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segunda-feira, 10 de maio de 2021

A banca aguarda o português alviverde...

 

 

Abel Ferreira não ganhou nada como técnico na Europa. Seu maior feito foi eliminar o Benfica, de Jorge Jesus, na fase preliminar na UEFA Champions League. Mesmo assim foi contratado pelo segundo melhor time do Brasil.

 

Quando sua nau chegou em terras tupiniquins, Abel herdou um time com jovens talentos lançados por Luxemburgo e um bom entrosamento trabalhado por Cebola. Sentou-se na máquina do cassino e em suas primeiras apostas ganhou os Jackpots da Libertadores e da copa do Brasil.

 

Então, mudou de patamar...

 

Foi ao Mundial. Precisou de mostrar evolução e naufragou em uma inédita quarta colocação. Diante disso, tirou 15 dias de férias bancada pelo dinheiro da patrocinadora, enquanto os rivais emendavam as temporadas e preparavam seus times para o começo decisivo da maratona.

 

Voltou de férias e perdeu duas decisões. Questionou o calendário, diminuiu a arbitragem e confrontou a imprensa. Foi convencido, por ele mesmo, que é um gênio. O que era novidade, passou a ser mais do mesmo.

 

No Paulista, como a diretoria, não valoriza o campeonato. Classificou na bacia das almas contando com a ajuda do maior rival e lamentou a vitória diante da Ponte preta, pois terá que trabalhar muito com o elenco e terá cobranças de desempenho. A maratona de jogos será cruel para os times e Abel queria essa eliminação para poupar os jogadores.

 

Agora, se não ganhar o Paulista, qualquer fracasso nos outros campeonatos será o fim da era Abel.

A banca está esperando a hora de cobrar e ver se existe méritos de Abel ou se o acaso de Once Caldas e LDU iluminou o time na cabeça de Breno...

 






 

Estanislau de Oliveira Lima Junior

 

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quinta-feira, 21 de janeiro de 2021

São Paulo, agora e sempre o clube da fé...

 

Hoje a derrota, mais uma vez, foi amarga. Defendíamos a liderança, tínhamos a chance de voltar a jogar o melhor futebol que encantou em muitos momentos em 2020. Mas, com também em muitos momentos em 2020, caímos no momento de decidir, porém nada está perdido, a não ser a ponta da tabela que será retomada nesse final de semana.

 

O São Paulo, representado pelos seus mandatários, cometeu vários erros durante a última década. Comprou jogadores medíocres a peso de ouro e se desfazendo de promessas cedo demais. Prova disso é que Raí e Pássaro pagaram uma fortuna em Diego Souza, que saiu de graça e fez o gol que eliminou o São Paulo da Copa do Brasil, fazendo o clube deixar de ganhar, pelo menos, R$ 20.000.000, 00. Contratou Trellez, Caneiro e isso impede o aproveitamento de Galeano e outros jogadores da base. Buscou a peso de ouro Jean e teve que pagar mais uma quantia enorme para ter Volpi no gol. Enfim, os erros são muitos e isso não é de hoje.

 

Quando Diniz chegou ao São Paulo, todos sabiam que ele não era da primeira prateleira de técnicos no Brasil. Mas acreditou-se um uma filosofia. Vieram as eliminações. Nessa temporada foram três no Morumbi. E agora uma liderança de sete pontos de vantagem foi-se embora no Morumbi.

 

Mas não é justo demitir agora o Fernando Diniz. Ele teve que lidar com elenco desiquilibrado do tricolor. Promoveu jovens e a acertou na única vez que pediu um reforço, Luciano.

 

Ainda acredito no São Paulo e sei que esse campeonato está ainda sem dono. Faltam sete jogos. Faltam 21 pontos. Falta pouco e a partida contra o fraco Coritiba pode mudar o ambiente, pois o Gre-Nal será duríssimo para o Inter de Abel.

 

A hora é de acreditar e não fazer o jogo da imprensa e dos adversários em abortar um trabalho que tem sim seus méritos e seus fracassos.

 

Mais do que nunca, o São Paulo tem que ser o clube da fé...

 Estanislau Jr

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2020

Enfim, líder...

 

O São Paulo vendeu o primeiro jogo do primeiro turno. O que seria a estreia do time, virou a partida que levou o Diniz na liderança do campeonato. Nem todos da imprensa gostaram...

 

A permanência do Diniz, agora, surtiu efeito em matéria de pontos. Enquanto todos os holofotes estavam em Flamengo, Palmeiras e Atlético Mineiro, chega o tricolor e com condições de abrir cinco pontos para o segundo colocado, quando a tabela igualar os jogos.

 

Sara, Brener, Luan, Diego Costa e Igor Gomes, todos de Cotia, ganham rodagem e corpo para levar o time sem as famosas quedas psicológicas. Daniel Alves é o Toninho Cerezo de século XXI e o Luciano encarna uma mistura de Serginho Chulapa e Luiz Fabiano.

 

Ainda não ganhamos nada, mas a autoestima está em alta com o desempenho nos clássicos, com as revelações e as classificações na Copa do Brasil.

 

É o grande voltando a ser grande...

 

 

Estanislau Jr

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quinta-feira, 19 de novembro de 2020

Assim como na vida, o futebol é feito de escolhas...

 

No último dia 10, veio a confirmação que o técnico Rogerio Ceni assinava o contrato com o Flamengo. Mesmo garantindo a sua permanência no Fortaleza até o final da temporada, que vai terminar em fevereiro de 2021, o mito deixava o clube que o acolheu duas vezes no meio do caminho pela possibilidade de ganhar títulos com o melhor elenco do Brasil. Foi uma escolha arriscada, com grandes chances de repetir a decepção que teve no Cruzeiro, ao pegar um time no meio da temporada.

 

No mundo paralelo, Fernando Diniz seguia sendo criticado e questionado pelas recentes eliminações do são Paulo, mesmo com o time mostrando evoluções e revelando vários jogadores da famosa Cotia, herança maravilhosa de Juvenal Juvêncio. Então foi a vez de Raí fazer a escolha, manter Diniz contrariando conselheiros, torcedores, imprensa, Lugano e o presidente Leco.

 

E, como capricho dos deuses do futebol, essas escolhas foram ligadas e determinantes para o atual momento dos times. Sem a sombra de Rogério Ceni, Diniz teve tranquilidade e o apoio da torcida, que viu seu ídolo cuidar da sua carreira em um rival direto pela Copa do Brasil. Já o Ceni chegou na Gávia como Jorge Jesus brasileiro, comparação que ele usou estrategicamente para ganhar a torcida rubro-negra. Era a antítese de Domènec Torrent.

 

Mas o Flamengo tinha dívidas com o destino. O clube foi o primeiro a voltar aos treinamentos forçando a barra para o Campeonato carioca voltar. Pode ser por isso o desgaste e as contusões de suas peças-chaves nesse momento. Também perdeu jogadores para a seleção e Rafinha para o mercado grego. E a conta chegou sem a garantia de Jorge Jesus.

 

E o Rogério Ceni embarcou nessa empreitada. E já balança no cargo.

 

Diniz, cuja validade estava no fim, renovou sua confiança e pode, finalmente, ser campeão e assim entrar para história do clube e se firmar no mercado de técnicos na América Latina.

 

Agora resta saber se o futuro presidente do são Paulo vai escolher manter o trabalho de Diniz e o atual presidente do Flamengo vai escolher manter Rogério Ceni até o final da temporada.

 

 

Estanislau de Oliveira Lima Junior

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terça-feira, 10 de novembro de 2020

A ordem é ser São Paulo, contra quem for...

 

O futebol é realmente apaixonante. Mesmo com pandemia, sem publico e sem dinheiro com antes, o cenário é muito dinâmico. Até ontem o Rogério Ceni era uma divindade inquestionada, mesmo treinando o Fortaleza. Agora é o inimigo a ser batido, sem dó e se possível com requintes de crueldade. Assinou com o Flamengo e terá a segunda chance de tirar o São Paulo do caminho do único título que ainda não tem: a Copa do Brasil.

 

Fernando Diniz, até ontem, era apenas um tampão até o fim da temporada. Era uma peça a ser substituída por Rogério Ceni, que sem a atual diretoria, viria para mudar o São Paulo de patamar. Hoje a história girou 180° e tanto Diniz quanto o time, foram ovacionados e pegos no colo da torcida tão impaciente, mesmo o tricolor sendo um dos grandes destaques do Campeonato Brasileiro.

 

As coisas mudam, se transformam e quem não tem resiliência, fica pelo caminho.

 

Rogério Ceni é o único técnico que foi eliminado/classificado na Copa do Brasil. Endureceu com o Fortaleza e agora tem uma constelação milionária nas mãos para tentar ganhar pela primeira vez do seu ex-clube.

 

Já o Diniz, resistiu a pressão das eliminações para o Mirassol e Lanús, carrega nas costas as bobagens da diretoria e o peso do jejum de títulos do clube. Teve apenas um reforço, e que reforço, que foi o atacante Luciano, fruto da troca de Everton com o Grêmio. É o quarto colocado do Brasileirão com três jogos a menos. Goleou o Flamengo, no Maracanã. Ganhou do Palmeiras no estádio palestrino. Está invicto com os rivais paulistas em 2020. Tem a maioria de jogadores da base no time titular.

 

Precisou que o ídolo mandasse o recado que o profissional é o foco atual para a torcida torcer para seu time, como já fez com trabalhos piores comparados com o trabalho de Fernando Diniz.

 

Rogério Ceni será sempre ídolo, mas nunca será maior que o São Paulo. Que ele tenha sorte, mas sem títulos no Flamengo é o novo rico que gasta por moda e não por planejamento.

 

Vamos São Paulo, contra tudo e contra todos...

 

 

Estanislau Junior

 

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quinta-feira, 29 de outubro de 2020

O Diniz não está fazendo um trabalho ruim...

 

O São Paulo não comemora um título desde 2012. De lá pera cá, passaram Muricy Ramalho, Paulo Autuori, Bauza, Juan Carlos Osório, Rogério Ceni, Cuca, entre outros. Ninguém ganhou. Ninguém sobreviveu ao fogo amigo da diretoria tricolor.

 

Diniz não pediu e não pede reforços. Erra, como todos os técnicos que trabalham na América Latina, não é mesmo Galhardo?

 

Promoveu Sara, Brener, Diego Costa, Paulinho Bóia. Igor Vinicius e Luan, cresceram com ele, mesmo o Luan sendo quase imposto pelo Raí.

 

Está em quarto lugar no brasileirão com três jogos a mesmo. Tem chances de fechar na liderança no final do primeiro turno.

 

Na derrota para o Lanús, o tricolor anotou dois gols no campo do adversário. A Sul-americana premia gols fora de casa.

 

Contra o Fortaleza, do mito Ceni, se classificou e o time mostrou um equilíbrio que há tempos não víamos nas cobranças de pênaltis.

 

Vocês acham que depois de tanta bobagem feita pela diretoria, qualquer técnico teria uma seleção nas mãos? O elenco é desequilibrado, inexperiente e com uma enorme carga pela falta de títulos.

 

Não, não estou dizendo que ele é o novo Telê Santana, mas o Diniz está trabalhando muito e crescendo com o time. Erra muito, peca nas substituições, mas vem entregando mais do que se espera de um time a beira de uma eleição, sem dinheiro e paz.

 

Se domingo o São Paulo conseguir um empate contra o Flamengo, será algo de extraordinário. A derrota é previsível. A vitória é possível.

 

Acredito no time e espero que em 2021, a nova diretoria seja parceira do clube e não um inimigo narcisista que destrói a tradição e o peso da nossa camisa.

 

 

Estanislau de Oliveira Lima Junior

 

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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Neymar, mídia e racismo...

 

Um texto, por si só, nunca será 100% imparcial. Quem escreve traz consigo seus valores, ideais, preconceitos, julgamentos e sua opinião, por mais diminuída possível. Uso essa introdução para falar do caso Neymar e o racismo.

 

Neymar foi expulso na última partida de seu time contra o Olympique de Marseille. Alegou e acusou o zagueiro espanhol, Álvaro González, de racismo. É um caso sério, mediante a tantos acontecimentos e protestos pelo mundo, onde o racismo vem sendo combatido de frente por personalidades. Parece que o basta chegou para os criminosos e intolerantes.

 

Mas o Neymar é um produto midiático. Não consigo ver legitimidade em sua revolta, pois ele nunca fez nada pela causa. Quando teve que pedir desculpas, usou uma marca para render o discurso em forma de comercial.  Tudo que quer, seu staff corre para lhe proporcionar. Vive cercado de privilégios na seleção, onde a igualdade nunca fora lembrada e defendida por ele.

 

Mesmo assim, se realmente houve racismo, o espanhol deve ser punido.

 

Seu amigo super campeão na Fórmula 1, Lewis Hamilton, está enfrentando o sistema e se expondo por essa causa. Principalmente em um ambiente mega autoritário e conservador como é o automobilismo da F1.

 

Mesmo assim, se realmente houve racismo, o espanhol deve ser punido.

 

O adulto Ney quer ser o melhor do mundo e ele sabe que não conta com o carisma dos técnicos e jogadores que votam. É como se fosse um Oscar, o premiado tem que ter algo a mais na vida para ganhar a simpatia e aliar com seu talento para ser premiado. Pergunte para Leonardo DiCaprio.

 

Mesmo assim, se realmente houve racismo, o espanhol deve ser punido.

 

Espero que seja apenas uma má vontade minha com o Neymar e que ele realmente esteja falando a verdade. Ninguém deve ser ofendido por causa da sua cor.

 

Mesmo assim, se realmente houve racismo, o espanhol deve ser punido.

 

O estranho é que nenhum jogador daquela partida saiu em defesa de Neymar.

 

Mesmo assim, se realmente houve racismo, o espanhol deve ser punido.


Espero que venham as provas e que o espanhol sirva de exemplo para o combate ao racismo no futebol e no mundo...



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quarta-feira, 3 de junho de 2020

Baú Tricolor (Revista oficial São Paulo 1993)






















Estanislau Jr
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quarta-feira, 15 de abril de 2020

O mundo não é justo. O futebol, menos ainda...


O ano de 2019 foi quase todo do Flamengo. Campeão carioca, ainda sob o comando de Abel Braga, o clube investiu horrores para formar um verdadeiro esquadrão. Acertou na contratação de Bruno Henrique, que jogou demais e trouxe o português Jorge Jesus, que quase foi parar na cidade do galo. Com dinheiro e a maioria da mídia, o Flamengo só não ganhou a Copa do Brasil e o Mundial de Clubes.


Porém, no mesmo ano, um incêndio vitimou dez garotos do ninho do urubu. Sonhos de uma carreira internacional interrompido por chamas, queimaduras e dor. E o tratamento do clube foi abaixo das expectativas. Frieza do mundo dos negócios para uma entidade que quer pagar uma fortuna para a renovação do técnico português. A medida para reparar a perda das famílias é infinitamente menor da mão aberta do time atual.


Dentro de campo, o jogo contra o Emelec teve um pênalti claro não anotado para os equatorianos. A sorte acompanhou o time em toda a Libertadores, até mesmo na final quando foi dominado pelos argentinos do River Plate. No Brasileiro, vários jogos em campo neutro beneficiaram o Mengo.


A soberba do clube é tanta que prejudicou o ganho dos demais clubes do campeonato carioca desse ano por se sentir “galáctico demais” para ganhar como os demais grandes do Rio. A negociação só visa os interesses do Flamengo e não agrega para salvar o fraco Campeonato Carioca.


É difícil imaginar uma união dos clubes brasileiros se o clube da moda, atualmente o Flamengo mas já foi o Corinthians, São Paulo e Palmeiras, não enxergam um palmo longe do próprio nariz.
Mas uma hora a conta chega.

E que os outros clubes se aprimorem para não transformar o Flamengo, querido da mídia, o único clube de “oto patamar” e aumentar o abismo e receitas e prêmios em relação aos demais...       




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domingo, 28 de outubro de 2018

Agora chegou o 07 da sorte...


A rodada foi boa para o tricolor. Os três primeiros colocados empataram e o São Paulo arrancou uma grande vitória, no Vitória, em Salvador. Bruno Alves vem se destacando pela seriedade e regularidade. Como prêmio, marcou o único gol da partida.


O goleiro Jean foi bem. A vontade no Barradão, foi eficaz. Mas como essa temporada do clube vem com doses cavalares de sofrimento, o garoto fez bobagem no final da partida e teremos o bom e velho Sidão contra o Flamengo.


Rojas é mais um desfalque sentido. Está fora até do Paulistão 2019. Quem sabe não chega a vez de um garoto da base. Quem sabe...


Jogar contra o Flamengo no Morumbi e vendo o Palmeiras duelar contra o Santos, que vem jogando o fino da bola.


 Será uma grande final para medirmos a real capacidade do time.


Faltando apenas sete rodadas, 21 pontos, a Libertadores está praticamente garantida.


Sonhar, ou melhor, acreditar não custa nada.


Que a diferença de sete, vire quatro!!!





Estanislau Jr
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domingo, 21 de outubro de 2018

O tricolor na balada. O oito chegou...


Fazendo uma analogia com a vida real, como se o futebol fosse irreal, o São Paulo vive um ano de altos e baixos.


O tricolor é aquele jovem rapaz que no começo do baile (temporada), tinha a consciência que não conseguiria muita coisa. Não tinha a credencial para ver a garota mais bonita e cobiçada (Libertadores). Mesmo assim pagou a entrada e observou o salão.


Logo de cara, levou um fora monstruoso da garota mais rica (Copa do brasil) e ficou no balcão do bar dosando a sua consumação. Não poderia gastar muito.


Foi quando que uma garota (Brasileirão) começou a flertar como jovem tricolor. A menina era linda, o jovem olhou para os lados e perguntou se o olhar sedutor era para ele mesmo. Ela acenou positivamente.


- Me dei bem, pensou o São Paulo com sorriso no rosto.


Passou um tempo ao lado garota. Deram risadas, pagou bebidas pra ela e chegou a contar nos dedos o momento do beijo final. Esnobou a garota mais nova (Sulamericana) e jurou amor eterno da noite.


Parecia que seria a sua vez, depois de 10 bailes sem conseguir nada.


Mas faltou atitude. Deixou os concorrentes chegarem e o garoto rico (Palmeiras), que quer mesmo a mais bonita (Libertadores), entrou na disputa.


Se sentindo acuado, pelo pouco repertorio financeiro, o jovem tricolor começa a se contentar com a entrada free do camarote VIP no próximo baile.


Assim está o time tricolor. Começou o semestre sem pretensões, achou que poderia levantar a taça do Brasileirão e agora está com ar de decepção ao lutar para garantir uma vaga na fase de grupos da Libertadores 2019.


Com muitos empates e pouco repertório tático, o previsível time precisa de Atitude, Competência e um pouco de sorte...



Estanislau Jr

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domingo, 14 de outubro de 2018

Melhor contar até nove...


A derrota de virada para o Internacional deixou o título do BR18 mais distante para o São Paulo. Agora são sete pontos que separam o líder Palmeiras para o tricolor. A vaga direta para a Libertadores passa a ser a realidade do momento.



O time caiu drasticamente de rendimento. Não tem peças de reposição para Everton, Nenê, Diego Souza e Bruno Peres. O estilo de jogo já foi decifrado pelos adversários e a comissão técnica ainda não consegue lançar os garotos da base. O momento é confuso.



Sei que a campanha não é ruim. O São Paulo nunca foi o melhor elenco do Brasil e agora se arrepende de ter abandonado a Sulamericana. Mas, por outro lado, a pressão saiu e resta pensar jogo a jogo para somar pontos.



Sidão não jogou hoje. A torcida foi afagada, mas Jean está longe de ser um goleiro de confiança, até pelo fato de jogar pouco. Foi mal.


Anderson Martins desfalca o São Paulo na próxima rodada — Foto: ROBERTO VINÍCIUS/ESTADÃO CONTEÚDO



Rodrigo Caio ficou no banco hoje também e mais uma vez a torcida foi atendida. Anderson Martins está falhando jogo sim e outro também. Não foi bem hoje.



As duas próximas rodadas, contra Atlético Paranaense e Vitória, são oportunidades para somar seis pontos, nenhum outro resultado será admissível.



Pés no chão, foco e um pouco de sorte também.



Faltam nove...

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Acreditar? Vamos contar até 10...


Ficou difícil para o São Paulo sonhar com o título. Parece que o jejum de títulos, que dura seis anos, vai renovar a temporada para 2019. De uma hora para outra, toda a empolgação da torcida se transforma em negativismo preocupação. Dirigentes são questionados, Sidão e Rodrigo Caio são os vilões e Everton parece de cristal. Tudo para aterrorizar uma torcida sofrida, que já foi soberana.



Mas se enxergarmos o outro ponto, o tricolor está em reconstrução. Na temporada passada o clube lutou contra o rebaixamento, um time inteiro foi vendido e o ídolo maior, Rogério Ceni, foi fritado pelo sistema. Hoje o time tem respeito, chegou a liderar o campeonato e ganhou o primeiro turno. As dividas bancárias estão diminuindo, o patrocinador máster existe e a até a Adidas voltou para o Morumbi. Só esses detalhes já seriam suficientes para comemorar.





Porém o campeonato ainda está aberto. O Palmeiras tem quatro pontos de vantagem, mas encara o bom time misto do Grêmio. Felipão não é o gênio da vez, apenas tem muitas peças para trabalhar. Mas ainda não ganhou nada e se não arrematar um título esse ano, todos os elogios oportunistas vão virar artilharia pesada para dona Leila, Galliotte e Alexandre “estrela” Mattos.



Em 2009, o Palmeiras também era líder na 28º rodada. No final nem ganhou a vaga para Libertadores.





Amanhã, contra o Internacional, saberemos se a temporada nos dará uma valorizada vaga para Libertadores ou vamos renovar a esperança de sair de uma fila incomoda.



Vamos contar as rodadas, contar com a sorte e contar com a tradição do clube da fé...

domingo, 30 de setembro de 2018

A chave para que as glorias não sejam só do passado...


A ultima conquista foi no distante ano de 2012. Um jogo esquisito, que ficou pela metade, um título menos atraente que o tricolor costumava ganhar e ídolos que ainda fazia parte do plantel como Rogério Ceni, Luiz Fabiano, Lucas Moura e outros. Mas podemos dizer que título mesmo foi no ainda mais distante ano de 2008. O São Paulo ganhara o tricampeonato brasileiro sob o comando de Muricy e Rogério Ceni. Parecia que sua estrutura e sua tradição jamais seriam abalados ou vencidos. Parecia...



Depois vieram anos de vacas magras, vergonha e diminuição de força. Tirando 2014, ano do vice brasileiro, os outros anos foram lutas contra o rebaixamento, eliminações em mata-mata e muitas vendas de jogadores. Sem nenhuma solidez e planejamento, a terra arrasada tomava conta e sonhar com títulos era uma utopia.



Agora o São Paulo vive um momento bom. Sem um elenco recheado como o elenco alviverde, o tricolor poderia caminhar com menos pressão se não fosse o jejum de títulos. O certo seria a torcida vibrar com a campanha e com o trabalho de Raí, Lugano e Ricardo Rocha. Passo a passo, prepararia o time para um 2019 vitorioso. Mas a torcida não vê assim.



(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)



Agora em terceiro lugar do BR18, único torneio que resta para o tricolor, receberá o líder Palmeiras, no sábado, no Morumbi. Lá, o tricolor não sabe o que perder para o verdão desde 2002. Tem um tabu para defender, pois ainda não venceu o rival no novo estádio Allianz Parque. Também tem a obrigação de vencer para ainda sonhar o título.  Também tem a obrigação de vencer para espantar a queda livre que vive... Ufa...



A volta de Everton, talvez impulsione a boa fase de Nenê, a magia de Reinaldo e assim o Diego Souza, que vem jogando bem, possa marcar mais de um gol por partida.



Everton: a chave para que as glorias não sejam só do passado...



Nada está perdido e muita coisa está conquistada, pois hoje vemos um time de respeito, com a vaga para Libertadores quase garantida e ainda com possibilidade do Hepta.



Que venha a primeira grande final contra o Palmeiras!!!


 Estanislau Jr

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Uma final justa de Copa...


No momento que o homem/Marca Neymar, que de garoto não tem nada, deixou o Barcelona para se transferir para o PSG, o Brasil começou a perder a Copa. No Barcelona Neymar seguia as regras, era parte de um time, tinha que ter uma postura diferente, porque o Barcelona “é mais que um clube”. No PSG, Neymar é o dono da bola, o camisa 10, o chefe do técnico. É o fantástico mundo de bob.



A seleção brasileira não tem comando, não tem projeto e nem identidade com o país. É uma empresa privada que não prioriza os campeonatos que ela mesmo organiza. Foi-se a Copa mais fácil dos últimos 16 anos...



O Adenor/Tite é bom. Talvez o melhor técnico brasileiro na atualidade. Porém quis ter a família Scolari, a retranca de Parreira e o personagem de Zagalo. Convocou Taison, Renato Augusto, Fred por causa dos serviços prestados ao longo de sua carreira e não pelo momento. Queimou a largada e colocou a gratidão na frente da meritocracia. Se viu impotente quando precisou usar o banco na hora do aperto.




Nessa Copa, todas as seleções que foram sinônimos de bagunças, pagaram um preço alto da vergonha. O Brasil e a Argentina pela sujeira, desorganização, corrupção e narcisismo. Espanha pela demissão do técnico que atravessou a nota e acertou com o Real antes da hora. O México pela festa regada a prostitutas, que ocasionou em vários problemas particulares dos jogadores. A Itália, a Holanda e o Chile nem viajaram. A Alemanha foi um caso à parte. Mas passou vergonha também.



Por isso que a final entre a Croácia, país reconhecido apenas em 1992 e ex-Iugoslávia, e a jovem França farão a final dia no dia 15.
Nos dias de hoje, não basta camisa, sobrenome ou tradição. Basta um padrão, uma filosofia e trabalho em equipe, Os valores pessoais devem estar sempre abaixo do coletivo.



Vamos bater palmas e esperar mais quatro anos contando com o acaso, pois não me empolgo em uma mudança de conceito, caráter e consciência...






Estanislau Jr
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Neymar x Neymar e Cia...

O jogo tão esperado, finalmente aconteceu. Real Madri x PSG. Cristiano Ronaldo X Neymar. Mas é carência nossa acreditar que Neymar está no mesmo nível de CR7. Imagina do Messi...


Neymar é como um garoto de condomínio, que reina em seu colégio particular. É o craque do time, o camisa 10. Ele quer bater todos os pênaltis e faltas no PSG. Se pudesse, ele daria assistência para si mesmo e assim pontuar duas vezes no jogo. Está forçando a barra,


Recentemente seu companheiro de clube, Rabiot, falou que ele tem privilégios no grupo. Treina quando e como quer. Tem seu staff particular e traçou a meta de ser melhor do mundo. Mesmo que para isso entre em conflito com Cavani e, por indelicadeza, não deixe que o uruguaio atinja a sua marca de maior goleador do clube, mesmo o brasileiro marcando três gols e duas assistências em um 8x0. Os franceses não perdoaram.


No jogo da champions , Neymar estava nervoso. Ganhou um cartão amarelo logo no início e não conseguiu brilhar, como faz no fraquíssimo campeonato francês.



Já o Cristiano Ronaldo corre, luta e tem uma colocação em campo aliada com a estrela que só os “bolas de ouro” possuem.


O camisa 10 da seleção brasileira não aguentou ficar sendo coadjuvante de Messi no Barça. Dinheiro não foi o problema, diga-se o Santos Futebol Clube. Trocou Barcelona por Paris, trocou Messi e Luizito por Cavani... Achou que seria o melhor do mundo, mas joga menos do que imagina, mesmo jogando muito. Confuso, né?


Neymar pai o mantem em uma redoma. Para ele, seu filho pode esbanjar com os parças, enquanro Messi e CR7 treinam e se dedicam as suas famílias. Neymar pode brigar com a imprensa, com técnicos, companheiros, que está tudo bem. Pode dar a mão para o adversário e deixa-lo no vácuo.


Esse ano teremos Copa. Será que se um jogador brasileiro marcar mais gols ou brilhar mais que Neymar, será normal para ele e seu pai?


Neymar é um excelente jogador, mas para ser o melhor do mundo, não bastar dar chapéu, caneta e bater pênalti.


Tem que decidir...


Estanislau Jr
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Na camisa do meu clube, quero meu nome...

No momento atual, quem é um ídolo fiel do clube de futebol?


 Quem recusaria uma proposta milionária para continuar honrando as cores do seu clube?


Não podemos colocar a mão no fogo por ninguém. Neymar deixou o Barcelona, olha Barcelona, para ir jogar no PSG. Mas já está “mexendo os pauzinhos” para jogar no Real Madri, simplesmente o maior rival do Barça. Sonho? Projeto? Não, apenas paixão por dinheiro.


Lucas Lima jurava amor ao Santos.  Hoje joga no rival Palmeiras que, até pouco tempo, ridicularizava os alviverdes nas redes sociais.


Gustavo Scarpa preferiu o verdão, de forma conturbada, e deixou o Fluminense.


Fred rompeu com o Atlético Mineiro e hoje veste azul. Sem remorso.





Como torcedor, o que fazer com as camisas que compramos com os nomes desses jogadores que, em tão pouco tempo, eles deixam nossos clubes e vão para onde “ganha-se mais”.


É obvio que são profissionais, mas a promiscuidade está desenfreada no futebol. Por isso não temos, ou melhor, temos poucos exemplos de lendas que passam várias temporadas nos clubes.


Aqui no Brasil, geralmente os goleiros são esses jogadores fiéis. Magrão (Sport), Fabio (Cruzeiro), Cassio (Corinthians), Vanderlei (Santos), entre outros. Na Espanha Catalunha, Iniesta assinou um contrato vitalício com o Barcelona. Tevez, na Argentina, abriu mão de milhões para deixar a China e voltar para o Boca. Dificilmente você verá o Apache jogando pelo River. Ou Piquet jogando pelo Madri, mas aí já é uma questão de política...


O que eu quero dizer é que o romantismo do mundo dos anos 70,80,90 não existe mais. Hoje é muito melhor comprar uma camisa do clube de coração e colocar o próprio nome.


Nenhum jogador é maior que o clube. Que o nosso clube!


Para não ficar com vergonha de usar o fardamento que tanto gostamos, melhor não homenagear ninguém, pois não sabemos o dia de amanhã.


Haja vista as camisas do Barcelona de Figo, do Santos de Ganso, do Flamengo de Romário e Edmundo, do São Paulo de Danilo, do Palmeiras de Paulo Nunes e por aí a fora...





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