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sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Acreditar? Vamos contar até 10...


Ficou difícil para o São Paulo sonhar com o título. Parece que o jejum de títulos, que dura seis anos, vai renovar a temporada para 2019. De uma hora para outra, toda a empolgação da torcida se transforma em negativismo preocupação. Dirigentes são questionados, Sidão e Rodrigo Caio são os vilões e Everton parece de cristal. Tudo para aterrorizar uma torcida sofrida, que já foi soberana.



Mas se enxergarmos o outro ponto, o tricolor está em reconstrução. Na temporada passada o clube lutou contra o rebaixamento, um time inteiro foi vendido e o ídolo maior, Rogério Ceni, foi fritado pelo sistema. Hoje o time tem respeito, chegou a liderar o campeonato e ganhou o primeiro turno. As dividas bancárias estão diminuindo, o patrocinador máster existe e a até a Adidas voltou para o Morumbi. Só esses detalhes já seriam suficientes para comemorar.





Porém o campeonato ainda está aberto. O Palmeiras tem quatro pontos de vantagem, mas encara o bom time misto do Grêmio. Felipão não é o gênio da vez, apenas tem muitas peças para trabalhar. Mas ainda não ganhou nada e se não arrematar um título esse ano, todos os elogios oportunistas vão virar artilharia pesada para dona Leila, Galliotte e Alexandre “estrela” Mattos.



Em 2009, o Palmeiras também era líder na 28º rodada. No final nem ganhou a vaga para Libertadores.





Amanhã, contra o Internacional, saberemos se a temporada nos dará uma valorizada vaga para Libertadores ou vamos renovar a esperança de sair de uma fila incomoda.



Vamos contar as rodadas, contar com a sorte e contar com a tradição do clube da fé...

domingo, 30 de setembro de 2018

A chave para que as glorias não sejam só do passado...


A ultima conquista foi no distante ano de 2012. Um jogo esquisito, que ficou pela metade, um título menos atraente que o tricolor costumava ganhar e ídolos que ainda fazia parte do plantel como Rogério Ceni, Luiz Fabiano, Lucas Moura e outros. Mas podemos dizer que título mesmo foi no ainda mais distante ano de 2008. O São Paulo ganhara o tricampeonato brasileiro sob o comando de Muricy e Rogério Ceni. Parecia que sua estrutura e sua tradição jamais seriam abalados ou vencidos. Parecia...



Depois vieram anos de vacas magras, vergonha e diminuição de força. Tirando 2014, ano do vice brasileiro, os outros anos foram lutas contra o rebaixamento, eliminações em mata-mata e muitas vendas de jogadores. Sem nenhuma solidez e planejamento, a terra arrasada tomava conta e sonhar com títulos era uma utopia.



Agora o São Paulo vive um momento bom. Sem um elenco recheado como o elenco alviverde, o tricolor poderia caminhar com menos pressão se não fosse o jejum de títulos. O certo seria a torcida vibrar com a campanha e com o trabalho de Raí, Lugano e Ricardo Rocha. Passo a passo, prepararia o time para um 2019 vitorioso. Mas a torcida não vê assim.



(Foto: Sergio Barzaghi/Gazeta Press)



Agora em terceiro lugar do BR18, único torneio que resta para o tricolor, receberá o líder Palmeiras, no sábado, no Morumbi. Lá, o tricolor não sabe o que perder para o verdão desde 2002. Tem um tabu para defender, pois ainda não venceu o rival no novo estádio Allianz Parque. Também tem a obrigação de vencer para ainda sonhar o título.  Também tem a obrigação de vencer para espantar a queda livre que vive... Ufa...



A volta de Everton, talvez impulsione a boa fase de Nenê, a magia de Reinaldo e assim o Diego Souza, que vem jogando bem, possa marcar mais de um gol por partida.



Everton: a chave para que as glorias não sejam só do passado...



Nada está perdido e muita coisa está conquistada, pois hoje vemos um time de respeito, com a vaga para Libertadores quase garantida e ainda com possibilidade do Hepta.



Que venha a primeira grande final contra o Palmeiras!!!


 Estanislau Jr

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quarta-feira, 11 de julho de 2018

Uma final justa de Copa...


No momento que o homem/Marca Neymar, que de garoto não tem nada, deixou o Barcelona para se transferir para o PSG, o Brasil começou a perder a Copa. No Barcelona Neymar seguia as regras, era parte de um time, tinha que ter uma postura diferente, porque o Barcelona “é mais que um clube”. No PSG, Neymar é o dono da bola, o camisa 10, o chefe do técnico. É o fantástico mundo de bob.



A seleção brasileira não tem comando, não tem projeto e nem identidade com o país. É uma empresa privada que não prioriza os campeonatos que ela mesmo organiza. Foi-se a Copa mais fácil dos últimos 16 anos...



O Adenor/Tite é bom. Talvez o melhor técnico brasileiro na atualidade. Porém quis ter a família Scolari, a retranca de Parreira e o personagem de Zagalo. Convocou Taison, Renato Augusto, Fred por causa dos serviços prestados ao longo de sua carreira e não pelo momento. Queimou a largada e colocou a gratidão na frente da meritocracia. Se viu impotente quando precisou usar o banco na hora do aperto.




Nessa Copa, todas as seleções que foram sinônimos de bagunças, pagaram um preço alto da vergonha. O Brasil e a Argentina pela sujeira, desorganização, corrupção e narcisismo. Espanha pela demissão do técnico que atravessou a nota e acertou com o Real antes da hora. O México pela festa regada a prostitutas, que ocasionou em vários problemas particulares dos jogadores. A Itália, a Holanda e o Chile nem viajaram. A Alemanha foi um caso à parte. Mas passou vergonha também.



Por isso que a final entre a Croácia, país reconhecido apenas em 1992 e ex-Iugoslávia, e a jovem França farão a final dia no dia 15.
Nos dias de hoje, não basta camisa, sobrenome ou tradição. Basta um padrão, uma filosofia e trabalho em equipe, Os valores pessoais devem estar sempre abaixo do coletivo.



Vamos bater palmas e esperar mais quatro anos contando com o acaso, pois não me empolgo em uma mudança de conceito, caráter e consciência...






Estanislau Jr
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sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Neymar x Neymar e Cia...

O jogo tão esperado, finalmente aconteceu. Real Madri x PSG. Cristiano Ronaldo X Neymar. Mas é carência nossa acreditar que Neymar está no mesmo nível de CR7. Imagina do Messi...


Neymar é como um garoto de condomínio, que reina em seu colégio particular. É o craque do time, o camisa 10. Ele quer bater todos os pênaltis e faltas no PSG. Se pudesse, ele daria assistência para si mesmo e assim pontuar duas vezes no jogo. Está forçando a barra,


Recentemente seu companheiro de clube, Rabiot, falou que ele tem privilégios no grupo. Treina quando e como quer. Tem seu staff particular e traçou a meta de ser melhor do mundo. Mesmo que para isso entre em conflito com Cavani e, por indelicadeza, não deixe que o uruguaio atinja a sua marca de maior goleador do clube, mesmo o brasileiro marcando três gols e duas assistências em um 8x0. Os franceses não perdoaram.


No jogo da champions , Neymar estava nervoso. Ganhou um cartão amarelo logo no início e não conseguiu brilhar, como faz no fraquíssimo campeonato francês.



Já o Cristiano Ronaldo corre, luta e tem uma colocação em campo aliada com a estrela que só os “bolas de ouro” possuem.


O camisa 10 da seleção brasileira não aguentou ficar sendo coadjuvante de Messi no Barça. Dinheiro não foi o problema, diga-se o Santos Futebol Clube. Trocou Barcelona por Paris, trocou Messi e Luizito por Cavani... Achou que seria o melhor do mundo, mas joga menos do que imagina, mesmo jogando muito. Confuso, né?


Neymar pai o mantem em uma redoma. Para ele, seu filho pode esbanjar com os parças, enquanro Messi e CR7 treinam e se dedicam as suas famílias. Neymar pode brigar com a imprensa, com técnicos, companheiros, que está tudo bem. Pode dar a mão para o adversário e deixa-lo no vácuo.


Esse ano teremos Copa. Será que se um jogador brasileiro marcar mais gols ou brilhar mais que Neymar, será normal para ele e seu pai?


Neymar é um excelente jogador, mas para ser o melhor do mundo, não bastar dar chapéu, caneta e bater pênalti.


Tem que decidir...


Estanislau Jr
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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Na camisa do meu clube, quero meu nome...

No momento atual, quem é um ídolo fiel do clube de futebol?


 Quem recusaria uma proposta milionária para continuar honrando as cores do seu clube?


Não podemos colocar a mão no fogo por ninguém. Neymar deixou o Barcelona, olha Barcelona, para ir jogar no PSG. Mas já está “mexendo os pauzinhos” para jogar no Real Madri, simplesmente o maior rival do Barça. Sonho? Projeto? Não, apenas paixão por dinheiro.


Lucas Lima jurava amor ao Santos.  Hoje joga no rival Palmeiras que, até pouco tempo, ridicularizava os alviverdes nas redes sociais.


Gustavo Scarpa preferiu o verdão, de forma conturbada, e deixou o Fluminense.


Fred rompeu com o Atlético Mineiro e hoje veste azul. Sem remorso.





Como torcedor, o que fazer com as camisas que compramos com os nomes desses jogadores que, em tão pouco tempo, eles deixam nossos clubes e vão para onde “ganha-se mais”.


É obvio que são profissionais, mas a promiscuidade está desenfreada no futebol. Por isso não temos, ou melhor, temos poucos exemplos de lendas que passam várias temporadas nos clubes.


Aqui no Brasil, geralmente os goleiros são esses jogadores fiéis. Magrão (Sport), Fabio (Cruzeiro), Cassio (Corinthians), Vanderlei (Santos), entre outros. Na Espanha Catalunha, Iniesta assinou um contrato vitalício com o Barcelona. Tevez, na Argentina, abriu mão de milhões para deixar a China e voltar para o Boca. Dificilmente você verá o Apache jogando pelo River. Ou Piquet jogando pelo Madri, mas aí já é uma questão de política...


O que eu quero dizer é que o romantismo do mundo dos anos 70,80,90 não existe mais. Hoje é muito melhor comprar uma camisa do clube de coração e colocar o próprio nome.


Nenhum jogador é maior que o clube. Que o nosso clube!


Para não ficar com vergonha de usar o fardamento que tanto gostamos, melhor não homenagear ninguém, pois não sabemos o dia de amanhã.


Haja vista as camisas do Barcelona de Figo, do Santos de Ganso, do Flamengo de Romário e Edmundo, do São Paulo de Danilo, do Palmeiras de Paulo Nunes e por aí a fora...





Estanislau Jr
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domingo, 22 de janeiro de 2017

O São Paulo de Ceni, modelo 2017...

Enfim, começou o ano para o São Paulo. A maior contratação do clube para essa temporada brilhou. Não, não é o goleiro Sidão. É o técnico Rogério Ceni. É bem verdade que é muito cedo para cravar alguma coisa, mas a postura do time, mesmo em pré-temporada, é outra. Um time organizado, vontade física e tática e a carência de um elenco que padece ainda a falta de um centroavante e um meia de criação, que pode ser o garoto Lucas Fernandes.


Começar comemorando um caneco em cima do rival dá moral. E o clube precisa de moral, pois não conquista nada importante desde 2012, quando ganhou a Sul-americana naquele jogo que não terminou contra o Tigre da Argentina.


Desde de 2005 sem ganhar um estadual, desde 2008 sem ganhar um brasileiro e nunca ter ganho uma Copa do Brasil, são ingredientes que vão alimentar o sonho do torcedor são-paulino nesse ano. Mas é preciso contratar e não ventilar na imprensa possíveis reforços e não efetivar, como aconteceu com Colman, Calleri, Nilmar, entre outros.


Sidão deve ser o titular no gol. Tem estrela e a empatia da torcida. Buffarini é o dono da lateral. Realmente foi um grande acerto do ex-diretor Gustavo Vieira de Oliveira. Wesley não se enquadrou ainda e vai sofrer com Rogerio Ceni. Imagina se um jogador apático como ele vai ficar no elenco. É bom ele virar a chave, pois jogar bola ele sabe.


A zaga está bem e ainda conta com o retorno de Breno. Lucão vem ganhando moral ainda poderá render alguns milhões de dólares para o cofre do clube.


No ataque, Wellington Nem foi bem. Tem condições de ser melhor que o inconstante Kelvin e mais decisivo também.


Com o retorno da molecada de Cotia, como David Neres, Lucas Fernandes e Lyanco, o tricolor poderá implantar uma filosofia diferente no time e brigar por coisa grande no ano que vem, com reforços pontuais, é claro.


Rogério Ceni será duramente testado nesse começo de carreira. Já jogou contra River Plate, Corinthians, vai encarar o atual vice-campeão Audax, depois a organizada Ponte Preta para, em seguida, encarar um dos melhores times do Brasil e atual campeão paulista, o time do Santos.


O tempo dirá, mas que a esperança é grande, isso é...




Estanislau Junior

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quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

Copa do Mundo de 2026, a festa de todos...



Muito se falou sobre ao aumento de times na Copa do Mundo de 2016. Esbravejaram, questionaram o nível técnico, compararam com outras copas, enfim, a esmagadora maioria é contra esse aumento de seleções.


Pois bem, vamos lá...


A Copa do mundo é uma festa popular, apesar do preço dos ingressos. Cada país se prepara e se une à sua maneira. Cada jogador tem um sonho realizado em defender seu país de origem ou o país que o adotou. Se a organização tem condições de administrar essa mudança, por que não?


Respeito os estudiosos que defendem que menos países elevaria o nível técnico. Por eles só seleções tradicionais disputariam o torneio. Porém, eu não concordo. Seleções como Argentina, Itália, França, Uruguai e Espanha (todas campeãs do mundo) já protagonizaram vexames de sair na primeira fase. O Brasil já tomou de sete em casa. E aí, qual o nível técnico apresentado por essas nações?


Imagina uma seleção que nunca disputou a Copa do Mundo. O país estaria com os jogadores e o esporte ganharia espaço e assim, quem sabe, surgiria outros craques como George Weah, que nunca disputou a Copa do Mundo.


O debate se estendeu na Copa são Paulo de futebol Jrs. A quantidade de times (112) é uma aberração. Muitos se esquecem dos sonhos dos meninos que nunca andaram de avião ou até mesmo nunca saíram de seus estados. Muitos times que não tem condições de disputar nenhum outro campeonato e tamanha importância como a Copinha. Não pensam neles.


O futebol ainda é um esporte, apesar do dinheiro que movimenta, e privar ou elitizar as competições e matar de vez o significado do esporte.


Quando fazemos parte de um estado brasileiro rico e forte ou de um país com tradição e estrutura no futebol, é fácil criticar e barrar a entrada de outras pessoas na festa.


Em 2026, a Copa do Mundo será a melhor da história e que os grandes abram os olhos para as zebras...






Estansilau Junior
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terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Zagueiros favoritos ao Prêmio Puskas 2016?

A temporada 2016 promete para os zagueiros brasileiros. Com a falta de talentos, principalmente se recordarmos os anos 80 e 90, a possibilidade do prêmio Puskas permanecer no Brasil é enorme. E os grandes clubes de são Paulo e do Rio de Janeiro saem na frente. Porém, de maneira reversa...



Leandro Almeida Palmeiras
O zagueiro do Palmeiras saiu na frente. Após fazer varias lambanças no jogo contra São Bento, pelo Campeonato Paulista, Leandro Almeida ressuscitou o meia Moraes, que nunca passou de uma promessa no futebol. Foi sair jogando, perdeu a bola, levou um drible humilhante e parou para assistir o golaço. É franco favorito a aparecer no telão da FIFA.



Wallace Flamengo
Não vive um bom momento e não é bom. É o típico caso do jogador que já acostumou a erra nas partidas. A torcida do Flamengo passa arrepios com suas atuações.



Lucão São Paulo
Um dos zagueiros do vexame do 6x1, Lucão é jovem, mas não está bem com a torcida. Erros e mais erros vem colocando em xeque seu futuro no São Paulo. Tem a seu favor um técnico que quer protege-lo. Porem, sua participação é sempre garantia de fortes emoções.



Rodrigo Vasco
Seu temperamento pode complicar uma partida. Sua técnica não é boa. O time do Vasco é ruim. Pronto, essa é a receita do bolo.


É claro que poderemos ter outros candidatos, mas esse trio é forte concorrente para o prêmio Puskas e para a alegria das torcidas adversárias.






Estanislau Junior
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domingo, 31 de janeiro de 2016

El Patón agora é oficialmente o el Patrón tricolor


Começou a era Bauza no São Paulo. 

Em seu primeiro jogo oficial, um empate em Campinas contra o Red Bull Brasil, o time não fez um bela atuação. Muitos erros de passes, pouco domínio e um ritmo de jogo muito lento. É certo que, dos grandes paulistas, o São Paulo teve comprometido seu planejamento. A dispensa relâmpago de Doriva e a demora em contratar Bauza no ano passado tem seu preço. Mas Patón já deixa sua característica no time: a garra. O primeiro cartão amarelo de Ganso, no começo de jogo após um carrinho, mostra que o maestro vai mudar o seu comportamento em campo. Alias, o que não pode acontecer é o excesso de cartão amarelo durante a partida. Foram cinco, muito cartão para pouco elenco. E ainda teve a lesão de Breno.


O empate na estreia não é um resultado ruim, mas em um campeonato estadual onde um terço dos times serão rebaixados (seis), a situação do time na tabela poderá atrapalhar o time na Libertadores.



 Sinal amarelo...




Estanislau Junior

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sexta-feira, 10 de julho de 2015

O apartheid globalizado...

Vivemos em um mundo intolerante e perigoso. Hoje tudo se divide, todos se separam. Existem grupos musicais, de cor de pele, preferencias sexuais, partidos políticos, time de futebol, religião, regiões geográficas, etc... E nenhum grupo ou subcategoria tem a tolerância com a diferença. Realmente o que não é espelho para Narciso é feio e deve sumir.


Em pleno século XXI e com tanta tecnologia capaz de diminuir distancias, resgatamos o instinto mais primitivo de gangs e batalhas.


 E o que mais me preocupa não são as minorias e sim os lideres das massas. Eles pregam intolerância, julgam e condenam por conta própria. Manipulam informações, não interpretam textos, ou por falta de caráter ou por falta de inteligência. Se fazem de vitimas e apelam emocionalmente para conseguirem seus objetivos. E são esses lideres que tem mídia, dinheiro e influencia.


O que pode ser usado para integração do povo, é usado como combustível para intolerância. Esta sem controle. E temos que fazer a nossa parte.


Que Deus nos ajudem e nos guie, porque seus ensinamentos nós deixamos de por em pratica há muito tempo... 






Estanislau de Oliveira Lima Junior
São José do Rio Preto SP
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quarta-feira, 8 de julho de 2015

Osório, o técnico ideal de Marcelo Portugal Gouveia...

Juan Carlos Osório é o homem certo em um São Paulo errado. Considerado por muito tempo um clube de vanguarda, hoje o São Paulo Futebol Clube é um campo minado cheio de traições e conspirações. Atrasa salários, não consegue a credibilidade para ter um patrocínio máster, vende jogadores ao léu e tem um elenco que não respeita a história e a competência dos treinadores que foram fritados nos últimos anos. O lorde, como é chamado na Colômbia, não imaginava tamanha bagunça no reino tricolor.


Osório merecia um presidente como Marcelo Portugal Gouveia. Centrado e capaz de unir o clube com inteligência e educação. Mas isso foi há dez anos. Depois dele, uma ditadura de Juvenal Juvêncio espremeu até a ultima gota a herança de Portugal Gouveia. E agora temos um Aidar, que fala bobagens, se perde na politica e não repete o sucesso e a serenidade dele mesmo, como fora na década de 80. O que era vinho virou vinagre com o tempo.


Torço para o sucesso de Osório, mesmo com todos esses contratempos. Ele é um estudioso, abaixou o salario dos técnicos que ganhavam fortunas para perder e serem mandados embora e não está amarrado com empresários brasileiros. São ideias novas no primata futebol brasileiro.


Resta saber se P.H. Ganso, Pato, Luis Fabiano e Aidar vão trabalhar em favor do lorde. Até o momento nenhum deles jogam no time do colombiano.


E o São Paulo continua perdendo...






Estanislau Junior
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São José do Rio Preto-SP

domingo, 9 de novembro de 2014

A vaga da Sul Americana e a diferença entre clube e país...

É inacreditável o tamanho da desinformação dos jornalistas e técnicos brasileiros sobre a vaga da Copa Sul Americana. O que precisamos entender que o PAÍS do time campeão não ganha vaga para a Libertadores.

 Como?

Explico: 

Se o São Paulo não estivesse no G4 ou G5, caso o campeão da Copa do Brasil terminassem o Campeonato Brasileiro entre os quatro primeiros colocados, o tricolor ficaria com a ultima vaga do PAÍS na pré-Libertadores. Agora, se o São Paulo ficar entre o G4 ou G5, também por causa do campeão da Copa do Brasil, ele fica com a vaga do Brasileiro e não altera mais nada.

Apenas o campeão da Libertadores tem uma vaga extra. A Sul Americana não.

Então, não façam como o Mano Menezes e a maioria dos jornalistas brasileiros, pois não irá brotar nenhuma vaga para a Libertadores 2015.

Mas, como sempre acontece, a senhora Conmebol não deixa isso nítido como deveria ser no regulamento da competição...


A Copa Sul-Americana 2014 será disputada com jogos eliminatórios de ida e volta - o sistema mata-mata. O campeão garante vaga para a pré-Libertadores de 2015 e disputa a Recopa Sul-Americana 2015 contra o campeão da Libertadores 2014, e a Copa Suruga 2015, contra o campeão da Copa da Liga Japonesa.
Na fase preliminar da competição, as equipes brigam por 16 vagas na segunda fase. Destes, oito seguem para as oitavas de final.
Brasil e Argentina
As oito equipes brasileiras que disputam o torneio estreiam já na segunda fase, onde disputam quatro eliminatórias entre si para definir os quatro representantes do Brasil nas oitavas.
Pela chave argentina, seis times se enfrentam na segunda fase para definir outras três vagas nas oitavas de final.
Oitavas de final
Nas oitavas, o campeão da Copa Sul-Americana de 2013, irá se juntar as 15 equipes classificadas na segunda fase.
Os vencedores de cada duelo passam para as quartas de final, e assim se segue até a final. Em caso de classificação de dois clubes de um mesmo país às semifinais, haverá remanejamento de chaves.
Desempate
Em qualquer fase, exceto na final, os critérios de desempate são, nesta ordem:
a) saldo de gols
b) gols fora de casa
c) cobranças de pênaltis, sem prorrogação
Em caso de empate na final, o primeiro critério é o saldo de gols. Mantendo-se a igualdade haverá prorrogação de 30 minutos (dois tempos de 15min). Se o empate persistir, o campeão será definido após cobranças de pênaltis.
Estanislau Junior

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domingo, 28 de setembro de 2014

Perguntas que eu gostaria de fazer para os técnicos brasileiros...

Gilson Kleina
Kleina, você torceu pelo sucesso do Gareca no Palmeiras?


Muricy
O que te deixa mais preocupado: a zaga são paulina, P.H. Ganso sonolento ou jogos mata-mata?


Dunga
Carlos Caetano, se a seleção brasileira de 82 tivesse um jogador no meio campo como o Dunga, o Brasil venceria a Itália? Levaria a taça?


Mano Menezes
Mano, depois de sair da seleção brasileira sem disputar a Copa do Mundo e abandonar o Flamengo que mais tarde seria campeão da Copa do Brasil, o que falta para seu trabalho no Corinthians não fracassar também? Por quê insiste em cobrar reconhecimento da imprensa e torcida sem fazer o time que você comanda jogar um belo e vencedor futebol?


Osvaldo de Oliveira
De onde vem a sua empolgação para dar entrevistas?


Vanderlei Luxemburgo
Como foi quase ter sucesso na seleção, quase ter sucesso no Real Madri e agora “projetar” apenas posições intermediárias nos clubes que treina?


Felipão
Valeu a pena morrer abraçado com o Fred?


Tite
Para você quem mais contribuiu na sua carreira: Tolima, Andrés Sanches ou Diego Souza?


Marcelo Oliveira
 Você é o melhor técnico brasileiro na atualidade. A mídia não sabe disso ou finge não saber?


Bernardinho
Que é melhor técnico, você o Zé Roberto?


José Roberto Guimarães
Você trabalharia junto com o Bernardinho em algum clube ou seleção?


Dorival Junior
Por que aceitou treinar o Palmeiras nesse momento? Não tem medo de matar a sua carreira de técnico?


Leão
Você ainda tem portas abertas em algum grande de São Paulo?
*Essa pergunta eu fiz no programa Cartão Verde (por e-mail)...



Estanislau Junior

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domingo, 24 de agosto de 2014

Ídolos Eternos... Falcão, o melhor de todos no Futsal


Alessandro Rosa Vieira, o Falcão em campanha para ajudar o GRAACC...


Ídolos Eternos


domingo, 17 de agosto de 2014

O mundo e a Série B no Centenário...

Um titulo mundial envelhecido e um possível rebaixamento do Campeonato Brasileiro 2014. Esses são os atrativos do centenário do antigo Palestra Itália, que um dia foi a academia do futebol. Tristeza, dívidas e pouca esperança de um futuro melhor assombra a torcida alviverde.


Ainda sem patrocínio máster, o Palmeiras carrega de estrangeiros medíocres seu elenco. Continua a bancar as mazelas de Valdívia, um anti-herói que empata contratações de impacto por causa de seu salario. E o desespero continua.






Desde os tempos de Parmalat, o Palmeiras abdica do investimento da categoria de base e vive a esperar um investidor tão generoso quanto a fraudulenta empresa italiana. Sem dinheiro e sem base, não resta mais nada a não ser se contentar com a pequena mentalidade dos dirigentes palestrinos.
O único caminho a ser seguido agora é manter o técnico, priorizar o Campeonato Brasileiro e se contentar em não ser rebaixado.


Gostaria de dizer feliz aniversário, mas só tenho coragem de dizer:

Sinto muito...




Estanislau Junior

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domingo, 13 de julho de 2014

Holzhacker x Tango

Europa x América

UEFA x Conmebol

Papa Bento XVI x Papa Francisco

Michael Schumacher x Juan M. Fanggio

Matthäus x Maradona

Thomas Müller x Leo Messi

(5) Nobel argentino x (102) Nobel alemão

(2) Copa argentina x (3) Copa Alemanha

terça-feira, 8 de julho de 2014

Mais uma vez...

Mais uma vez o atual campeão da Copa das Confederações não será campeão do mundo.


Mais uma vez o planejamento venceu a soberba e o achismo.


Mais uma vez o Brasil não vence a Copa em sua casa.


Mais uma vez o técnico da seleção brasileira e seu coordenador técnico provaram que estão ultrapassados e que vivem do prestigio que conquistaram há tempos.


O Brasil não tinha um plano B para jogar sem Neymar. Convocou mal e achou que apenas o peso da camisa intimidaria os adversários. Sucumbiu. Caiu de joelhos.


Na Copa de 50, o vilão escolhido foi o pobre goleiro Barbosa, que morreu triste pela sentença imposta por seu país. E agora, com uma goleada histórica ainda na semifinal?


A Alemanha vem se planejando desde 2006. Não é uma família, que convocam os amigos (Fred e Henrique). Lá é profissionalismo. Joga quem está melhor. Muda o time, conforme o adversário ou o baixo rendimento dos atletas. (O quê não aconteceu com o Fred).


Agora são lamentações e justificativa.


O Brasil abriu mão de Robinho, Kaká, Ronaldinho Gaúcho, que um dos três poderiam dividir o fardo das atenções com Neymar e assim, quem sabe, o garoto seria menos caçado e menos cobrado.


E agora?


Para os Pachecos, uma dose de realidade.


Para os contras, uma dose de piedade.


Para os jogadores, uma dose de experiência.



E, para os dirigentes da FIFA e da CBF, várias doses de whisky e pacotes e mais pacotes de dinheiro da Copa que mais deu lucro para os cartolas em toda históra da humanidade...