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domingo, 30 de junho de 2013

A assinatura dos técnicos brasileiros...


 Atualmente existem poucos técnicos consagrados para muitos clubes grandes no Brasil. Talvez por isso estamos acostumados a ver certas aberrações como as passagens desastrosas de Adilson Baptista por Corinthians, Santos, Atlético Paranaense e São Paulo em menos de um ano (2010/2011). Eles ganham muito e acrescentam pouco. Na maioria das vezes, deixam dividas gigantes e jogadores caros e medíocres como herança maldita.


Emerson Leão recentemente esteve no Cartão Verde. Amargo, como sempre, Leão ainda não sabe lidar com as criticas e ainda se acha o dono da verdade. Seu ultimo trabalho vencedor foi o Santos de 2002. Apenas com garotos, foi importante para Robinho, Diego, Renato, Léo, Elano e CIA. Depois não se achou mais. Como uma quimioterapia, que funciona muito bem no começo, mas depois os efeitos colaterais são avassaladores, Leão já não tem muito mercado.





No São Paulo ganhou um Paulistão em 2005. Voltou no ano passado, mas não foi bem e ainda atrasou a adaptação de Jadson, Osvaldo e Lucas. No rival Corinthians foi responsável pela saída precoce de Tevez, em 2006.


Luxemburgo, demitido do Grêmio, venceu muito, há muito tempo, mas brigou com destaques dos times, depois que já estava consagrado. Marcelinho Carioca, (Corinthians), Beckham (Real Madri), Keirrison, (Palmeiras), Marcelo Moreno (Grêmio), entre outros.


É como uma assinatura, o técnico tem que brigar com alguém para ser lembrado.


Já o Felipão, atual técnico da seleção brasileira, cortou Romário da Copa de 2002, brigou com o goleiro Vítor Baía, de Portugal, rejeitou Ronaldinho Gaucho, da Copa das Confederações, brigou com Kleber Gladiador, no Palmeiras e por ai a fora.


No embalo desses medalhões, Ney Franco afastou sete jogadores do São Paulo, desvalorizando o patrimônio do clube. Isso que ele ainda está começando uma carreira que poderá ser tão vitoriosa como de Luxemburgo e Scolari, dos bons tempos.


O treinador é importante para o clube até que ponto?


Hoje, a maioria deles mais atrapalha do que ajuda?


Por que não tempos técnicos brasileiros trabalhando na Europa?


E por que estamos sempre torcendo para eles caírem e outro arrumar o nosso time?


Muita estrela e pouca constelação...



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Emerson Leão no Cartão Verde (Blog do Lau)




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domingo, 19 de maio de 2013

Eliminados Libertadores 2013 ao som de Engenheiros do Hawaii...

A musica" Eu não consigo odiar ninguém" relembrando a desastrosa campanha de São Paulo, Palmeiras, Corinthians e Grêmio, na Libertadores da América 2013.




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quarta-feira, 15 de maio de 2013

Hino do Boca Jrs. (Dá-lhe Boca!)

Hino do Boca Jrs. (Dá-lhe Boca!)


quinta-feira, 25 de abril de 2013

Pepe Guardiola será o grande nome da Copa do Mundo

Não, eu não estou louco. Também não tenho noticias que Guardiola vai treinar uma seleção no mundial. Mas uma coisa é certa, a sua influencia e trabalho serão destaques nas três seleções mais fortes no momento: Espanha, Alemanha e Argentina.


Por cinco anos, Guardiola treinou e revolucionou o futebol com o velho-novo Barcelona.  Ele melhorou o futebol da Laranja Mecânica de 1974, arrumou o sistema defensivo da seleção Brasileira de 1982 e fez o esquadrão azul-grená que encantou mundo. Ganhou três ligas espanholas, duas Copas do Rei, três Supercopas da Espanha, duas Ligas dos Campeões da Europa, duas Supercopas Européias, dois Mundiais de Clubes da FIFA, uma Copa Audi, e três Joan Gamper. Ou seja, tudo e mais um pouco. O Barcelona ainda é o time que mais tem posse de bola no mundo.
Tudo isso será levado em conta na Copa, pois a atual campeã do Mundo, Espanha, tem oito titulares oriundos do Barça. O entrosamento foi trabalho de Pepe e não do senhor Leôncio, Vicente Del Bosque.





A Alemanha também terá um pouco de Guardiola. O treinador, que fora zagueiro quando era jogador, vai treinar o poderoso Bayer de Munique, base da excelente seleção alemã. Se a Alemanha já tem uma equipe competitiva, com o entrosamento e disciplina tática que ganhará com o comando de Guardiola, o tremor de jogos decisivos terá dias contados. É, na minha opinião, a favorita a ganhar o titulo aqui no Brasil.


Já a Argentina, que tem uma boa seleção, tem ganhado muito com o maior pupilo de Guardiola. O melhor do Mundo, Messi. O argentino aprendeu muito como espanhol e poderá desbancar Espanha e Alemanha se ele conseguir encaixar o futebol praticado no Barça. Messi é diferenciado e a Copa do Mundo o transformará em semideus, para os argentinos, assim como Maradona. Ganhar e ser melhor em uma Copa do Mundo disputada em terras do maior rival, é um feito de gigante. E ele pode...


Enquanto essas seleções caminham a passos largos para o sucesso, a seleção brasileira, anfitriã da Copa, vive um museu ideológico e ultrapassado pelas mentes de Felipe Scolari, Carlos Alberto Parreira e José Maria Marim.


E o Brasil disse não para esse cara...



Estanislau Junior
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quinta-feira, 14 de março de 2013

Ganso e São Paulo: um Ney no meio do caminho...



O São Paulo ficou um bom tempo sem um camisa 10 legítimo. Passaram Danilo, hoje no rival, Hernanes, ídolo da Lazio e até o falastrão Souza. Mas a sombra de Raí sempre atormentava os pretendentes a camisa que já fora de Zizinho, Gerson, Pedro Rocha e Pita.

Hoje temos um camisa 10. Mas, por capricho de um sistema engessado, não o utilizamos. O nome em questão é Paulo Henrique Ganso.

Ganso é um jogador diferente. É gênio. É clássico. Poucos times do mundo tem um jogador desse quilate. Talvez só o Boca, o Fluminense, o atlético Mineiro e o Coritiba tem um jogador com esses requisitos.

Mas o competente  técnico são paulino está obstinado a honrar sua afirmação e abre mão de Ganso.

O São Paulo não vem convencendo nos jogos. Desde a saída de Lucas, o time desceu uns três degraus em relação a Fluminense, Corinthians, Grêmio e Atlético Mineiro. E o Ganso no banco.

A seleção brasileira de 70, Zagallo arrumou lugar para tantos camisas 10 no time. Tostão, Jairzinho, Rivelino, Gerson e Pelé.

Será que o São Paulo tem tantos craques assim?

Para escalar o óbvio, a minha sobrinha, de quatro anos, faz isso...

Paulo Henrique Ganso é o Photoshop que pode corrigir a imagem e a história do São Paulo.

Acorda Ney Franco, antes que seja tarde...






Estanislau Junior

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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Mirassol vence a segunda em casa contra o lanterna São Caetano




O Mirassol recebeu o laterna, São Caetano, no estádio José Maria de Campos Maia, em busca da sua segunda vitória na competição. Com gols de Marcel, André Luis e Bahia, o leão afundou ainda mais o azulão na crise e  pulou para a décima segunda posição, começando a sonhar com a vaga para as oitavas de final do Paulistão 2013.

O jogo
Sem o meia Rivaldo, o técnico Geninho optou por uma formação mais cautelosa, na etapa inicial, com três volantes. Já o Mirassol apostava na velocidade de Tiago Luis e no oportunismo de Marcel para se impor no jogo. E foi um belo chute de fora da área de Marcel, que o leão abriu o placar, aos 46 minutos de jogo.
Na etapa complementar, o São Caetano sentiu o placar adverso e perdeu o controle emocional. André Luis, em jogada individual, marcou o segundo gol para os donos da casa.
Com seis cartões amarelos recebidos, pendurando assim a zaga, o técnico Geninho foi obrigado a fazer as três substituições, até a metade do segundo tempo, sem o efeito desejado.
Ainda no ultimo minuto de jogo, o tiro de misericórdia foi dado pelo atacante Bahia, que aproveitou a bela jogada de Leomir.
O próximo desafio do leão será contra o XV de Piracicaba na casa do adversário, no dia 1º de março.
Já o São Caetano receberá o Botafogo, no dia 2 do próximo mês.


Nota: Somente nove torcedores do azulão prestigiaram o time em Mirassol.


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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Enfim o São Paulo é campeão...




Depois de quatro anos, o tricolor retoma o caminho de vanguarda que sempre trilhou. Volta à Libertadores, que é mais paulista do que outra coisa nos últimos anos, e o título da Sul-Americana coroa gerações e craques e valoriza o currículo internacional do clube.


Se os adversários não foram tão fortes como se vê em outros torneios internacionais, o planejamento e a qualidade do elenco garantiram o sucesso para o título que só o Internacional de Porto Alegre possuía no Brasil, até então. É título, é importante e é mais um troféu na galeria.


Quanto a confusão, o segundo tempo que não teve e as pancadas argentinas, melhor não comentar.


De forma invicta, o jejum acabou e 2013 promete, se o mundo não acabar...

Principais Personagens


Lucas, garoto vendido a peso de ouro para o PSG, foi o principal responsável pela conquista. Não se escondeu nos jogos e se despede com a sensação de dever cumprido. Virou ídolo e garantiu a sua volta em breve. Será bem recebido.


Rogério Ceni. Goleiro artilheiro, capitão e ponto de equilíbrio do time, Ceni é um exemplo de profissionalismo no promiscuo mundo do futebol. Não agrada todas as torcidas, mas tem o respeito delas. É diferente... É m1to!


Ney Franco chegou a tempo de corrigir a rota que Emerson Leão deixou. Recuperou a alta estima do elenco e hoje o São Paulo tem uma postura tática.


Wellinton. Recuperou de uma lesão, voltou no time e acertou o meio campo tricolor. Pronto a seleção, precisa apenas aparecer mais na mídia.


Paulo Henrique Ganso não jogou muito. Discreto e consciente da temporária condição de coadjuvante, Ganso chega ao clube, depois de uma tumultuada negociação com o Santos, para ser o grande maestro em 2013. Para a sua sorte, foi campeão e a sua medalha entregue, não é LAOR?


Jadson. Foi o grande garçom da temporada. Nas mãos de Leão não rendia. Com Ney Franco está valendo o alto investimento do clube.


Paulo Miranda é o exemplo da volta por cima. Praticamente estava descartado pela diretoria, mas achou na lateral a sua importância tática.


Luis Fabiano. Sem cabeça na final, conquista seu primeiro título com o São Paulo. O ano que vem é a chance de se redimir das seguidas lesões e dos cartões idiotas que acumulou.


Torcida. É um caso a parte. Apoiou o clube no jejum e deu show nas arquibancadas e nas bilheterias.

É o 12º título internacional são paulino no dia 12/12/12.



FICHA TÉCNICA
SÃO PAULO 2 X 0 TIGRE
Local: Morumbi, em São Paulo (SP)
Data/Horário: 12/12/2012 - 21h45 (de Brasília)
Árbitro: Enrique Osses (CHI)
Assistentes: Francisco Mondria (CHI) e Carlos Astroza (CHI)
Renda/Público: R$ 3.942.800,00 / 67.042 pagantes
Cartões Amarelos: Denilson e Rogério Ceni (SAO); Galmarini, Godoy e Diaz (TIG)
Cartões Vermelhos: Paulo Miranda, Intervalo (SAO); Diaz, Intervalo (TIG)
SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi, Rhodolfo e Cortez; Wellington, Denilson e Jadson; Lucas, Osvaldo e Willian José. Técnico: Ney Franco.
TIGRE: Albil; Paparatto, Echeverría, Godoy e Orban; Ferreira, Galmarini, Díaz e Leone; Botta e Maggiolo. Técnico: Néstor GorositoCE! 









Estanislau Junior

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segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Majestoso: uma vitória para o errado virar certo, o fraco virar forte e o feio virar eficiente


Depois de suportar uma pressão alucinante do Corinthians, nos primeiros 20 minutos de jogo, finalmente o São Paulo venceu o clássico majestoso. Luis Fabiano resolveu a partida fazendo o simples: gols. Sim, para Luis Fabiano fazer gols é muito simples, pena que ele, às vezes, se distrai com cartões bobos por reclamação.


A vitoria são paulina representa tranqüilidade para o reformulado grupo conquistar algo importante em seu quarto ano de jejum. Ney Franco também ganha respaldo para seguir seu bom trabalho já aprovado em outros clubes e nas categorias de base da seleção brasileira.


Tudo isso por causa de uma vitória em clássico!





Vencer o maior rival da história, que defendia um tabu e é o atual campeão da Libertadores, é o antídoto para mascarar as loucuras do presidente Juvenal Juvêncio e a fragilidade da zaga. Vencer o Corinthians, depois da guerra criada entre as diretorias, pode mudar a postura do elenco. O quinto lugar na tabela é a chance viva de sonhar com uma vaga na Libertadores do ano que vem. Com a vaga, patrocínio máster na camisa e reforços de peso para o time podem aparecer.


Se o titulo parece cada vez mais mineiro, uma boa colocação na tabela do BR 12 e um desejado título na Sul americana já salva a temporada inteira.


No futebol, nada como uma vitória para o errado virar certo, o fraco virar forte e o feio virar eficiente.


E a vida segue, mas vamos com calma...



Estanislau Junior

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quinta-feira, 12 de julho de 2012

10 motivos comemorar na era Juvenal Juvêncio...





Hoje é o pós-dia de outra torcida feliz em São Paulo. O Palmeiras, merecidamente, está de ressaca pela conquista da Copa do Brasil. Esse ano, o Santos já comemorou o título paulista e o Corinthians conquistou pela primeira vez a tão sonhada Libertadores.


 E o São Paulo?


Depois da conquista do tri-campeonato legitimo do Campeonato Brasileiro, 2006-2007 e 2008, perdemos o técnico Muricy Ramalho e ganhamos a decadência da ditadura de Juvenal Juvêncio. Hoje comemoramos outras coisas e não títulos, como:


  1. Pagaram a multa de Oscar, oba!
  2. Vai sair a cobertura do Morumbi, maravilha!
  3. Ricardo Teixeira caiu e o são paulino Marin assumiu, que beleza!
  4. Piris vai embora, ufa!
  5. Leão saiu e contratamos o Ney Franco, que bom!
  6. Teremos mais shows no Morumbi, upi!
  7. Rogério Ceni está voltando, essa é uma alegria verdadeira!
  8. Paulo Miranda pode ir para a Europa, milagre!
  9. Juvenal bebeu apenas uma garrafa de whisky hoje, inacreditável!
  10. Luis Fabiano não pegou 12 jogos, eba!



Estão vendo, não precisamos de títulos, não é mesmo Juvenal?


O São Paulo é muito grande para ficar tanto tempo sem títulos. Então, fora Juvenal Juvêncio, Adalberto e Cia.


Volta Marco Aurélio Cunha...




Estanislau Junior

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quinta-feira, 5 de julho de 2012

E o destino quis assim, o Corinthians é o novo rei da América!




Apesar da corrente que se formou contra o esse título, os corintianos finalmente tiveram a sua liberdade, da Libertadores, em pleno 4 de julho.


 Hoje teremos que renovar nossas piadas, e-mails e montagens que tanto usamos contra eles. De momento, só o respeito de um título incontestável, pois ganhar esse torneio de forma invicta, eliminando o Santos de Neymar e derrotar o mega-campeão Boca Juniors na final, não é para qualquer um.


Tinha que ser assim, tinha que ser especial.


O destino montou um roteiro interessante. A derrota contra o Tolima, na pré-Libertadores do ano passado parecia uma aprovação. Nunca nenhum brasileiro fora eliminado nessa fase. Mesmo assim, a manutenção do técnico Tite no cargo foi mantida. Nascia um planejamento.


A primeira volta por cima foi o título brasileiro. O Corinthians foi líder na maioria das 38 rodadas e na ultima foi coroado com o título sobre o grande rival Palmeiras.



Nessa temporada, o campeonato paulista serviu de pré-temporada para o entrosamento do time. Terminou a primeira fase na liderança, mas foi eliminado pela Ponte Preta, aquela mesmo que perdeu o título paulista em 77, nas quartas de final. Velhos personagens de uma história centenária.


Já na Libertadores, foi o melhor time da primeira fase, regularidade mantida nos últimos campeonatos. Eliminou o Elemec, do Equador e encararia o Vasco da Gama nas quartas de final. Outro time que tem a faixa em diagonal na camisa. Outro vice histórico, pois o Mundial de 2000 fora contra o time cruzmaltino. Depois de quase ver seu sonho mais uma vez ser interrompido, o destino colocou o goleiro Cássio no protagonista do lance mais dramático dessa saga: a grande defesa do chute de Diego Souza.


O próximo desafio foi o badalado Santos. Vitória se qualquer dúvida na Vila Belmiro e um empate no Pacaembu. Outro rival histórico para enfeitar ainda mais o bolo da festa.
Na final, quando todas as outras torcidas se uniram para torcer contra o Corinthians, o destino colocou o segundo maior campeão de todos os tempos da Libertadores no caminho. Era o Boca de Riquelme.


E esse destino, heim.  Romarinho, prata do Rio Preto E.C., entrou no jogo com a mesma preocupação de Garrincha, ou seja, nenhuma. Com os Joãos argentinos, tocou pela primeira vez na bola e empatou o jogo.


No Pacaembu, no dia 4 de julho de 2012, Emerson Sheik marca duas vezes e os corintianos comemoram algo que não parecia ter outro final.
Corinthians, enfim, campeão da Libertadores.


Só gostaria de deixar uma observação: todas as vezes que apareceu a palavra destino no texto, leia-se Deus...





Estanislau Junior


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quarta-feira, 4 de julho de 2012

Esporte e profissionalismo: como água e óleo...








O esporte sempre foi fascinante pela superação, amor, emoção e sentimento. Hoje em dia não temos mais esportes e sim negócios.


Ver a novela que quase tirou o meia Oscar das Olimpíadas foi desgastante. Orientado por um empresário que só visa lucro e por um advogado que induziu seu cliente ao erro e mentiras, fica claro que o profissionalismo destoa do esporte. E Oscar quase pagou caro, porém o São Paulo recebeu o justo pelo investimento.


Balotelli, o menino carente da mídia mundial, não comemora seus gols e chegou a compará-los com cartas entregues por carteiros. Ele se orgulha por ser profissional, reclama de racismo enquanto desfila com sua Ferrari. 

 
Se fazer gols é sua obrigação, ele faltou na final da Euro?

 
Já a bela Jade, que na ultima Olimpíada acusou a Confederação Brasileira de Ginástica por tê-la forçado a disputar os jogos machucada, foi orientada a não assinar o contrato com os patrocinadores da CBG e não se apresentou como as outras atletas na data prevista. Depois voltou atrás, chorou e se arrependeu. Acertadamente não foi convocada. Respeitos com as demais.


Beijar distintivos, subir alambrado, bater no peito e chorar em entrevistas, sucumbe ao primeiro mês de salário atrasado. Como um corretivo, tudo é apagado e as ações trabalhistas ganham destaque.


Enquanto os torcedores economizam para serem ignorados e destratados nos estádios, os jogadores, aqueles mesmos que beijam os distintivos, desfrutam seus carrões, suas loiras e aguardam o próximo pagamento...



Estanislau Junior

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