Jogador marca dois gols e garante equipe na elite
LANCEPRESS!
Toda região de São José do Rio Preto estava apreensiva com a rodada decisiva do Campeonato Paulista da Série A1. O Mirassol, filho único na elite, lançou a sorte da sua permanência nesta quarta-feira, diante do Bragantino. Sem favorito, o jogo começou na noite fria que castigou os torcedores que estiveram no estádio José Maria de Campos Maia.
Com a bola rolando, o Mirassol foi logo se impondo em campo. Eder articulava as jogadas no meio de campo, municiando Pablo Escobar e Lins. O Bragantino se fechava, arriscando pouco no ataque.
Aos 10 minutos de partida, Pablo Escobar chuta com perigo no gol de Danilo Martins, perdendo a primeira chance do Mirassol.
Pela direita, o lateral Bosco descia constantemente para o ataque, jogando praticamente como um ponta. No lado do time de Bragança, apenas uma jogada de perigo com o atacante Léo Jaime.
Mas, aos 35 minutos, Lins em bela jogada chuta forte e marca o primeiro gol da partida. Um balde de água fria no adversário. Com pleno domínio de jogo, Pablo Escobar recebe um belo passe de Eder e marca o segundo do Mirassol. A derrota até o momento do Ituano por 2 a 0 dava mais tranqüilidade para o técnico Pintado.
No segundo tempo, o jogo ficou mais equilibrado e o Mirassol estava mais leve graças o placar favorável. Ituano e Rio Branco lutavam minuto a minuto para se manter na Primeira Divisão. A briga já não era mais para o time de Pintado.
Pablo Escobar, após agredir o meia Paulinho, foi expulso, aos 20 minutos do segundo tempo. Sem dar chances para o Bragantino, Lins marcou mais um, decretando a permanência do Mirassol na Primeira Divisão de 2011.
Depois, foi só festa dos torcedores, que encararam o frio para prestigiar o Leão da Araraquarense.
Blog do Lau
quinta-feira, 8 de abril de 2010
Mirassol bate Bragantino em noite de Lins
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quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Nome: Luis Carlos Mirassol Futebol Clube
O Mirassol Futebol Clube já pode chamar de Luis Carlos os três anos de Série A1 do Campeonato Paulista. É que desde que conquistou o acesso em 2007, o time mirassolense sempre foi comandado por um técnico com esse nome.
Em 2008, primeiro ano de Série A1, Luis Carlos Martins levou o Leão da Araraquarense ao sétimo lugar da competição e a semifinal do torneio do Interior, sendo eliminado pelo centenário Noroeste de Bauru.
No ano passado o técnico Luis Carlos de Oliveira Preto, mais conhecido como Pintado, repetiu a campanha do ano anterior e foi eliminado pelo Grêmio Barueri, hoje Presidente Prudente, na semifinal dos melhores do Interior. Na seqüência da temporada Luis Carlos Martins reassumiu o time para a Copa Paulista.
Esse ano não foi diferente. Pintado, ou seja, Luis Carlos de Oliveira Preto voltou para comandar a equipe. Com uma campanha abaixo do esperado, o técnico pediu demissão e Luis Carlos Goiano assumiu o time. Ficou apenas duas rodadas e acumulou duas derrotas.
Foi então que a diretoria quis ousar: chamou Luis Carlos de Oliveira Preto, o Pintado, de volta. E já conseguiu um heróico empate contra o Palmeiras no Palestra Itália e uma grande vitória contra a Ponte Preta em Campinas.
Coincidências a parte, o Mirassol é o único representante da região de São José do Rio Preto na elite do futebol paulista e tem 14% de chances de ser rebaixado.
Então a torcida já espera que a “era” Luis Carlos não termine com uma decepção e que o time conquiste os três pontos restantes contra o Bragantino no estádio José Maria de Campos Maia.
Em 2008, primeiro ano de Série A1, Luis Carlos Martins levou o Leão da Araraquarense ao sétimo lugar da competição e a semifinal do torneio do Interior, sendo eliminado pelo centenário Noroeste de Bauru.
No ano passado o técnico Luis Carlos de Oliveira Preto, mais conhecido como Pintado, repetiu a campanha do ano anterior e foi eliminado pelo Grêmio Barueri, hoje Presidente Prudente, na semifinal dos melhores do Interior. Na seqüência da temporada Luis Carlos Martins reassumiu o time para a Copa Paulista.
Esse ano não foi diferente. Pintado, ou seja, Luis Carlos de Oliveira Preto voltou para comandar a equipe. Com uma campanha abaixo do esperado, o técnico pediu demissão e Luis Carlos Goiano assumiu o time. Ficou apenas duas rodadas e acumulou duas derrotas.
Foi então que a diretoria quis ousar: chamou Luis Carlos de Oliveira Preto, o Pintado, de volta. E já conseguiu um heróico empate contra o Palmeiras no Palestra Itália e uma grande vitória contra a Ponte Preta em Campinas.
Coincidências a parte, o Mirassol é o único representante da região de São José do Rio Preto na elite do futebol paulista e tem 14% de chances de ser rebaixado.
Então a torcida já espera que a “era” Luis Carlos não termine com uma decepção e que o time conquiste os três pontos restantes contra o Bragantino no estádio José Maria de Campos Maia.
segunda-feira, 5 de abril de 2010
Uma festa corintiana no interior
E o que sobrou para o Corinthians, além da vitória?
A grande festa!
Há muito tempo eu não via uma festa tão bonita como a de ontem. Um público feminino em massa, crianças andando livremente no estádio e as bandeiras envolvendo torcedores como parte do corpo. Eu, alheio a tudo isso, curti como um mero espectador.
Falando do jogo, que poderia ser melhor, faltou emoção. O gramado pesado dificultou, ou ajudou o pragmatismo dos dois times. As estrelas não brilharam tanto como o publico esperava.
Seria a hora de abandonar a carreira?
Será que o técnico Mano Menezes pensa nos patrocínios quando retarda a sua substituição?
É muito triste...
Jucilei é outro diferenciado. A sua classe lhe permitiria jogar de smoking dentro de campo. De longe foi a melhor contratação do Corinthians com um custo beneficio fantástico. E falam muito pouco dele.
Na armação do time, Theco e Danilo não chegam a 50% da identificação que o Douglas deixou no time.
Esse é o ponto fraco.
A zaga permanece regular com Willian e Chicão. Nem mais nem menos, somente o necessário.
Uma grande emoção no final para um campeonato falido no regulamento e no numero de times. Mas futebol é isso, sem lógica, mas indispensável.
No final das contas, São José do Rio Preto agradeceu o jogo que, se depender dos times da cidade, não teremos cedo...
Registro: Sempre critiquei o presidente corintiano Andrés Sanches, mas ontem ele foi muito educado e prestativo ao gravar uma mensagem para os alunos da Unilago sobre a grande presença feminina nos estádios.
Me surpreendeu...
segunda-feira, 29 de março de 2010
Palavras, personagens de seu Armando Nogueira
Hoje quando acordei senti o dia triste. O Sol não brilhava como antes e faltava cor em todas as coisas. Não ouvi o cantar dos pássaros e nem o ronco dos motores dos veículos que transitavam a rua de casa. Era um silencio ensurdecedor.
Tentei encontrar a razão dessa reviravolta, mas as palavras não estavam comigo. Fiquei preocupado. Cadê vocês, cadê?
Foi quando algumas delas se rebelaram ao se juntar para me falar: O mestre se foi...
O mestre é Armando Nogueira. Um mágico, um fenômeno, um gênio.
Existem pessoas que nos fazem acreditar que o mais improvável é simples e fácil. Os dribles de Mané Garrincha, tão imortalizados nas suas crônicas, os arremessos de Jordan, o pilotar de Senna, as notas de Hendrix e o punhado mágico de palavras de Armando.
Como um general, ele orientava cada ponto. Posicionava os verbos, as preposições, enfim, organizava o desarrumado.
A sua importância para o jornalismo é tamanha que através dela um texto deixa de ser uma mensagem para se tornar personagem de um momento. É a peça que faltava e que se encaixou perfeitamente.
Criador da melhor mesa redonda que já existiu, seu Armando compunha com João Saldanha e Nelson Rodrigues uma inesquecível aula de inteligência. Até para quem nunca assistiu o programa, como eu.
Seu Armando Nogueira não morreu, apenas se aposentou de um mundo medíocre e sem tempo.
Seu Armando se imortaliza em sua obra perfeita e irretocável.
Obrigado seu Armando Nogueira...
Tentei encontrar a razão dessa reviravolta, mas as palavras não estavam comigo. Fiquei preocupado. Cadê vocês, cadê?
Foi quando algumas delas se rebelaram ao se juntar para me falar: O mestre se foi...
O mestre é Armando Nogueira. Um mágico, um fenômeno, um gênio.
Existem pessoas que nos fazem acreditar que o mais improvável é simples e fácil. Os dribles de Mané Garrincha, tão imortalizados nas suas crônicas, os arremessos de Jordan, o pilotar de Senna, as notas de Hendrix e o punhado mágico de palavras de Armando.
Como um general, ele orientava cada ponto. Posicionava os verbos, as preposições, enfim, organizava o desarrumado.
A sua importância para o jornalismo é tamanha que através dela um texto deixa de ser uma mensagem para se tornar personagem de um momento. É a peça que faltava e que se encaixou perfeitamente.
Criador da melhor mesa redonda que já existiu, seu Armando compunha com João Saldanha e Nelson Rodrigues uma inesquecível aula de inteligência. Até para quem nunca assistiu o programa, como eu.
Seu Armando Nogueira não morreu, apenas se aposentou de um mundo medíocre e sem tempo.
Seu Armando se imortaliza em sua obra perfeita e irretocável.
Obrigado seu Armando Nogueira...
quinta-feira, 25 de março de 2010
Bolão do Lau: Corinthians x São Paulo
Uma maneira divertida de encarar o clássico das rusgas. E o vencedor leva prêmio!
1. Qual será o placar da partida? (10 pontos)
2. Gol no primeiro tempo? (2pontos) Sim ou Não.
3. Gol no segundo tempo? (2pontos) Sim ou Não.
4. Qual jogador marcará o primeiro gol? (7 pontos) O apostador poderá escrever nenhum, caso acredite que o jogo ficará empatado sem gols.
5. Quem começará o jogo, ou seja, quem soltará a bola? (4 pontos)
6. Cartão amarelo? (2 pontos) Sim ou Não.
7. Cartão vermelho? (2 pontos) Sim ou Não.
8. Pênalti? (2 pontos) Sim ou Não.
9. Renda do jogo? (8 pontos) Quem mais se aproximar da renda levará os pontos.
Se o vencedor for corintiano, o sortudo ganhará o ping-pong card do Palhinha. Se for são- paulino, o ping pong card será do Dario Pereira.
São relíquias. Para quem ama o clube, é um presente legal.
Aguardo as apostas que poderão ser feitas também no http://lanceactivo.com.br/laujr/Perfil
Podem apostar quantas vezes quiser!
No final da aposta deixe o seu endereço.
domingo, 21 de março de 2010
Quem vai pagar a conta da Libertadores?
O torcedor brasileiro que vai ao estádio é o maior otário do mundo. Não tem banheiro decente, não tem transporte seguro e não tem conforto nenhum.
Tirando as torcidas uniformizadas e não organizadas que ganham os ingressos dos diretores corrompidos e quando não os vendem (no caso mais recente da Mancha alguma coisa verde) brigam desprestigiando o time do “coração”, o restante da torcida é lesada e maltratada.
Muitos dizem que isso é cultura. Bom, eu acho que sacanagem mesmo.
Mas esse ano a Libertadores vem se tornando um tormento para os torcedores. Por cauda desse torneio, Corinthians e São Paulo, para falar só do estado de José Serra, vem “roubando” seus apaixonados torcedores.
Todo começo da temporada é aquela festa. Em um clube a sirene toca quando chega algum reforço. No outro o presidente apresenta o jogador com um belo discurso. Mas eles não jogam. E quando jogam, simplesmente não jogam...
Essa história de rodízio lesa quem paga a conta. Ninguém mais sabe escalar o time e olha que já estamos no final de março sem saber o elenco ideal. Mas o preço continua salgado nas bilheterias.
Essa obsessão de conquistar a Libertadores vai causar uma ferida incurável no restante da temporada para corintianos e são paulinos. Quer perder ou se os dois perderem, como vão explicar o tal rodízio. Nas primeiras partidas, tudo bem, mas ainda insistir em poupar os trabalhadores já é demais.
Apesar de irem bem na fase de grupos, Corinthians e São Paulo ainda não deram o espetáculo condizente ao valor cobrado pelo couvert artístico. Cada jogo sem graça e, principalmente do caso corintiano, um time medroso e acéfalo.
Espero que a fase mata-mata, ou morre-morre, comece logo e o time ideal se apresente para por fim as desculpas de Mano Menezes e Ricardo Gomes.
Enquanto isso vamos morrendo de inveja da alegria e ousadia do time do Santos que cobra caro, porém trabalha direito não agredindo o código de defesa do consumidor e o estatuto (está puto) do torcedor...
Tirando as torcidas uniformizadas e não organizadas que ganham os ingressos dos diretores corrompidos e quando não os vendem (no caso mais recente da Mancha alguma coisa verde) brigam desprestigiando o time do “coração”, o restante da torcida é lesada e maltratada.
Muitos dizem que isso é cultura. Bom, eu acho que sacanagem mesmo.
Mas esse ano a Libertadores vem se tornando um tormento para os torcedores. Por cauda desse torneio, Corinthians e São Paulo, para falar só do estado de José Serra, vem “roubando” seus apaixonados torcedores.
Todo começo da temporada é aquela festa. Em um clube a sirene toca quando chega algum reforço. No outro o presidente apresenta o jogador com um belo discurso. Mas eles não jogam. E quando jogam, simplesmente não jogam...
Essa história de rodízio lesa quem paga a conta. Ninguém mais sabe escalar o time e olha que já estamos no final de março sem saber o elenco ideal. Mas o preço continua salgado nas bilheterias.
Essa obsessão de conquistar a Libertadores vai causar uma ferida incurável no restante da temporada para corintianos e são paulinos. Quer perder ou se os dois perderem, como vão explicar o tal rodízio. Nas primeiras partidas, tudo bem, mas ainda insistir em poupar os trabalhadores já é demais.
Apesar de irem bem na fase de grupos, Corinthians e São Paulo ainda não deram o espetáculo condizente ao valor cobrado pelo couvert artístico. Cada jogo sem graça e, principalmente do caso corintiano, um time medroso e acéfalo.
Espero que a fase mata-mata, ou morre-morre, comece logo e o time ideal se apresente para por fim as desculpas de Mano Menezes e Ricardo Gomes.
Enquanto isso vamos morrendo de inveja da alegria e ousadia do time do Santos que cobra caro, porém trabalha direito não agredindo o código de defesa do consumidor e o estatuto (está puto) do torcedor...
quinta-feira, 11 de março de 2010
Empresa de grande porte contrata centroavante
A remuneração é alta. O candidato pode optar por receber um alto salário por mês ou participar diretamente dos lucros. Lembrando que a participação poderá chegar até 80%, dependendo da conversa.
Não importa se você é alto, baixo, gordo ou careca. Não temos preconceito. Para desempenhar a função não precisa estar voando não. O que vale é a exposição dos parceiros em nossos uniformes.
Também não precisa falar bem, porque o nosso presidente é bem simples, viu.
A empresa é fantástica. Temos academia, mas não precisa usar. Temos um horário definido, mas podemos revê-lo, não assuste. Temos também metas no ano, mas sabe como é, nada demais.
Estamos no mercado há 100 anos e nos orgulhamos disso. Ainda não conseguimos construir uma sede própria, mas temos um convenio com a prefeitura e alugamos um imóvel deles. Sai baratinho.
Proporcionamos várias atividades extra - campo para os nossos funcionários, como participações em reality show’s, por exemplo. Quem não gostaria de conhecer a casa mais vigiada do Brasil, não é?
Temos automóveis e caminhões bastante velozes. O logo da empresa fica tão bonito neles!
Mas nós gostamos mesmo é de contratar. Sabe, aqui a experiência vale muito. Ainda não estamos com um programa justo com os funcionários revelados pela casa, mas um dia chegaremos lá.
Só peço um favor, se o senhor interessar pela vaga, por favor economize energia elétrica. A Eletropaulo não perdoa.
Por favor, venha munido de duas fotos ¾, RG, CPF, chuteira e meião. Se não tiver nome no SPC, melhor ainda. Vai que um dia precisamos comprar alguma coisa nas Casas Bahia...
Não importa se você é alto, baixo, gordo ou careca. Não temos preconceito. Para desempenhar a função não precisa estar voando não. O que vale é a exposição dos parceiros em nossos uniformes.
Também não precisa falar bem, porque o nosso presidente é bem simples, viu.
A empresa é fantástica. Temos academia, mas não precisa usar. Temos um horário definido, mas podemos revê-lo, não assuste. Temos também metas no ano, mas sabe como é, nada demais.
Estamos no mercado há 100 anos e nos orgulhamos disso. Ainda não conseguimos construir uma sede própria, mas temos um convenio com a prefeitura e alugamos um imóvel deles. Sai baratinho.
Proporcionamos várias atividades extra - campo para os nossos funcionários, como participações em reality show’s, por exemplo. Quem não gostaria de conhecer a casa mais vigiada do Brasil, não é?
Temos automóveis e caminhões bastante velozes. O logo da empresa fica tão bonito neles!
Mas nós gostamos mesmo é de contratar. Sabe, aqui a experiência vale muito. Ainda não estamos com um programa justo com os funcionários revelados pela casa, mas um dia chegaremos lá.
Só peço um favor, se o senhor interessar pela vaga, por favor economize energia elétrica. A Eletropaulo não perdoa.
Por favor, venha munido de duas fotos ¾, RG, CPF, chuteira e meião. Se não tiver nome no SPC, melhor ainda. Vai que um dia precisamos comprar alguma coisa nas Casas Bahia...
domingo, 7 de março de 2010
As bocas nervosas do futebol brasileiro
Os profissionais da imprensa não são unidos, na sua maioria, mas ao mesmo tempo são corporativistas. É meio louco isso, não é. Como diria Humberto Gessinger, é uma paralela convergente.
A mesma definição vale para os jogadores de futebol também. A classe não se une para melhorar as condições de trabalho e, como no passe de mágica, procuram se defender usando demagogia e hipocrisia.
No caso entre Marcos e Neto, poucos comentaram sobre os motivos que levaram o goleiro a desabafar daquela maneira. Um atleta que sempre foi elogiado pela sinceridade e, por muitas vezes, usado para render boas manchetes para os veículos de imprensa.
O craque Neto, por sua vez, é respeitado pelo jeito simples de analisar o jogo. Confesso que mudo de canal quando todo mundo para ele é um jogador extraordinário. Já vi o comentarista da Bandeirantes criticar, sem tantos motivos assim, o zagueiro Chicão e o técnico Émersom Leão por não serem seus amigos. A imparcialidade é deixada de lado, mesmo contra a sua vontade.
Já o santo goleiro Marcos deixou diversamente seus companheiros no paredão, ao declarar o seu ponto de vista nos microfones.
Até onde a imprensa pode criticar ou elogiar demasiadamente os jogadores?
Até onde os jogadores podem se sentirem acima do bem e do mal e não “engolir” as críticas?
Neto e marcos precisam urgentemente se reciclar, pois só o nome não dá sustentação. Os dois erraram no episódio.
E para provar a demagógica união dos jogadores, o goleiro Bruno do Flamengo, aquele mesmo que já bateu na namorada e promoveu uma festinha regada a prostitutas e coisas e tal, defendeu o bebêzão Adriano no incidente do baile funk.
“Quem nunca saiu na mão com uma mulher?”, disse o goleiro em alto e bom som nos microfones de diversas empresas de comunicação.
Nenhum profissional da imprensa teve peito para corrigir o falastrão.
Eu nunca bati em mulher não, cara pálida.
O microfone é uma arma apara quem não sabe usá-la. Pode ser da imprensa ou atleta, tem que ligar primeiro o cérebro para depois falar.
Nota zero na relação de um país que ainda gatinha no profissionalismo exigido, em todos os setores, para uma Copa do Mundo...
A mesma definição vale para os jogadores de futebol também. A classe não se une para melhorar as condições de trabalho e, como no passe de mágica, procuram se defender usando demagogia e hipocrisia.
No caso entre Marcos e Neto, poucos comentaram sobre os motivos que levaram o goleiro a desabafar daquela maneira. Um atleta que sempre foi elogiado pela sinceridade e, por muitas vezes, usado para render boas manchetes para os veículos de imprensa.
O craque Neto, por sua vez, é respeitado pelo jeito simples de analisar o jogo. Confesso que mudo de canal quando todo mundo para ele é um jogador extraordinário. Já vi o comentarista da Bandeirantes criticar, sem tantos motivos assim, o zagueiro Chicão e o técnico Émersom Leão por não serem seus amigos. A imparcialidade é deixada de lado, mesmo contra a sua vontade.
Já o santo goleiro Marcos deixou diversamente seus companheiros no paredão, ao declarar o seu ponto de vista nos microfones.
Até onde a imprensa pode criticar ou elogiar demasiadamente os jogadores?
Até onde os jogadores podem se sentirem acima do bem e do mal e não “engolir” as críticas?
Neto e marcos precisam urgentemente se reciclar, pois só o nome não dá sustentação. Os dois erraram no episódio.
E para provar a demagógica união dos jogadores, o goleiro Bruno do Flamengo, aquele mesmo que já bateu na namorada e promoveu uma festinha regada a prostitutas e coisas e tal, defendeu o bebêzão Adriano no incidente do baile funk.
“Quem nunca saiu na mão com uma mulher?”, disse o goleiro em alto e bom som nos microfones de diversas empresas de comunicação.
Nenhum profissional da imprensa teve peito para corrigir o falastrão.
Eu nunca bati em mulher não, cara pálida.
O microfone é uma arma apara quem não sabe usá-la. Pode ser da imprensa ou atleta, tem que ligar primeiro o cérebro para depois falar.
Nota zero na relação de um país que ainda gatinha no profissionalismo exigido, em todos os setores, para uma Copa do Mundo...
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Palmeiras, uma tradição violentada
Realmente a nuvem negra que se instalou no Parque Antártica no final do ano passado ainda não foi embora. E não tem data para sair.
A falta de elenco que o Muricy e a torcida tanto reclamam pode até ser uma justificativa, mas não a causa. Para montar um elenco é preciso planejamento, visão e influencia. Não basta apenas ser um economista renomado.
O calvário palmeirense começou quando a Parmalat firmou parceria com o clube. Na época, com dinheiro fácil, vinham craques de todos os lugares e a base do Palmeiras ficou esquecida. Quando a empresa de leites saiu, o chão desapareceu e a Série B já era uma realidade. Uma dura realidade.
Mustafá mandou no clube durante anos. Chegou a criar um Palmeiras S/A para “Arrudar” o clube. Gastou fortunas com o técnico Wanderlei Luxemburgo para ganhar apenas um Paulista de 2008. Resultado de time pequeno, pois do ano 2000 até 2009 o São Caetano e o Ituano também ganharam um título estadual.
Sempre iludida, a torcida palmeirense recebeu mais uma parceira. A Traffic, o milionário J Hawilla, entrou em cena. Investiu, mas daquele jeito que só venha a nós, o vosso reino não importa. Vendeu Valdivia, Henrique e Keirrison, não comprou o Kleber e trouxe o Muricy no momento que o funcionário Jorginho dava conta do recado. Ao mesmo tempo a “parceira” colocou o Elias no Corinthians, comprou 25% dos direitos federativos do Hernanes, levou o Fernandinho para o São Paulo, agradou o Cruzeiro e tem alguns nomes no Santos. E o elenco alviverde nada.
A torcida, ou parte dela, também contribuiu para o atual momento. Sempre pressionando jogadores, os gênios da torcida uniformizada e nada organizada mandam o centroavante Wagner Love para o Flamengo. Agora depende de Leny e Robert.Gostaram?
Denilson, Roque Junior, Edmilson, Marcão e outros velhinhos só ganharam dinheiro e não jogaram nada. Se fosse uma empresa privada os responsáveis por essas extravagâncias seriam punidos.
Nem vou qualificar ou desqualificar o senhor Luiz Gonzaga Belluzzo. Sem controle emocional ele deixou o seu torcedor íntimo falar mais alto que dirigente e falou fez besteira. Um amador.
Os dirigentes Cipullo e Toninho Cecílio não desempenham bem as suas funções. Não ganharam nada e também não se preocupam com o futuro do clube. Mandou o zagueiro Mauricio embora quando o garoto perdeu a cabeça. Acham um culpado. Perderam um patrimônio.
Amanhã ou depois eles vão mandar o técnico embora, vão contratar mais um jogador que não joga faz tempo e a vida vai seguir. É assim que se resolve.
Em 2011 o Palmeiras lutará pelo segundo título da Copa do Brasil, se melhorar muito, ou pelo segundo titulo da Série B, que financeiramente é mais viável, não é economista Belluzzo?
Pena que a sua tradição não mereça isso e nem mesmo a parte boa da torcida que canta, vibra e chora...
A falta de elenco que o Muricy e a torcida tanto reclamam pode até ser uma justificativa, mas não a causa. Para montar um elenco é preciso planejamento, visão e influencia. Não basta apenas ser um economista renomado.
O calvário palmeirense começou quando a Parmalat firmou parceria com o clube. Na época, com dinheiro fácil, vinham craques de todos os lugares e a base do Palmeiras ficou esquecida. Quando a empresa de leites saiu, o chão desapareceu e a Série B já era uma realidade. Uma dura realidade.
Mustafá mandou no clube durante anos. Chegou a criar um Palmeiras S/A para “Arrudar” o clube. Gastou fortunas com o técnico Wanderlei Luxemburgo para ganhar apenas um Paulista de 2008. Resultado de time pequeno, pois do ano 2000 até 2009 o São Caetano e o Ituano também ganharam um título estadual.
Sempre iludida, a torcida palmeirense recebeu mais uma parceira. A Traffic, o milionário J Hawilla, entrou em cena. Investiu, mas daquele jeito que só venha a nós, o vosso reino não importa. Vendeu Valdivia, Henrique e Keirrison, não comprou o Kleber e trouxe o Muricy no momento que o funcionário Jorginho dava conta do recado. Ao mesmo tempo a “parceira” colocou o Elias no Corinthians, comprou 25% dos direitos federativos do Hernanes, levou o Fernandinho para o São Paulo, agradou o Cruzeiro e tem alguns nomes no Santos. E o elenco alviverde nada.
A torcida, ou parte dela, também contribuiu para o atual momento. Sempre pressionando jogadores, os gênios da torcida uniformizada e nada organizada mandam o centroavante Wagner Love para o Flamengo. Agora depende de Leny e Robert.Gostaram?
Denilson, Roque Junior, Edmilson, Marcão e outros velhinhos só ganharam dinheiro e não jogaram nada. Se fosse uma empresa privada os responsáveis por essas extravagâncias seriam punidos.
Nem vou qualificar ou desqualificar o senhor Luiz Gonzaga Belluzzo. Sem controle emocional ele deixou o seu torcedor íntimo falar mais alto que dirigente e falou fez besteira. Um amador.
Os dirigentes Cipullo e Toninho Cecílio não desempenham bem as suas funções. Não ganharam nada e também não se preocupam com o futuro do clube. Mandou o zagueiro Mauricio embora quando o garoto perdeu a cabeça. Acham um culpado. Perderam um patrimônio.
Amanhã ou depois eles vão mandar o técnico embora, vão contratar mais um jogador que não joga faz tempo e a vida vai seguir. É assim que se resolve.
Em 2011 o Palmeiras lutará pelo segundo título da Copa do Brasil, se melhorar muito, ou pelo segundo titulo da Série B, que financeiramente é mais viável, não é economista Belluzzo?
Pena que a sua tradição não mereça isso e nem mesmo a parte boa da torcida que canta, vibra e chora...
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Baú do Lau: De volta ao passado com Zé Sergio
Esse é o primeiro de uma série ping pong cards que vou compartilhar com meus amigos do lanceactivo e do http://blogdolaujr.blogspot.com/.
O escolhido para abrir essa maravilha é o ping pong card nº 8 que fala do ponta-esquerda José Sergio Presti, o genial Zé Sergio.
Tenho um pouco mais de cinqüenta jogadores de São Paulo, Corinthians e Santos.
Espero que gostem.
Ah, no clássico entre Corinthians e São Paulo, no dia 27 de março, vou fazer um bolão e o prêmio será um ping pong card para o são-paulino ou corintiano que mais fizer pontos.
Aguardem...
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Quando será que o Washington terá o seu valor reconhecido?
No São Paulo Futebol Clube alguns jogadores só tem o seu reconhecimento pelos serviços prestados depois que deixam o Morumbi. Uma massacrante exigência que não se limita apenas na torcida, que tem uma minoria preconceituosa e ignorante, mas também pela conservadora diretoria do clube.
Nos casos mais recentes, o meia Danilo, hoje no Corinthians, chegou a ser lembrado por muito tempo.
Quando jogava no tricolor ele era muito lento, não fazia bem sombra para o eterno ídolo Raí. Depois que saiu, a torcida chorava por seu retorno.
Souza, hoje no Grêmio, também deixa saudades. Mas nunca teve o respaldo necessário, mesmo se dedicando muito e amando o tricolor.
Borges está marcando um gol atrás do outro no Grêmio.
O badalado Kaká passou por maus momentos no São Paulo. Ele não servia para grande parte da torcida são-paulina, mas serviu para o Milan e para o Real Madri que gastou uma fortuna para contratá-lo.
Isso sem falar de Muricy que até hoje eu escuto lamentações sobre sua saída. Principalmente quando Ricardo Gomes parece não assumir a identidade do São Paulo.
Sei que o coração valente não é craque. Não controla a bola nas nádegas e joga para a cabeça como Denílson, Robinho e Ronaldinho Gaúcho, mas marca gols. E como marca. Luta o tempo todo.
Washington foi artilheiro do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil em 2001. Também foi goleador na J League em 2006.No Campeonato Brasileiro foi artilheiro em 2004, pelo atlético Paranaense com 34 gols e pelo Fluminense , com 21 gols em 2008. È o maior artilheiro pós Luis Fabiano.
Eu gostaria de ver a diretoria e a torcida depender de Robert, Bill, Souza, André Lima (bom esse eu já vi), de Somália, Tuta entre outros.
Quando Washington e Richarlyson saírem do São Paulo, quem sabe eles serão lembrados como guerreiros que são e não como perna de pau e, bom, deixa pra lá...
Nos casos mais recentes, o meia Danilo, hoje no Corinthians, chegou a ser lembrado por muito tempo.
Quando jogava no tricolor ele era muito lento, não fazia bem sombra para o eterno ídolo Raí. Depois que saiu, a torcida chorava por seu retorno.
Souza, hoje no Grêmio, também deixa saudades. Mas nunca teve o respaldo necessário, mesmo se dedicando muito e amando o tricolor.
Borges está marcando um gol atrás do outro no Grêmio.
O badalado Kaká passou por maus momentos no São Paulo. Ele não servia para grande parte da torcida são-paulina, mas serviu para o Milan e para o Real Madri que gastou uma fortuna para contratá-lo.
Isso sem falar de Muricy que até hoje eu escuto lamentações sobre sua saída. Principalmente quando Ricardo Gomes parece não assumir a identidade do São Paulo.
Sei que o coração valente não é craque. Não controla a bola nas nádegas e joga para a cabeça como Denílson, Robinho e Ronaldinho Gaúcho, mas marca gols. E como marca. Luta o tempo todo.
Washington foi artilheiro do Campeonato Paulista e da Copa do Brasil em 2001. Também foi goleador na J League em 2006.No Campeonato Brasileiro foi artilheiro em 2004, pelo atlético Paranaense com 34 gols e pelo Fluminense , com 21 gols em 2008. È o maior artilheiro pós Luis Fabiano.
Eu gostaria de ver a diretoria e a torcida depender de Robert, Bill, Souza, André Lima (bom esse eu já vi), de Somália, Tuta entre outros.
Quando Washington e Richarlyson saírem do São Paulo, quem sabe eles serão lembrados como guerreiros que são e não como perna de pau e, bom, deixa pra lá...
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Sansão: Venceu a alegria...
Dia de clássico é sempre especial. A expectativa de ver um bom futebol era justificada com a magia dos garotos da vila e do possível time titular do Morumbi. O bicho iria pegar... E pegou.
O começo morno era apenas um detalhe que cairia no decorrer da partida. Robinho no banco e Neymar em campo. Pólvora e fogo.
Em uma jogada individual, Mirada faz um pênalti bobo em Neymar. Com muita personalidade, o agora homem Neymar dá uma paradinha na cobrança e humilha o veterano Rogério Ceni. São Paulo 0 x Santos 1.
A alegria no jeito de jogar dos meninos da vila empolga até quem não torce pelo Santos. (Eu).
O primeiro tempo acaba e a fera ainda está presa...
Robinho vem aí...
Na etapa complementar o São Paulo veio melhor. Pressionando o adversário, Hernanes busca o gol. Mas a apatia do técnico Ricardo Gomes contagia o elenco tricolor. Marcelinho Paraíba, no estilo Tiririca, cisca e não leva perigo.
Foi então que Washington sai para a entrada de Cleber Santana. Logo em seguida o Dagoberto se machuca e entra o genérico do Souza corintiano, o terrível Roger. E ele faz o gol, quem diria. São Paulo 1 a 1 Santos.
Foi então que Robinho sai da jaula. Em campo, ao lado de Neymar, ele tenta justificar o carinho da torcida.
Com maior volume de jogo, o São Paulo não consegue marcar. Essa falta de vontade é fatal no jogo.
Jogada de Robinho- Neymar- Robinho e um golaço de letra. A letra do futebol arte, a letra o esquema ofensivo. São Paulo 1 x Santos 2.
Apesar de ter um elenco caro e de qualidade, jogando a bolinha que jogou no clássico o São Paulo não passa da primeira fase da Libertadores. Ao lado do Corinthians, decepções vão se desenhando.
Robinho entrou bem, mas continua mascarado, com a golinha alta...
Mas ele resolve, é o que basta.
Parabéns ao Santos que sob a batuta de Dorival Junior busca o seu espaço no meio dos gigantes, que ainda adormecem em berço esplendido.
Viva o futebol bem jogado! Viva o glorioso alvinegro praiano!
O começo morno era apenas um detalhe que cairia no decorrer da partida. Robinho no banco e Neymar em campo. Pólvora e fogo.
Em uma jogada individual, Mirada faz um pênalti bobo em Neymar. Com muita personalidade, o agora homem Neymar dá uma paradinha na cobrança e humilha o veterano Rogério Ceni. São Paulo 0 x Santos 1.
A alegria no jeito de jogar dos meninos da vila empolga até quem não torce pelo Santos. (Eu).
O primeiro tempo acaba e a fera ainda está presa...
Robinho vem aí...
Na etapa complementar o São Paulo veio melhor. Pressionando o adversário, Hernanes busca o gol. Mas a apatia do técnico Ricardo Gomes contagia o elenco tricolor. Marcelinho Paraíba, no estilo Tiririca, cisca e não leva perigo.
Foi então que Washington sai para a entrada de Cleber Santana. Logo em seguida o Dagoberto se machuca e entra o genérico do Souza corintiano, o terrível Roger. E ele faz o gol, quem diria. São Paulo 1 a 1 Santos.
Foi então que Robinho sai da jaula. Em campo, ao lado de Neymar, ele tenta justificar o carinho da torcida.
Com maior volume de jogo, o São Paulo não consegue marcar. Essa falta de vontade é fatal no jogo.
Jogada de Robinho- Neymar- Robinho e um golaço de letra. A letra do futebol arte, a letra o esquema ofensivo. São Paulo 1 x Santos 2.
Apesar de ter um elenco caro e de qualidade, jogando a bolinha que jogou no clássico o São Paulo não passa da primeira fase da Libertadores. Ao lado do Corinthians, decepções vão se desenhando.
Robinho entrou bem, mas continua mascarado, com a golinha alta...
Mas ele resolve, é o que basta.
Parabéns ao Santos que sob a batuta de Dorival Junior busca o seu espaço no meio dos gigantes, que ainda adormecem em berço esplendido.
Viva o futebol bem jogado! Viva o glorioso alvinegro praiano!
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Pátria amada, madrasta querida
O Brasil sempre acolheu bem os esportistas estrangeiros, principalmente os “hermanos” sul-americanos. Alguns deles até se tornaram ídolos em nossos clubes, mesmo o nosso país sendo referencia do melhor futebol do planeta. É o caso dos chilenos Figueroa e Valdívia, dos uruguaios Pedro Rocha e Lugano, dos argentinos Poy e Teves, do equatoriano Quiñones (nossa, esse nome eu me lembrei dele sem querer), do colombiano Rincón, enfim, vários países falando a mesma língua: o futebolês.
Com a valorização da nossa moeda a atual temporada sofreu uma verdadeira invasão dos gringos. Até os clubes do interior apostam nessa solução barata e, ás vezes, prática. Com alguns nomes que eu citarei, uma verdadeira seleção estrangeira é formada, o que pode significar também o enfraquecimento das categorias de base dos, nem tão ricos, clubes brasileiros. Então vamos a ela:
Legião estrangeira
1 - Viáfara (Vitória/ Colombia).
2 - Adrian Gonzales (São Paulo/Argentina) e Figueroa (Palmeiras/Chile)
3 - Cáceres (Atl. Mineiro/Paraguai)
4 - Saavedra (Atlético. GO/ Chile)
5 - Guiñazu (Internacional/Argentina)
6 - Armero (Palmeiras/Colombia) e Escudero (Corinthians/Argentina)
7 – Herrera (Botafogo/Argentina)
8- Pablo Escobar (Mirassol/ Paraguai,Bolivia)
9 – El Loco Abreu (Botafogo/Uruguai)
10 – D’Alessandro (Internacional/Argentina), Petkovic (Flamengo/Servia), Conca (Fluminense/Argentina) e Defederico (Corinthians/Argentina)
11 – Guerron (Cruzeiro/Equador)
Técnico Fossati
Sei que ainda ficaram muitos jogadores fora dessa lista, mas algo deveria preocupar nos clubes de futebol.
A lateral do Palmeiras, por exemplo, não fala português. O ataque botafoguense é platino. O meio campo do Internacional é comandado por argentinos.
Na contramão dessa estatística, os jovens brasileiros vão embora cada vez mais cedo, como é o caso de Breno, Alexandre Pato e Filipe Coutinho.
Se antigamente eram raros os clubes que traziam jogadores de fora, hoje essa quantidade desmedida não tem a mesma excelência técnica que imortalizou algumas eras. Quantidade não é qualidade.
Isso é globalização, amigo...
Com a valorização da nossa moeda a atual temporada sofreu uma verdadeira invasão dos gringos. Até os clubes do interior apostam nessa solução barata e, ás vezes, prática. Com alguns nomes que eu citarei, uma verdadeira seleção estrangeira é formada, o que pode significar também o enfraquecimento das categorias de base dos, nem tão ricos, clubes brasileiros. Então vamos a ela:
Legião estrangeira
1 - Viáfara (Vitória/ Colombia).
2 - Adrian Gonzales (São Paulo/Argentina) e Figueroa (Palmeiras/Chile)
3 - Cáceres (Atl. Mineiro/Paraguai)
4 - Saavedra (Atlético. GO/ Chile)
5 - Guiñazu (Internacional/Argentina)
6 - Armero (Palmeiras/Colombia) e Escudero (Corinthians/Argentina)
7 – Herrera (Botafogo/Argentina)
8- Pablo Escobar (Mirassol/ Paraguai,Bolivia)
9 – El Loco Abreu (Botafogo/Uruguai)
10 – D’Alessandro (Internacional/Argentina), Petkovic (Flamengo/Servia), Conca (Fluminense/Argentina) e Defederico (Corinthians/Argentina)
11 – Guerron (Cruzeiro/Equador)
Técnico Fossati
Sei que ainda ficaram muitos jogadores fora dessa lista, mas algo deveria preocupar nos clubes de futebol.
A lateral do Palmeiras, por exemplo, não fala português. O ataque botafoguense é platino. O meio campo do Internacional é comandado por argentinos.
Na contramão dessa estatística, os jovens brasileiros vão embora cada vez mais cedo, como é o caso de Breno, Alexandre Pato e Filipe Coutinho.
Se antigamente eram raros os clubes que traziam jogadores de fora, hoje essa quantidade desmedida não tem a mesma excelência técnica que imortalizou algumas eras. Quantidade não é qualidade.
Isso é globalização, amigo...
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
As siglas, as abreviações, o futebol e eu
O tempo voa, já estamos no fim de 01/10. Como sempre é um mês complicado, pois me lembra IPVA, IPTU. Males do século XX.
Apesar de tudo eu acho que vai ser um ano legal, pois teremos eleições e sempre vem um cala-boca no povo e, às vezes, nos sentimos VIP. A briga vai ser boa entre PT e PSDB.
Sabe, fiquei triste pela situação do Haiti, mas eles tiveram um apoio legal da ONU. O Brasil até mandou dinheiro para a reconstrução do país, prova que estamos bem na fita com o FMI.
Mas eu queria mesmo era ver futebol de verdade e com a mesma emoção que vi no BR-09. Conversar com os amigos e esperar pelos lances geniais do paulista da Série A1.
O Corinthians trouxe o RC6. Espera repetir o sucesso do R9.
Já o Palmeiras quer trazer o K30. Muricy e a torcida alviverde sonham em vê-lo ao lado de DS7. Por enquanto quem gasta a bola com muita genialidade é o CX10. Esse cara joga D+.
Pelos lados do Santos quem chegou foi R7. Uma baita contratação ser jogar pelo menos 50 % do que jogou no BR-02.
De olho na Libertadores quem resolveu abrir a mão o JJ. Chegaram vários bons jogadores, mas de centroavante mesmo o São Paulo só tem o W9. Tomara que ele não vire WO.
Pena que nem todos os jogos do Paulista vão passar nos canais abertos da TV. Os clássicos, por exemplo, serão transmitidos pelo sistema PPV. Tudo bem pra mim, pois adoro escutar a JP.
Bom, já que na vida nem tudo é futebol, é melhor eu trabalhar com um FDP. Contribuir com o governo para ser amparado pelo INSS. Mas pelo atendimento que temos, dá vontade de mandar tudo para PQP.
Então já vou embora, caso me lembre de alguma coisa eu te chamo pelo MSN. Agora me faça um favor, não abrevie todas as palavras quando falar comigo porque a nossa língua não merece VC, TB, KD e ETC, OK?
Um ótimo FDS para todos do activo e do Blogdolaujr.blogspot.com.
Me esqueci do Http// que vem antes do nome do Blog.
É isso, AT+.
Hoje não te suporto, mas amanhã eu serei você...
O mundo realmente é engraçado, ou trágico, depende do ângulo. O que fazemos ou falamos hoje não vale amanhã. Com a velocidade das informações devido às novas tecnologias não está valendo nem no minuto seguinte.
Antigamente as entrevistas eram feitas no vestiário, no campo, no ônibus, enfim, as informações eram coletadas de um jeito “mais humano”. É verdade que muitas pérolas saiam das bocas dos atletas, mas era isso que o torcedor comum gostava.
Com a chegada das coletivas de imprensa, personagens como os técnicos, por exemplo, se julgam acima do bem e do mal. Muricy parece que inventou a bola, Ricardo Gomes se acha gênio e Dunga tem certeza que é. Eles desprezam a imprensa quando estão no auge de suas carreiras. Quando estão por baixo, são doces e amigáveis.
O pior de tudo isso é que depois eles viram comentaristas. Vejam o caso de Edmundo, por exemplo. Quando ele era jogador a imprensa penou na mão dele. O “animal” chegou a chutar um profissional da imprensa quando o mesmo estava no chão. A sua câmera registrou o atleta.
Relembrem : http://www.youtube.com/watch?v=grtoKGmIMYg
Hoje ele é comentarista da TV Bandeirantes. Qual o motivo da mudança? Será que ele vai dar aulas no cursinho de auto-escola também?
Então, como dizia Raul Seixas, muitos preferem se apropriar da metamorfose ambulante para proteger a sua própria sobrevivência e não a usam como uma questão de ideologia.
E quem paga a conta somos nós...
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Saudades do verdadeiro Robinho...
Um jogador chamado Robinho quer voltar a jogar no Brasil. E vai voltar.
Santos e São Paulo disputam o jogador que é nome certo na lista do técnico da seleção do Brasil. Ele tem homenagem no Maracanã e já vestiu a camisa do Real Madri.
Mas quem é esse atleta?
Em 2002 o Brasil e o mundo assistiam as pedaladas de um moleque franzino, atrevido, alegre, comprometido com a equipe e... humilde. Como era bom vê-lo jogar. O Santos tinha seus meninos da Vila e ele era o símbolo do futebol brasileiro. Arte pura.
Pois bem, o tempo passou e o menino deu lugar para o homem. A inocência saiu e entrou o empreendedorismo. Ao invés de alegria, muita marra.
Robinho forçou a sua saída do Santos e foi para o Real Madri. No time merengue teve lampejos de craque e, novamente, forçou a sua saída. Foi para o Manchester City. Continuou sendo convocado por Dunga, o que alimentou o seu ego. É reserva de um time sem expressão e agora está forçando novamente a barra para sair do clube.
Esse ano ele quase foi contratado pelo Barcelona, seu antigo sonho. Iniesta e Xavi barraram o jogador brasileiro alegando que o atacante destruiria o bom ambiente do melhor time do mundo. O duro que eles tem razão...
Voltar ao Brasil tem sido a marca dos brasileiros que vão para a Europa apenas ganhar dinheiro. Robinho faz parte dessa estatística.
Hoje o jogador vale milhões de dólares, muito mais do que quando foi vendido do Santos, porém joga muito menos do que naquela época.
Gostaria de ver o Robinho de 2002, pois o atual é apenas uma evolução desastrosa do malabarista Denílson.
Senhores dirigentes de Santos ou São Paulo, o investimento é muito alto e o retorno não é garantido.
Pensem nisso...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Primeiro carimbo no ano do centenário corintiano

O melhor venceu. O time que mais castigou os adversários na Copa São Paulo de Juniores é, pela terceira vez, campeão.
Comandado pelo ex-zagueiro Sérgio Baresi, o São Paulo venceu todos os jogos até chegar à final contra o valente Santos de Narciso. Com o empate em 1 a 1, arrancado pela persistência, a primeira carimbada no centenário do rival Corinthians se manifestou.
Renan Mota marcou aos 18 min do primeiro tempo para o peixe. A partir daí o São Paulo sufocou o time praiano que aceitou a pressão. O goleiro Rafael, ex-Rio Preto, foi o melhor em campo com defesas milagrosas. O tricolor Marcelinho, destaque da copinha, não teve a mesma genialidade de partidas anteriores. A zaga santista se virava com muita sorte e comprometimento.
Já no segundo tempo, o goleiro Richard quase complicou o São Paulo. Saiu apavorado da área e atingiu o atacante Renan Mota. Merecia o cartão vermelho, mas o juiz amarelou e apenas amarelou o goleiro são-paulino. Mais tarde ele se tornaria o herói da partida defendendo três pênaltis.
Já no finzinho do jogo, o camisa nove Ronieli marcou um golaço, digno de Adriano e assegurou a disputa dos pênaltis.
Foi ai que narciso perdeu o titulo do Santos.
Visivelmente nervoso, o técnico santista partiu para cima do arbitro Thiago Duarte Peixoto e não parava de gritar. Lembrava justamente do lance que o goleiro tricolor merecia ser expulso. Sempre ameaçando e agredir o homem do apito, um policial chegou empurrando Narciso com o escudo. Uma cena lamentável que não ajudou em nada a equipe santista. Para se ter uma ideia, os meninos da vila acalmavam o técnico quando deveria ser exatamente ao contrário.
Nas cobranças de pênaltis, sem o equilíbrio emocional, o time do Santos desperdiçou três cobranças que pararam nas defesas de Richard.
Um prêmio para a melhor categoria de base do Brasil e, quem sabe, nenhum garoto desse time entre na justiça pleiteando o termino do contrato e traindo a estrutura maravilhosa que os transforma em atletas e homens.
Parabéns São Paulo, primeiro campeão do ano de 2010...
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