutos, o placar já marcava 3 a 2 para o mandante São Paulo. Rogério Ceni falhou e aos quatro minutos de partida o catanduvense, Alan Patric, abriu a contagem em favor do Santos. Mesmo sem P.H. Ganso, Robinho, Wesley e André, o escrete santista continua irresistível.



Dois minutos depois surge o craque da partida, Dagoberto, e empata para o São Paulo fazendo o gol de cabeça depois de uma pane da defesa santista. Dagol, que vive entre o céu e o inferno no clube, correspondeu ao incentivo de Carpegiani.



E foi novamente de cabeça que o baixinho Dagoberto vira para o São Paulo. A zaga santista sofre pelo sacrifício que faz em nome do esquema que beneficia o talento dos atacantes. Arouca é impecável taticamente, porém quando não chega à jogada o time padece.



O jogo não para e aos 18 minutos, Dagoberto aparece novamente com perigo e Pará acaba fazendo o gol contra. A torcida são-paulina não acreditava no que acabara de ver.



Sem dar muito tempo para o rival comemorar, Zé Eduardo, o jogador que mais tem evoluído no time santista, desconta dois minutos depois. A partir daí, o primeiro tempo segue até o final com o placar de 3 a 2 para o São Paulo.



No segundo tempo o ritmo caiu um pouco, o que já era de se esperar. Mesmo assim manteve uma média baixa de faltas e de passes errados.



O empate santista saiu de um lance polemico. Neymar disputa o lance com Alex Silva e se joga na área, pênalti. Revoltado, Alex Silva é advertido com o cartão amarelo e não jogará a próxima partida. Neymar cobra e, sem cavadinha e sem paradinha, e faz o gol. A figura de Rogério Ceni realmente não assusta a joia santista.



Quando todos achavam que a partida terminaria empatada, resultado ruim para ambos, Rogério Ceni faz uma defesa dificílima e logo em seguida, Jean, que perdera duas grandes oportunidades, faz o gol da vitória tricolor no ultimo minuto de partida. Fim de jogo e recomeço de um esperança.



O São Paulo ainda sonha com a vaga para a Libertadores e enfrentará o Ceará, no Castelão. Já o Santos, que ainda tem chances de título, recebe o Grêmio na Vila Belmiro.



O orgulho são-paulino ressurge com o bom futebol e o Santos reafirma ser o celeiro de craques.



Ganhou o espetáculo.





FICHA TÉCNICA

SÃO PAULO 4 X 3 SANTOS





Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)


Data: 17 de outubro de 2010, domingo


Horário: 18h30 (de Brasília)


Árbitro: Sandro Meira Ricci (DF)


Assistentes: Émerson Augusto de Carvalho e Márcio Luiz Augusto (ambos de SP)


Cartões amarelos: Jean, Dagoberto e Miranda (São Paulo). Pará, Edu Dracena, Felipe Anderson e Danilo (Santos)


Cartão vermelho: Richarlyson (São Paulo)


Público: 23.791 pagantes


Renda: R$ 684.279,59






GOLS: SÃO PAULO: Dagoberto, aos 6 e aos 16 minutos do primeiro tempo. Pará (contra), aos 18 minutos do primeiro tempo. Jean, aos 46 minutos do segundo tempo


SANTOS: Alan Patrick, aos 3, e Zé Eduardo, aos 20 minutos do primeiro tempo. Neymar, aos 26 minutos do segundo tempo.






SÃO PAULO: Rogério Ceni; Jean, Alex Silva, Miranda e Richarlyson; Rodrigo Souto, Carlinhos Paraíba, Lucas (Renato Silva) e Fernandinho (Diogo); Dagoberto (Marlos) e Ricardo Oliveira


Técnico: Paulo César Carpegiani


SANTOS: Rafael; Pará (Maranhão), Edu Dracena, Durval e Alex Sandro; Roberto Brum (Felipe Anderson), Arouca, Danilo e Alan Patrick (Breitner); Neymar e Zé Eduardo


Técnico: Marcelo Martelotte











Estanislau de Oliveira lima Junior


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São José do Rio Preto SP